Negro mundo de las citas

Los mejores chistes de humor negro. La diferencia entre el vestuario de las Olimpiadas y el de las Paraolimpiadas es que en el primero huele a Réflex y en el otro a 3en1. Se ha muerto mi suegro y en la lápida hemos puesto “RIP RIP HURRA”. Van tres canis en un coche y conduce el policía. El otro día me expulsaron de una partida de paintball. Te dejo una lista de las mejores frases del mundo de autores como Albert Einstein, Abraham Maslow, Víctor Hugo, Walt Disney, Abraham Lincoln, Confucio y muchos más. El poder de las afirmaciones es que nos hacen cambiar la perspectiva que tenemos de una situación o del mundo y nos permite verla de forma más positiva. El libro se divide en dos partes, la primera bien investigada y argumentada por Laje en sus críticas al feminismo de tercera ola; el libro negro de las citas pdf segunda escrita por Marquez, aunque se apoya en buenos documentos, en su mayoría se limita a fuentes que cualquiera pudiese considerar tendenciosas para soportar sus argumentos, también cae en un desprecio visceral algunas veces ... ¡Los amantes de los gatos están de enhorabuena! Por fin hay una aplicación de citas creada específicamente para que la gente con gatos se conecte y encuentre el amor. Tabby, creada por las ... Serie en torno al mundo de las citas a ciegas, que aborda 24 personajes que se irán cruzado y reencontrando a lo largo de la temporada. En cada capítulo se mostrarán dos citas donde se harán evidentes los miedos, los secretos y las expectativas de unos protagonistas que buscan amor, sexo o simplemente no estar solos. El mundo de las citas no es fácil... Especialmente en países conservadores. ... Un vídeo desvela la muerte por asfixia de un hombre negro a manos de la policía en el Estado de Nueva York Un 'viudo negro' buscaba hombres con una app de citas, los drogaba y les robaba: sus propias víctimas lo detuvieron Subrahmanyan Chandrasekhar (1910–1995): 'Los agujeros negros de la naturaleza son los objetos macroscópicos más perfectos que existen en el universo: los únicos elementos en su construcción son nuestros conceptos de espacio y tiempo'. John Wheeler (1911–2008): “(El agujero negro) nos enseña que el espacio se puede arrugar como un trozo de papel en un punto infinitesimal, que el ... A pesar de todo, nunca recurrió a los portales de Internet que venden citas pero sí reconoce que, tras la desesperación, un día acudió a la comisaria de Aluche a preguntar por el horario y ... Los organizadores de la iniciativa Queremos Citas YA en las Oficinas de Extranjería pretenden visibilizarlos y defender sus derechos, por lo que animan a los ciudadanos y a las asociaciones a ...

Septão Barth está sempre correto?

2020.09.24 07:15 altovaliriano Septão Barth está sempre correto?

Septão Barth foi Mão de Jaehaerys I por 41 anos. Ele era um simples septão, filho de um ferreiro, entregue à Fé ainda jovem, que trabalhava na biblioteca da Fortaleza Vermelha e acabou se tornando amigo do rei.
Suas especulações são tratadas com ceticismo na Cidadela, mas os leitores sabem que elas têm fundo de verdade, podendo até que todas sejam verdadeiras.
De todo modo, há citações demais a Septão Barth nos livros principais e secundários para que possamos simplesmente ignorar suas idéias.

Irregularidade das estações tem fundamento mágico

A principal especulação que sabemos ser verdade é aquela que diz qie a irregularidade das estações em Westeros são resultado de magia em vez de um fenômeno natural:
O Septão Barth parece argumentar, em um tratado fragmentado, que a inconsistência das estações é um assunto para as artes mágicas, em vez de conhecimento confiável.
(TWOIAF, A Longa Noite)
Sabemos que esta será a solução apresentada por GRRM no final da saga:
Ele [GRRM] nos garantiu que um dia descobriremos como as estações funcionam em seu mundo, e que não será uma explicação científica porque, hello!, é um romance de fantasia. Ele disse que alguns fãs lhe escreveram apresentando explicações fantásticas envolvendo dois sóis, um dos quais é uma estrela negra anã, mas eles ficarão desapontados.
(SSM, 21/07/2006)
:::
As estações são "completamente baseadas em fantasia". Não há nenhum elemento tipo ficção científica nisso.
(SSM, 06/05/2005)

A Perdição de Valíria foi causada pela ganância e negligência

Aqui já começamos a entrar em terreno pantanoso, mas esta especulação de Barth já é tomada como verdadeira entre os fãs.
O septão teria influenciado o surgimento da noção de que a destruição de Valíria teria ocorrido porque os valirianos não conseguiram manter o controle mágico de seus catorze vulcões:
Um punhado de meistres, influenciados por fragmentos do trabalho do Septão Barth, asseguram que Valíria usou feitiços para domar as Catorze Chamas por mil anos, que seu apetite incessante por escravos e riquezas era tanto para sustentar esses feitiços quanto para expandir seu poder e que, quando finalmente os feitiços falharam, o cataclismo se tornou inevitável.
(TWOIAF, A Perdição de Valíria)

Dragões não têm sexo

Outra afirmação de Barth que têm muita repercussão entre personagens e leitores é a de que os dragões seriam uma espécie de hemafroditas sequenciais.
A crença de que os dragões podiam mudar de sexo se necessário é errônea, segundo a obra Verdade, do Meistre Anson, enraizada em uma má interpretação de uma metáfora esotérica que Barth proferiu enquanto discutia os mistérios mais elevados.
(TWOIAF, O Norte: Winterfell)
Essa metáfora de Barth é explicada por meistre Aemon a Samwell:
Os dragões não são nem machos nem fêmeas, Barth viu aí a verdade, mas ora uma coisa, ora outra, tão mutáveis como chamas.
(AFFC, Samwell IV)

Os valirianos criaram dragões com magia de sangue

Essa é uma afirmação mais controversa, mas é necessário observar que Barth pode estar se referindo a dragões de valíria, e não a todos os dragões em geral.
Em Dragões, Wyrms e Serpes, o Septão Barth especula que magos de sangue de Valíria costumavam usar caldo de serpes para criar dragões. Embora seja alegado que os magos de sangue experimentavam fortemente suas artes não naturais, essa afirmação é considerada absurda pela maioria dos meistres. Entre eles, o Meistre Vanyon, em Contra o não Natural, apresenta certas provas de que dragões existiam em Westeros até mesmo nos dias mais distantes, antes que Valíria ascendesse ao poder.
(TWOIAF, Sothoros)

Corvos falavam as mensagens dos Filhos da Floresta

Esta é uma especulação de Barth que tem algum suporte em texto.
Embora considerado desonroso nos dias atuais, um fragmento de História Antinatural do Septão Barth provou ser uma fonte de controvérsia nos salões da Cidadela. Alegando ter consultado textos preservados no Castelo Negro, o Septão Barth diz que os filhos da floresta podiam falar com corvos e fazê-los repetir suas palavras. Segundo Barth, este alto mistério foi ensinado aos Primeiros Homens pelos filhos da floresta, para que os corvos pudessem levar mensagens a longas distâncias. Isso foi passado, de forma “degradada”, aos meistres de hoje, que não sabem mais como falar com as aves. [...] Alguns meistres, devotados ao elo de aço valiriano, argumentaram que Barth estava certo, mas nenhum foi capaz de provar suas afirmações conseguindo uma conversa entre homens e corvos.
(TWOIAF, A Era da Aurora)
Aparentemente, a capacidade se perdeu porque os Filhos falavam com os corvos na Língua Verdadeira, que os humanos atuais não sabem falar:
[…] aqueles que cantam a canção da terra era o nome que eles mesmos se davam, na Língua Verdadeira que nenhum humano podia falar. Mas os corvos podiam.
(ADWD, Bran III)
Segundo uma canção nortenha, os Filhos teriam ensinado sua língua a Brandon o Cosntrutor, que possivelmente foi quem ensinou a outros primeiros homens (e meistres):
Ele foi levado a um lugar secreto para se encontrar com eles, mas, no início, não entendeu seu idioma, descrito como algo parecido com a canção das pedras em um riacho, do vento através das folhas ou da chuva sobre a água. O modo como Brandon aprendeu a linguagem dos filhos é um relato à parte, e não vale a pena ser repetido aqui.
(TWOIAF, A Era da Aurora)

O ouro de Rochedo Casterly destruiria os valirianos

Outra especulação de Barth controvertida, mas que os leitores atribuem um significado metafórico a fim de tornar verdadeira:
A riqueza das terras ocidentais combinava, em tempos antigos, com a fome da Cidade Franca de Valíria por metais preciosos. Mesmo assim, parece não haver evidências de que os senhores de dragões chegaram a fazer contato com os senhores do Rochedo, Casterly ou Lannister. O Septão Barth especulou o assunto, referindo-se a um texto valiriano já perdido, sugerindo que os feiticeiros da Cidade Franca haviam previsto que o ouro de Rochedo Casterly os destruiria.
(TWOIAF, As Terras Ocidentais)
Os leitores geralmente alegam que esta profecia teria sido mal interpretada, pois na verdade se referia a derrocada da Casa Targaryen pelas mãos de Tywin e Jaime.

A Perdição do Homem viria de Westeros

Em O Mundo de Gelo e Fogo, meistre Yandel está explorando a suposição de que a fortaleza na base da Torralta era de origem valiriana, quando cita Barth sobre estes visitantes que ali apareceram em tempos longíquos:
A afirmação do Septão Barth, de que os valirianos vieram a Westeros por causa das profecias de seus sacerdotes de que a Perdição do Homem viria da terra além do mar estreito, pode ser deixada de lado com segurança, como muitas das estranhas crenças e suposições de Barth.
(TWOIAF, A Campina: Vilavelha)
Muitos leitores encaram estas profecias estudada por Barth como sendo uma referência aos Outros e à Longa Noite.

Algo mágico mata os animais em Asshai

Barth acredita que a razão por que todos os animais levados a Asshai morrem tem relação com magia e não a fenômenos naturais do rio Cinzas:
Não há cavalos em Asshai, nem elefantes, mulas, burros, zebralos, camelos ou cachorros. Tais animais, quando levados para lá por navios, logo morrem. A influência maligna do Cinzas e suas águas poluídas têm sido implicadas nisso, já que é bem compreendido em Sobre Miasmas, de Harmon, que animais são mais sensíveis à impureza que emana dessas águas, mesmo sem bebê-las. Os escritos do Septão Barth especulam de maneira mais descontrolada, referindo-se a mistérios superiores com poucas evidências.
(TWOIAF, Asshai da Sombra)
--------------------
Em quais destas especulações de Barth vocês acreditam?
submitted by altovaliriano to Valiria [link] [comments]


2020.08.16 08:12 Samus_ Resumen de r/Uruguay - 2020-08-07

Curso de trading bueno? 14 comentarios (1 nuevo)
¿Que hacer con 17 años y grandes expectativas? 24 comentarios (1 nuevo)
Pedir que tiernicen las milanesas, si o no? 13 comentarios (1 nuevo)
pcflash.net 5 comentarios (1 nuevo)
Nuevo régimen de importación simplificado - Aduana - traer cosas del exterior 22 comentarios (1 nuevo)
Hice un bot que hace un scraping de la pagina del registro civil para poder pedir una cita 21 comentarios (1 nuevo)
Uruguay, desde el punto de vista de un migrante. 113 comentarios (4 nuevos)
Platzi, Udemy, Coursera ¿Cual recomiendan y porque? 19 comentarios (1 nuevo)
Para su puro entretenimiento ,compré unos auriculares Bluetooth a 86 pesos en la cuenta oficial de Energy Sistem ,llegarán ? Apuestas . (Si no llegan voy a apelar a la ley de derecho al consumidor ya que en este país es una de las pocas cosas excelentes que nos quedan y por lo menos paso el rato) 64 comentarios (4 nuevos)
Migrantes cubanos ven como un problema que Uruguay exija test de Covid- 19 para ingresar al país 43 comentarios (2 nuevos)
No puedo llamar al 911¿? Desvío de llamada condicional¿? 15 comentarios (1 nuevo)
No debo ser el primero en darme cuenta, pero "The Great Sun" de Witcher me suena de algo 17 comentarios (1 nuevo)
Los "antipasta": jóvenes salen con bates de béisbol a golpear adictos en Ciudad Vieja 149 comentarios (5 nuevos)
Álvaro Villar propuso un debate con Laura Raffo a ser emitido por TV Ciudad y TNU 18 comentarios (1 nuevo)
Beatriz Argimón presentó la “penalización por maternidad” como reivindicación feminista en el Senado la diaria 71 comentarios (5 nuevos)
A ver que opinan.... 14 comentarios (1 nuevo)
Pasar a facultad 13 comentarios (2 nuevos)
Australia y Uruguay lideran la lista de los mejores países para vivir después de la crisis sanitaria 16 comentarios (2 nuevos)
Somos del tercer mundo? 13 comentarios (4 nuevos)
Duda sobre alquiler de propiedades 19 comentarios (1 nuevo)
¿Como se escribe? 31 comentarios (3 nuevos)
Detectan en BPS equipo de radiología sin usar que se compró hace seis años a US$ 147.000 10 comentarios (2 nuevos)
Fumar marihuana no es bueno para tu corazón, según un estudio 29 comentarios (6 nuevos)
Hoy hubo un lindo día 15 comentarios (1 nuevo)
Argentinos cruzando el río Uruguay ilegalmente para immigrar a Uruguay. Circa 2020 (Colorized) 20 comentarios (6 nuevos)
Ayuda a un docente uruguayo a "engañar" a sus estudiantes II 33 comentarios (8 nuevos)
Manini, no podés decir eso si tenés el culo sucio 2 comentarios (1 nuevo)
Qué ingles es mejor saber (Britanico, Americano)? y cuál acento (en caso de conseguirlo) es mejor para tener? 21 comentarios (10 nuevos)
Dos escolares de Bella Unión dieron positivo al test de COVID-19; cerraron el centro 1 comentario (1 nuevo)
Los antipasta. 49 comentarios (29 nuevos)
Suicidios en Uruguay durante la pandemia 23 comentarios (16 nuevos)
Está foto nocturna la tomé en Andorra con mi celular en larga exposición (mis ojos solo veían negro ), me encantan las fotos nocturnas y quería que me contaran si tienen fotos nocturnas en Montevideo y que sitios de ciudad son buenos para sacar algunas "postales nocturnas" lugares que les gusten . 16 comentarios (3 nuevos)
Retiro de dinero de uphold en Uruguay 7 comentarios (1 nuevo)
Dos próceres de Montevideo en una foto 12 comentarios (7 nuevos)
Cuántos años después terminaron de ver la serie? 3 comentarios (1 nuevo)
Qué opinan de la carrera de Medicina? 26 comentarios (4 nuevos)
TIL que Uruguay le ganó a Brasil en una batalla naval usando queso como balas de cañon 10 comentarios (6 nuevos)
El mundo es chico 12 comentarios (3 nuevos)
Piensan tener hijos? 56 comentarios (33 nuevos)
Montevideo se llena de misteriosas “puertitas”. ¿A dónde van a parar? 8 comentarios (7 nuevos)
Nudehead: el artista que se esconde, pega con la verdad y corre 7 comentarios (2 nuevos)
Heber: expropiaciones para el Ferrocarril Central costarán “más del doble” de lo calculado 3 comentarios (1 nuevo)
Donde donar medicamentos? 3 comentarios (1 nuevo)
El atardecer de hoy en el Parque a Rivera 7 comentarios (2 nuevos)
Ignacio Alvarez: "Cuatro testigos declararon que la mujer decía que quería enfiestarse. Luego entró a una carpa a tener sexo con tres jóvenes, y tres días después los denunció. Fueron presos, pero una jueza los absolvió, y ahora la fiscal apela porque a la jueza le faltó "perspectiva de género"." 50 comentarios (33 nuevos)
Anyone in Uruguay? 11 comentarios (3 nuevos)
Renovación libreta de conducir 6 comentarios (3 nuevos)
Thrift/Segunda Mano en Montevideo? 11 comentarios (6 nuevos)
Confiesen sus placeres culposos 32 comentarios (19 nuevos)
Perdon 13 comentarios (7 nuevos)
Jueves de deportes. 10 comentarios (10 nuevos)
¿No les resulta confuso el mensaje del afiche? 37 comentarios (37 nuevos)
AFE: nuevo directorio evalúa demandar al saliente por locomotora abandonada en Durazno 5 comentarios (5 nuevos)
Las novelas eran así posta? 0 comentarios
Oculus Rift para desarrolladores 1 comentario (1 nuevo)
Un emotivo mensaje en el entierro de Alberto Zumarán 0 comentarios
Capybaras are the largest rodents and can weigh up to 160 lbs. 1 comentario (1 nuevo)
El 60.5% de los estudiantes del mundo no tiene acceso a clases presenciales 13 comentarios (13 nuevos)
Proponen hasta dos años de cárcel para quienes violen medidas sanitarias 1 comentario (1 nuevo)
Somos Urusimps? aparte simps de pokimane? really? disappointed. 36 comentarios (36 nuevos)
Wainstein: Atacar a artistas por sus elecciones políticas es “de índole fascista” 20 comentarios (20 nuevos)
Presentaron denuncia contra el fiscal de Corte por supuesta "preparación" de testigos 7 comentarios (7 nuevos)
Recuerden mantener la distancia social 12 comentarios (12 nuevos)
¿Cuál es el mejor café de máquina? 9 comentarios (9 nuevos)
Cual es es el email para contactar a ANTEL? 7 comentarios (7 nuevos)
Alguien de BARROS BLANCOS? Que chip de telefono tenes? 17 comentarios (17 nuevos)
Talk about Uruguay's Culture on a Podcast? 0 comentarios
Maldonado y Juan Carlos Gómez. (1920's aprox.) 4 comentarios (4 nuevos)
Legisladores de Rivera transmitieron a Lacalle Pou “preocupación” por refugiados que llegan desde Brasil sin hisopado 5 comentarios (5 nuevos)
Numero de muertes por causa en 2017, Uruguay vs Mundo 20 comentarios (20 nuevos)
despues de tanto tiempo buscando 4 comentarios (4 nuevos)
Ayuda con armado PC para trading (gamer) 7 comentarios (7 nuevos)
¡Un poco de Cultura Social! 8 comentarios (8 nuevos)
¿Que paso con el Lore del Sub? 8 comentarios (8 nuevos)
Policía survivizada 0 comentarios
Policía survivizada 10 comentarios (10 nuevos)
Poster del primer mundial 5 comentarios (5 nuevos)
Ruidos cuasi molestos 19 comentarios (19 nuevos)
Qué cosas hacian antes que ahora ya no? 7 comentarios (7 nuevos)
12 Proyectos Greenfield con mayores montos de inversión extranjera directa en Uruguay para el período 2018 -2020, según infograma publicado en la última edición de Revista Forestal 3 comentarios (3 nuevos)
La carta de un argentino al presidente de Uruguay: “¿Tienen algún plan de contingencia para acoger una segura masiva inmigración productiva?” 30 comentarios (30 nuevos)
Cuál es la mejor arte marcial/defensa personal para aprender en caso de tener problemas en la vida real? y en qué lugares ir a aprender ya sea en Montevideo o en Canelones. 31 comentarios (31 nuevos)
Me cago en la atención telefónica de Cosem 14 comentarios (14 nuevos)
Expulsados en el clásico 9 comentarios (9 nuevos)
Justicia falló a favor de Uruguay en el multimillonario juicio por Aratirí 1 comentario (1 nuevo)
Justicia falló a favor de Uruguay en el multimillonario juicio por Aratirí 45 comentarios (45 nuevos)
Orientacion mas piola 36 comentarios (36 nuevos)
Pagos tarjetas 7 comentarios (7 nuevos)
La carta de un argentino al presidente de Uruguay: “¿Tienen algún plan de contingencia para acoger una segura masiva inmigración productiva?” 0 comentarios
¿Alguien sabe dónde conseguir algún skate barato? 19 comentarios (19 nuevos)
Finalmente apareció Manuel Oribe. 16 comentarios (16 nuevos)
Lo vi y no pude no traerlo. Diviértansé. 5 comentarios (5 nuevos)
Beca para estudiar en el extranjero 4 comentarios (4 nuevos)
Profesiones con más salida laboral 15 comentarios (15 nuevos)
Necesito ayuda para encontrar libros en español uruguayo (Post en inglés) 12 comentarios (12 nuevos)
¿A alguien le pasó dejar de estudiar por un tiempo y olvidarse de casi todo? 14 comentarios (14 nuevos)
Papel Rosado 7 comentarios (7 nuevos)
Tras quince años deshabitada, hoy la residencia presidencial vuelve albergar a una familia 27 comentarios (27 nuevos)
En Facebook "Susanita Pastelería" acaba de hacer este encargue. 6 comentarios (6 nuevos)
Nacho Obes / Show must go on / Queen. 3 comentarios (3 nuevos)
Cada vez se van más por las ramas en santo y seña(? 14 comentarios (14 nuevos)
Estos son los famosos "antipasta" de la Ciudad Vieja? 2 comentarios (2 nuevos)
Casting para corto 8 comentarios (8 nuevos)
Estimando el sueldo promedio en un desarrollador en mdeo segun la hora 3 comentarios (3 nuevos)
No sé que decir... eh... ACHICORIA!!! 7 comentarios (7 nuevos)
Representación de la explosión en Beirut si hubiese ocurrido en Montevideo. 18 comentarios (18 nuevos)
Hice esto burice 5 comentarios (5 nuevos)
Las 4 estaciones 5 comentarios (5 nuevos)
Hablando de telos y hoteles en un post esta semana, me salió esta publicidad del hotel que mencioné. 50 USD la noche con tremendo desayuno. Haganla bien y sorprendan a su pareja en vez del telo. De nada. 5 comentarios (5 nuevos)
Cuando dejé reddit, el metro de Montevideo era tremendo meme 0 comentarios
Acá está el inodoro que habla 3 comentarios (3 nuevos)
En qué invertir ahorros. 2 comentarios (2 nuevos)
Sartori a Vázquez: "Parece irónico escuchar consejos" de quien "ha perdido más de 55 mil puestos de trabajo" 3 comentarios (3 nuevos)
Hice una Animacion Parodia de Hora de Aventura 100% industria uruguaya patrocinada por conaprole 0 comentarios
Salió como el orto, pero ya fue 0 comentarios
2020-08-06 07:00 - 2020-08-07 07:00
submitted by Samus_ to ResumenDeUruguay [link] [comments]


2020.05.15 06:47 DanteNathanael Nelkenherz: parte 1/2

NELKENHERZ


Las escaleras están frescas con heridas mientras sube escalón a escalón, poco a poco la obscuridad esclareciendo en sus viñetas oculares, volviendo a respirar con tranquilidad. Y aunque presentemente se encuentre solo, en su corazón lleva la compañía de todo el mundo.
La encuentra limpiando claveles en el estanque del jardín. Se pone de puntitas y trata de evadir las recientes flores y frutos caídos de las jacarandas que cubren la casa de la extraña lluvia tardía. Las obscuras ramas dibujan hipotrocoides en el aíre. Gorriones con la cabeza rojiza surfean el flujo etéreo que pasea sobre la ciudad, hacía el moribundo sol, la niebla ascendente pintada más y más de naranja en el horizonte hasta esfumarse en espirales concéntricos. . . . Pero antes de llegar a ella, ve la suavidad y lentitud con la que lava cada pétalo—del rojo pasan al rosa dentro del agua. A su lado apenas queda un par. Acercándose un poco más, las pieles de los irregulares pétalos revelan haber sido artificialmente teñidos con un rojo escarlata. Lentamente, todavía de puntitas, la abraza por detrás, un beso en la mejilla, un silencioso “ya estoy en casa, cuéntame.”
Termina de lavar los últimos claveles, los amarra en un ramo con la liga de su cabello, exdorado y cayendo en gravedad disminuida, seguramente por la presión atmosférica, y por fin le deja ver sus ojos, su mirada decaída. Una serie de jalones cardiacos le hacen instantáneamente besarle la frente y abrazarla. Pequeñas aglomeraciones de tristeza liquida empiezan a bajar por sus mejillas. Ambos se paran al mismo tiempo, petricor acercándose cada vez más. Deja que ella tome el ramo. Lo sostiene cerca de su pecho, manchando su azul uniforme. Caminan hacía la puerta trasera, entrando silenciosamente a casa.
La luz permanece apagada. A través del estudio hay veladoras que él empieza a encender, mientras ella regresa del almacén con un jarro acampanado de vidrio. Dentro de él coloca las flores, agua y unas cuantas lágrimas. Cuando la ultima veladora ha sido despertada, el pequeño cofre, Cuauhxicalco—que le sorprende aún funcioné después de tanto tiempo, especialmente al ser su primer proyecto de carpintería, regalo de su primer aniversario—ya descansa en sus blancas y temblorosas manos. Se acerca y le desabrocha el pequeño collar de oro del cual pende una pequeña llave con las letras vanvda en el cuerpo de esta, que ahora va clink, clink, para abrir y revelar múltiples chalchihuites, jades y serpentinas. De su bolsillo saca 3 jades. Las lágrimas dentro de él no pueden ser contenidas por mucho más tiempo, pero da su todo para seguir mirando en silencio. Ella toma un pétalo de clavel y envuelve una de las piedritas en él. Tan pronto como introduce las tres piedritas se deja caer, él apenas si la alcanza.
La sienta en el sillón de vinilo negro, su favorito, en la esquina del estudio. Toma otra silla y se sienta frente a ella. Después de un minuto, comienza a hablar.
“No fueron 3.”
“Oh. Gracias a Dios. . . .” La tristeza viene ahora a ser reemplazada por curiosidad. “¿Entonces por qué pusiste tres piedritas dentro del cofre?”
La lluvia llega al techo sobre sus cabezas. Su pequeño entra a la habitación, buscando a sus padres, extrañado de no haber escuchado el usual tumulto en la puerta delantera.
“Cuando me llamaste y dijiste que quizás tardarías un poco más, no pensé que fuera tan grave, Cariño.”
Las manitas del pequeño toman otra silla y la arrastra hasta quedar entre ellos. Despeja el cabello de sus ojos y se amarra su casi dorado cabello con una liga que siempre lleva en la muñeca. Su mirada revela entender lo que está pasando. Coloca una de sus manitas de porcelana en la pierna de mamá y la otra en la pierna de papá, y asiente gravemente, pidiendo que continúe.
Und ich gehör dir nicht zu.
Beide klagen wir nun.
¿Dijiste algo, Preciosa?” dice mientras pasea su trapo de derecha a izquierda sobre la blanca superficie moteada del mostrador, dejando un rastro húmedo—susurros narcolépticos de caracol. “¿Has estado leyendo tus poemarios de nuevo?”
“¡Yia! Pfugeljin.”
“¿Vögelchen?” una pequeña risa. “¿Y ahora por qué soy una pequeña ave? ¿Qué hice ahora?”
“Eeeees—“ acercándose hacía él, hasta dejarse caer sobre sus hombros, rodeándolo con sus suaves y cansados brazos, recostando su cabeza en palpitante pecho de su amado, para continuar “—porque eres el que me lleva al cielo en tus alas.”
Las ultimas tormentas han dejado de caer, aunque el hombre del clima, Don Eladio, alias “Hieladio,”avisó de un frente frío que llegaría del Norte por la tarde. El un poco oxidado gallo de los vientos, siempre anunciando en sutil canción la víspera del amanecer sobre el letrero de la florería, Nelkenherz en grandes letras serif rojas sobre un fondo blanco, avisa que el viento se acerca no desde el Norte, pero del Este.
En el encuadre se puede ver la parte baja del letrero de la tienda, del cual cuelgan cuatro bulbos geométricos, uno parpadeando, a punto de morir; ambos ventanales llenos de flores por detrás. Y la gran puerta de cristal-madera obscura, de la cual sale jovial, suelta y sonriendo naturalmente a quien pase Maxine Boan. La florería le pertenece a ella y a su esposo, Kelvin Antares. Las piernas del lucero de la calle Aloe se mueven de un lado para otro por debajo de su danzante vestido mientras recoge las restantes mesas que por la mañana estaban llenas de amapolas, lirios, petunias, girasoles, rosas, margaritas, geranios, hortensias, petunias, begonias, gitanillas, azucenas, nomeolvides y claveles—los primeros del año. La cámara no puede captar muy bien todo el rango de colores por la mañana, pero ya que es tarde, bajo la luz monótona, nublada, saturada, ella brilla en el centro de la película.
Un pequeño beep avisa que ya ha terminado de grabar. La guarda dentro de los tantos bultos de su chaqueta y se levanta de la silla frente a la florería. Todos esperan ya la lluvia, pero no viene . . . espera pacientemente en las alturas para dejarse caer.
La cita es alas 19:30, en la entrada a la Posada del Sol.
Realmente no sabe lo que está haciendo. Un amigo le había recomendado trabajar con Tomas Villacorta Jr. Desde hace un año. Era un trabajo simple como este: ir y tomar video de un grupo de amigos que siempre se reunía cerca de Plaza San Pedro. Cuando la noche caía, bajo el manto matrimonial del sol y la luna, de las estrellas y el smog, se acercaban más, pagándole a alguien en la iglesia para subir a la azotea, al Hospital Juárez. Allí llevaban un tipo de ritual para comunicarse con la Planchada. Habiendo contactado previamente a la Quemada unos días antes, que había revelado el nombre de aquel malvado italiano, pidiendo que le hicieran pagar por lo que hizo, pues así lo quería la Tierra.
“Deste gafe ni la Llorona sabe. Su crimen castigado verlo he. ¿Encontréis vosotros a V.? Diz que Planchada en vida fuera duno de su cuna amante.”
“¿Eulalia ‘La Planchada’ del Hospital Juárez?”
“Con ella averar.”
Así que lo hicieron. . . . Un poco.
La Planchada estaba demasiado cansada después de la pandemia que ocurrió hace unos años. Los pacientes necesitaban demasiada atención. Incluso tuvo que ir de paso a otros hospitales para suplir con la carga a los enfermeros espectrales que allí laboraban. En sus aventuras fuera del Juárez se encontró a varios fragmentos del alma de Nightingale trabajando horas extra. Historias fueron intercambiadas y pronto Eulalia se dio a conocer en todo el mundo fantasmal benigno. (Algunos dicen que incluso el maligno, pues se apareció el fantasma de un criminal, herido, una noche en la explanada del Juárez. Eulalia lo curo y lo cuidó sin dirigirle la palabra.) Esto hizo que se arreglara de nuevo el cabello y lavara sus ropas, por lo que cuando finalmente apareció, casi no la reconocieron. Era 12 de mayo. Se sentó con ellos.
Eulalia reveló el nombre de aquel muchacho que la engaño, dejándola atrás, sola. Huyendo con aquella que finalmente llamaría esposa . . . Teodoro V.
Los chicos desaparecieron uno a uno después de eso. Él nunca lo supo.
Pero el dinero escaseaba, y el trabajo del magnate transnacional era demasiado fácil como para que pagara $10000 . . . solamente por filmar por una semana a una reconocida pareja que vendía flores y nunca daño a nadie. Demonios, incluso él mismo había ido a comprarle flores ahí a ella . . . a ella . . . varias veces. . . . ¿Qué podría pasar?
En las puertas de la Posada del Sol lo esperaba un agente vestido de basurero—es eso . . . sí, dice “prohibido penetrar a personas no autorizadas:” nice—naranja como el metro, como el cuerpo de una pluma, estoico, llenando botes despintados y oxidados de una cantidad exagerada de basura para un disfraz. Le hizo una señal de que echará el instrumento en la basura.
Bajo la acera, dando la mejor impresión de desinterés que pudiera, y aventó todo junto dentro del bote de basura orgánica. El hombre le maldijo.
Antes de llegar a casa, por curiosidad pasó de nuevo por la florería. Maxine ya había recogido todo y se encontraba dentro. En su mano una taza que al beber de ella empeñaba sus lentes. Kelvin estaba terminando de merodear en la caja, un último click antes de acercarse a Maxine, quien instantáneamente sonríe viéndole a los ojos . . . ¿fue eso una patada? No puede ver muy bien desde ahí.
Recuerda que todavía lleva puesta el arrugado disfraz, desparramándose a los lados como una masa viscosa dejada mucho tiempo sobre la mesa. Se la quitó y la desechó en el cubo más cercano. Finalmente se arma de valor para ir a saludar a la pareja, que ya van un paso afuera de la florería. El cielo aún está gris, pero ni el viento ni la lluvia tienen la presencia que se esperaba. Cuando Kelvin apaga las luces, todos los colores de la calle Aloe se dispersan a los vientos como motas de polvo. Ni una herida traería un poco de color de vuelta.
“¡Memo!” salta Maxine. Su negro cabello lacio se alza y cae lentamente en ritmo con su vestido, resaltando la luminosidad de sus dientes, rodeados de un rojo natural. Se acuerda de ella. “¿Cómo has estado? Hace mucho que no pasas por la tienda. ¿Las cosas siguen mal?”
“Si. . . . No la he vuelto a ver desde el invierno. Navidad fue la última vez que estuvimos verdaderamente juntos, desde ahí he estado estático. No sé si—“
“Memo,” interrumpe Kelvin.
“Señor,” haciendo un pequeño saludo japones, sincero y automático, con los ojos fijos en el suelo.
“Me pareces un excelente chico, Memo. Desde que venías a comprarle ramos personalizados, desde la primera hasta la penúltima vez que entraste en esta tienda, pude ver en tus ojos cuanto la amabas. Ah, no solo en tus ojos, todo tu ser rebosaba de amor, de energía.” Una pequeña pausa, sus pupilas brillantes, buscando qué decir, le dan la vuelta al mundo.
“Es repentino,” voltea a ver a su esposo, que le da el si con la cabeza. “¿No gustarías acompañarnos un poco a la casa? Me gustaría saber qué está pasando contigo y con . . . ella.”
“No se preocupe, puede nombrarla.”
“—con Claire.”
“Por supuesto, no tengo nada más que hacer por hoy.”
Después de 5 calles y 2 vueltas, subiendo las escaleras verdeas, las que si tienen barandal, llegan a una grandiosa reja que tiene las letras A&B en la cúspide, sobre las cuales descansa una corona de flores. Todo el trabajo de hierro parece estar hecho a base de gigantes flores petrificadas.
Guillermo mira su reloj . . . se le hunde el pecho. Ya es un poco tarde, pero ya no hay una razón por la cual llegar a casa lo antes posible. Comprará la cena en el camino de vuelta . . . y una botella de ron.
Adentro va Maxine, luego Guillermo y finalmente Kelvin, quien cierra la puerta tras de sí. Dentro de los umbrales de la casa, Guillermo puede ver claramente una distinción entre aquel lugar y el mundo exterior. Todo huele a paz, el peligro ya no sabe en su boca. ¿Es esto lo que es un hogar? Su pecho se hunde todavía más. Trata de que los recuerdos de un futuro imposible ahora no le llenen los ojos, desbordando todo aquello que no dice, el dique de su escasa seguridad llevado a un punto crítico. La humedad derrumbándose lentamente sobre su cara lo llevará de nuevo a la orilla del mar donde la conoció. Sabe que cada vez que lo hace, la brisa de barre su corazón con bruma algún día lo convertirá completamente en un bloque de sal, uno que todas las empresas que lucran con la insoportable inaceptabilidad de una partida, esperando en los valles emocionales donde la obscuridad es más densa, más pesada, que se pega a la piel, exprimirle todo hasta convertirle en un fantasma que recurre a la pornografía, el alcoholismo, la putería, para seguir huyendo . . . pero nunca podrá huir de nada. Y lo sabe. La promesa de amanecer en otro día más brillante, apenas consciente, con la boca seca y una resaca, siempre termina por llevarlo a un día todavía mas obscuro, donde el sol sigue brillando igual pero lo siente cada vez menos. Los horizontes a los que quiere llegar son solo los bordes de su tumba, y cada vez que cierra los ojos, la única luz que hubo en su vida, la única que dejó entrar, va rondando en el laberinto de su tragedia, sin parpadear . . . ni sus parpados lo protegen de notar su ausencia. . . .
. . . y Maxine lo abraza sin dudar. Finalmente llora. Kelvin entra para preparar la sala.
En los lapsos que puede abrir los ojos, un poco distorsionadas por el mas acuoso, puede ver muchas flores y cajas, cajas grandes, apiladas por doquier.
Maxine lo sienta a su lado en el sillón más largo, dando de frente a la apenas usada chimenea. “Deja salir todo,” le dice.
Kelvin cena solo. Deja preparados otros 2 platos y sube a realizar una llamada. Aún cuando Guillermo ya ha dejado de llorar, La voz, con un tono de emoción igual al que cuando empezó, puede oírse todavía.
“Así que eso paso. . . .”
“Ya han pasado tantos días y todavía la extraño.”
“No importa,” Maxine con una sonrisa. “La verdad solo la extrañas porque le daba estabilidad a tu vida. Desde que se fue, nada ha sido lo mismo—¿cierto?—pero no tiene que serlo. Las cosas deben de mejorar. Y todo, especialmente el amor, se da de forma natural. Me contaste que incluso has rechazado a algunas personas por ella. Bueno, me parece que es porque crees que no eres digno de nadie, le tienes miedo a demostrarle a otras personas lo que realmente eres. Pero dime, ¿te has sentido mejor por rechazarlas? Quizás sientas que estás siendo responsable al no entrar en una relación, pero, querido, no lo estás siendo. Vales muchísimo como para que sigas huyendo de tomar responsabilidad de ti mismo, Sabes que tu corazón quiere amar, pero lo único que haces cuando se presenta ese amor es huir, llenándote la cabeza de mil cosas. No retrases lo inevitable, no quiero que te hagas daño.
“Pero ah, hermoso, mírate. Realmente mírate. Estás así por alguien que ya no está. Tu amor es muy grande. Tiene una fuerza inmensa. Ocúpalo en ti mismo y en alguien que realmente quiera lo mejor para ti. Quizás pienses que no es así, pero encontrarás a alguien que te ame, que pueda ver a través de todo lo que escondes, directo al tesoro de tu alma. Y ni tu pasado ni tus miedos le van a importar, por que está ahí no solo para amarte, también para enseñarte todas las cosas que hay por amar en ti: cuando la veas sonreír, cuando le haya contado a alguien de ti y al presentártelos digan ‘¡Memo! es un placer conocerte,’ cuando duerma tranquilamente en tu pecho y te diga con toda seguridad que tú eres lo que ella quiere. Y cuando menos te des cuenta, tu corazón habrá sanado, y ella te tratará igual, pero ahora estará aliviada de que puedes por fin verte como ella te ha visto desde el principio. Y no es que no vea toda la obscuridad en tu corazón, no es que sea ciega a ella, a veces, cuando no la veas, tendrá miedo, pero sus ojos brillarán de nuevo, pues sabe que eres realmente aquél que brilla por debajo de toda esa obscuridad.”
Antes de que la sonrisa de Memo se transformara en llanto, Kelvin baja al fin, sus pasos resonando en la escalera, pues baja dando brinquitos.
“¿Ya?” le pregunta a Maxine. Ella asienta. “Bueno, toma,” le dice a Guillermo, alargando el teléfono del cual ya cuelga una pila portátil.
“Amm . . . ¿yo?”
“¿Quién más, campeón?”
“Ah, uhhh, ahhhh . . . okay . . .” se pega el teléfono a la oreja. “¿Bueno?”
“Holaaa, ¿Memo?” Al oír aquella voz, el corazón de Guillermo empieza a latir de otra manera, no con ansiedad, pero con emoción.
“S-s-¿si?”
“Un placer Memo. Me llamo Eurus y—“
“¿Crees que estará bien? Eurus lleva mucho tiempo queriendo conocerlo.”
“Lo hará. Nuestra niña es la mejor.”
Cuando bajan de nuevo, la llamada todavía sigue su curso.
“—si solamente la buscas cuando estás triste, no la amas. Definitivamente extrañas la seguridad que te daba. Es más fácil regresar a lo que eras antes, porque así ya nadie podrá juzgarte por lo que eres realmente, temes abrirte con alguien más, porque como dijo mamá, crees que no te amaran. Bueno, Cariño, la realidad es que muchos y muchas te han amado, pero en tu necedad, has cerrado la puerta por un amor oxidado, que ya ni es cenizas, es carne muerta, y te vas a pudrir con ella si sigues aferrado.”
Al llegar a casa, ya muy de madrugada, Guillermo. . . . Bueno, la conclusión lógica entonces es que realmente amas a quien buscas cuando estás feliz, ¿no? . . . Guillermo estaba muy feliz. Y no podía dejar de pensar en Eurus.
. . .
submitted by DanteNathanael to DanteNathanael [link] [comments]


2020.05.09 05:47 Packandreita LEEAN ESTO🔥🔥🔥

Les cuento que estaba relax en el mueble de mi casa el martes pasado, cuando a eso de las 8 de la noche me llega un mensaje por el buzon del OnlyFans... Era nuestra chiquilla preguntandome si estaba interesado o no en lo que habiamos conversado sobre los packs explicitos. Basicamente le comente que si estaba interesado en que hicieramos negocios pero a otro nivel, y que mas que ver sus fotos me gustaria invitarla a cenar para conocerla, en un restaurant-lounge muy famosillo entre las empresarias VIP de estas tierras, solamente como amigos (que si queria podia llevar compañia), pero que de todas maneras le iba a pagar lo que me costaba el pack, para que supiese que hablaba en serio. Note como ella se tardo un poco mas de habitual en responder luego que le dije eso, pero al cabo de unos minutos me dijo que le parecia super, y que podiamos vernos el jueves en la tarde-noche. Les confieso que no esperaba esa respuesta, sino el tipico "jajaja puede ser" que ya me habia soltado en ocasiones previas... Pero bueno, uno a veces en la vida esta mas lechuo que otras, asi que cuadramos bien la cita... Llegada la ocasion, me encontraba yo mas nervioso que la verga y sentia que todo habia transcurrido mas rapido de lo previsto, como quinceañero a punto de tener su primera cita a ciegas. Para mi mayor sorpresa, desde lejos reconozco de una el monumento de mujer entrando por el pasillo hacia la mesa que habia elegido meticulosamente en un rinconcito apartado del restaurant, pero venia sola! La saludo con un besito en la mejilla tratando de que no se me notara que me temblaban las piernas y procedo a ayudarla con la silla para que tomara asiento. Le pregunte que deseaba tomar, pero yo previamente ya me habia llevado mi botella de Buchanans 18 Años y, como parte de mi elaborado plan, la habia dejado perfectamente visible para que ella supiera, como no, que era un pantallero con billete, capaz de bajarse sabroso de la mula (obviamente no lo soy, asi que lo que hice fue llevarme la botella desde mi casa y pagar alla solamente el descorche). Pedimos su bebida, comenzamos a conversar y no perdi oportunidad para sutilmente hacerle llegar informacion sobre mis numerosas inversiones y lo estresado que me tiene la situacion del pais, ya que las ganancias este año no habian estado a la altura de los años anteriores. "Fijate tu lo vacio que esta el restaurant, cuando antes, este mismo dia y a estas horas, no cabia un alma mas, y la gente ya estaba haciendo fila afuera para poder entrar"... "No se consiguen los repuestos para la camioneta, todo hay que estarlo pidiendo en el extranjero y trayendoselo por empresas de envios"... "Antes viajaba todos los fines de semana a Los Roques, a Aruba, a Punta Cana, y en el aeropuerto uno se encontraba un poco de conocidos. Ahora lo que da es tristeza"... Fueron algunas de las perlitas que le fui soltando a lo largo de la conversacion. Tambien aprovechaba de preguntarle esporadicamente sobre sus cosas, pero obviamente no le estaba prestando demasiada atencion a sus respuestas, ya que estaba concentrado en no dejar la vista fija por mas de 5 segundos en las inmensas tetas que se asomaban a traves de una blusita transparente (debajo de la cual tenia un sosten negro que lucia algo costoso, por supuesto). Total que, para no hacerles el cuento mas largo de lo debido, al acercarse el momento de retirarnos le sugiero que no es necesario que gaste dinero en taxi para irse, que yo podia acercarla hasta donde se dirigiera luego de alli, y que la situacion estaba sumamente insegura en la ciudad a esas horas. Conmigo se iria mas segura que boveda de banco central, ya que andaba en camioneta blindada. Pues señores, dejenme decirles que esta debe ser la semana mas afortunada de mi vida, porque la demonia acepto sin chistar! Pido la cuenta, y nuevamente como parte de mi plan, le pregunto al mesonero si es posible pagar con dolares en efectivo, y que si la propina tambien la podia dejar asi. Por supuesto que la respuesta ustedes ya se la imaginaran, asi que procedo a sacar de una bonita cartera negra LV de cuero que utilizo para ocasiones especiales, par de billetes con la efigie de un tal Benjamin Franklin, diciendo al mismo tiempo "dejalo asi" y entregandole en las manos al mesonero otro billete doblado y no visible junto a la expresion "esto es para ti". Me despido de todo el que se atraviesa en nuestro camino hacia la salida como si los conociera de toda la vida y cuando llego al tipo de valet parking, le entrego el ticket de estacionamiento junto a otro billetito verde doblado y la misma frase pretenciosa. Por un instante me quedo congelado apreciando como ese par de monumentales nalgas, metidas en un pantaloncito de cuero a punto de explotar, se dirigen hacia el puesto de copiloto de mi flamante y fiel camioneta, previa ayuda (desinteresada?) de los zamuros del valet parking, quienes deben haber pensado que acababan de traerle el carro a un narco pesado, no tanto por el vehiculo, sino por la diosa que se estaba montando en el... Procedo a montarme yo tambien, le pido destino a Andreita y nos enfilamos hacia la direccion indicada. En el camino retomo el tema de las fotos sin censura que me ofrecio y le pregunto que por que no aprovecha semejante belleza para apuntar mas alto en el negocio, que con esa figura que posee, podria facilmente hacer mucho mas dinero que el que esta consiguiendo actualmente, y que conozco varios hombres de negocios, amigos mios, que estarian dispuestos a pagarle lo que pida con tal de poderla apreciar como Dios la trajo al mundo... "Jejeje, mi amor, es que yo eso ya lo hago desde hace tiempo" me responde al tiempo que trato de no chocar y de recoger la mandibula que se me acaba de caer al suelo de la camioneta, y antes de que yo pudiera siquiera balbucear cualquier comentario adicional, me lanza la estocada final diciendo "cualquiera que me quiera conocer de manera mas intima lo puede hacer, yo cobro mil dolares la hora"... Como se imaginaran, no terminamos en la direccion dada originalmente sino en un establecimiento de descanso familiar denominado "California Suites". Entramos a la suite alquilada por mi (por toda la noche, aunque ella se iba a ir al cabo de una hora), me dice que le de unos minutos y se encierra en el baño. Yo por mi parte me despojo de mi vestimenta en menos de 5 segundos y voy llenando el jacuzzi de la habitacion con agüita agradablemente caliente, aun sin poder creer por completo que eso me estuviese pasando a MI... La imagen de ese caramelo saliendo en ropa interior del baño y preguntandome si queria que se metiera conmigo en el jacuzzi, es algo que JAMAS se va a borrar de mi memoria... Muchachos, yo estaba literalmente en shock cuando se metio en el jacuzzi, se sento a mi lado, me dejo tocarle esas inmensas tetas que porta y ni se inmuto cuando comence a acercar mi boca hacia esos pezones paraditos. Sentia que en cualquier momento iba a eyacular sin remedio alli mismo y ella ni siquiera me habia tocado el machete. Les confieso que no se cuanto tiempo pase pegado como chivito a esas tetas, pero cuando vuelvo en mi, escucho que me dice "levantate" y me pide que me siente en el borde del jacuzzi. Lo unico que pude hacer antes de que mi güevo entrara en la boca mas suave, delicada y deliciosa que ha pasado por mi vida, fue clavar mi vista en uno de los multiples espejos que adornan la habitacion, ver semejantes nalgas rebotando al ritmo que me lo mamaba y fue entonces cuando un pensamiento perturbador invadio de coñazo mi mente: "sera que esto es un sueño?" Dejame pellizcarme pa ver... Hermanos, nunca, pero NUNCA en la vida hagan eso, porque si estan efectivamente soñando, van a agarrar la arrechera mas malditamente grande de este mundo cuando se despierten, COMO ME PASO A MI!!! Todo era un sueño, de esos que uno tiene pocas veces en la vida, y en los que desearia quedar atrapado para siempre tipo Inception... JAJAJA! Asi que ya saben. Postdata: para los que llegaron hasta aqui por el comentario del panita jodedor @Mrbirthmarks en el otro post, lamento decirles que eso tampoco es verdad, se trata de una desalmada fake news. El simplemente los queria trolear, y yo tampoco los iba a dejar pasar lisos dada la oportunidad, jajaja! Buenas noches, yo tambien los amo...
submitted by Packandreita to Andreitax_Garciaa [link] [comments]


2020.05.05 09:48 AlbrTO_1387 Los mundiales ¿fallidos? Del TRI

México en los mundiales.
Tengo una idea que quisiera discutir aqui con ustedes.
Todos creemos que a la Selección Mexicana le va mal por que son malos y por que no tienen garra y mas ideas idiotas de una mentalidad pesimista, de desacreditar triunfos, malinchismo y traición que es parte de nuestra cultura por que no queremos evolucionar, pero veamos unos datos interesantes
México juega en Concacaf en donde si a caso USA y Costa Rica juegan con un estilo que te permite entrenar y jugar a buen nivel (no menosprecio las demas selecciones pero pues solo juegan a chingarse a México y para quien juega fútbol sabe que eso es con base a patadas y mañas, no fútbol) y son muy pocos partidos los que tiene para afinar el equipo, eso y que a la FMF le importa más el dinero que el crecimiento del juego (Partidos Moleros), la falta de compromiso del mexicano en general (todo el maldito mundo llega tarde a las citas en México), los programas de chismes de ESPN que hacen trizas con su destructiva crítica y pesimismo malinchista hacia "El Tri", pues no deja mucho donde evolucionar. Eso y muchos factores mas que desconozco
1998
"El Tri" le gana a Corea del sur, empata contra Bélgica y empata contra Holanda. En Octavos de final pierde contra Alemania 2 a 1.
No me parece un mal mundial, se hace lo mejor que se puede hacer con lo que se tiene.
2002
"El Tri" le gana a Croacia, le gana a Ecuador y empata contra Italia (Señor Gol de Borgueti). Pierde en Octavos contra USA quien pierde contra Alemania quien queda campeon. Brasil quedó campeón ya me lo hicieron saber gracias
El 2015 se confirma que hubo amaño de partidos. A Italia se le anularon 2 goles contra "El Tri". Pero así es el fútbol, a veces la suerte juega de nuestro lado.
Este mundial para mí si es uno malo por que México jamás pensó en el partido contra USA, se confiaron y la soberbia no los dejó ver el rival que tenian de frente, no es bueno sentarse a disfrutar las mieles del triunfo.
2006
"El Tri" le gana a Irán, empata con Angola y pierde contra Portugal. Octavos de final México pierde contra Argentina con un golazo de Maxi Rodríguez. Argentina pierde contra Alemania, Alemania contra Italia e Italia contra Francia (Campeón del torneo). **Italia quedó campeón **
A mi parecer ya venían mal. Hubo 2 partidos previos con derrotas consecutivas. Francia 1-0 Mexico y Holanda 2-1 México. Eso te afecta a nivel mental y con un machismo tóxico, el mexicano no se debe "awitar" por nada. C'mon. (Creo también que aqui fue el chisme de La Volpe con la podologa, pero Wikipedia no tiene info al respecto)El chisme del 2002 fue el misticismo del DT, la podologa fue en chivas
Con todo esto. De nuevo "El Tri" hizo lo que sabe hacer, sacar la garra y pelear con todo, la final la misma suerte que nos ayudó el mundial pasado contra Italia, se fue del lado de Argentina.
2010
"El Tri" le empata con el anfitrión Sudáfrica (ya saben, amaños de partido), le gana a Francia y pierde contra Uruguay. Es la primera vez que yo recuerde un triunfo así para "El Tri" y muchos minimizaron ese triunfo por que Francia venía mal (y que culpa tenía "El Tri" de eso?); Por qué degradar un triunfo sobre la selección que quedó campeón un torneo antes? En fin... En Octavos pierde 3-1 contra Argentina. Recuerdo que 1 de los goles de Argentina fue fuera de lugar pero aun no habia VAR. Ni hablar.
Argentina pierde contra Alemania, Alemania contra España, y España queda campeón del torneo.
Cabe resaltar que el factor anímico de los jugadores se vio mermado por su director Técnico, Javier Aguirre, quien días antes dio declaraciones traicioneras en contra de "El Tri", nuevamente los jugadores hicieron lo que mejor saben hacer, dar el todo y ver que pasa.
La cultura de la traición, el pesimismo y negativad que tenemos muy pero muy arraigadas en la sangre cobró factura, el no apoyo del propio DT, minimizar un gran triunfo.
** 2 mundiales sin avanzar por una mentalidad negativa, sera acaso que se necesita un buen líder al frente de "El Tri" **
2014
Se gana contra Camerún, empata con Brasil (Atajando de Memo Ochoa) y gana contra Croacia. Este equipo era muy sólido y venía (a mi parecer) motivado por el buen resultado de la fase de grupos. Nuevamente las críticas por la prensa deportiva fueron muy duras pues no fue suficiente el empate contra Brasil quien jugaba de local (Brasileño brasileñooo yo te quiero preguntaaar, que se siente ser visitaante cuando juegas de local, esa porra estaba bien chingona) ¿Por qué no festejar y aceptar ese triunfo anímico?
Octavos de final contra Holanda y aqui que pasó?
Vas ganando todo el partido y no crees que lo puedes ganar, a que se deberá el miedo al éxito, veamos un poco de historia sobre éxitos de "El Tri"
-2005, 4 lugar en la Copa Confederaciones, fue el caballo negro de ese torneo. Un muy buen partido contra Alemania que termino en una derrota de 4-3, o sea meterle 3 goles a Alemania no es lo mismo que meterle 3 goles a el equipo del barrio, por favor, eso señores es un triunfo.
-2010 se hizo minimizó la victoria contra Francia, la selección que habia sido campeona en el torneo pasado.
-2014 se minimiza el empate contra Brasil.
De nuevo los pequeños triunfos no son suficientes y se minimizan.
Tal vez para alguien son pocos los triunfos, pero al fin y al cabo son triunfos, debemos aprender a aceptar un triunfo tal y como es y seguir moviendose, no es para regocijarse en las mieles del éxito (lo que pasó en 2002 contra USA es un claro ejemplo de lo dañino que puede ser sentarse en las mieles del triunfo), es simplemente aceptarlo con humildad y seguir adelante.
El partido contra Holanda lo pierde "El Tri" por la mentalidad de derrota que traemos acarreando desde la infancia: "Si vas a hacer las cosas hazlas bien si no, no lo hagas; ¡oh! le ganaste a tal persona, pues de seguro esa otra persona no era rival para ti, ganale al grandote aquel, al mas rápido, al mejor y a ver que tal; ¿Persiste contra el mejor? Claro que esperabas si eres basura para la competencia, mejor ve y compite con uno malo; ¿Ganaste el torneo? Pff torneo patito mejor haz otra cosa"..... Ejemplos como esos hay miles y por esos mismos ejemplos perdió "El Tri" ese partido contra Holanda. La prensa como carroñeros se le fueron con todo a los jugadores y al Técnico "Piojo Herrera" pero y los directivos de la FMF, por que no los tocan a ellos? Todos esos partidos moleros, la falta de compromiso con la afición, el manejo de jugadores estancados en México (Oribe Peralta jamas fue a Europa por que no lo dejaron, si asi era bueno, imaginense) a quienes les pagan una millonada en vez de que los dejen ir a evolucionar. En fin...
2018
Se le gana a Alemania (Otra vez, se le gana a un campeón del torneo) a Corea del Sur y pierde contra Suecia. Octavos contra Brasil y se pierde.
De nuevo a minimizar el triunfo contra Alemania, pero si Alemania jamas bajó las manos contra "El Tri". En mi opinión personal, creo que ahora los del golpe anímico fueron los alemanes quienes no supieron que pasó con "El Tri" y como un equipo de media tabla les ganó con un muy buen partido se fútbol y no estaban acostumbrados a perder con un equipo de media tabla.
Contra Brasil pues todo esta historia que les acabo de contar salió a relucir; La soberbia, el miedo al éxito, pesimismo y demas inseguridades que traemos acarreando desde la infancia cobran factura en momentos asi.
"El Tri" no a tenido un solo mundial a modo que en Octavos le toque un equipo fácil, con excepción de USA, se a competido en Octavos 1 vez con Alemania, 2 veces contra Argentina, 1 vez contra Brasil y 1 vez contra Holanda.
La próxima vez que piensen que "El Tri" es un equipo mediocre, piensen en que es una selección con desventajas enormes en comparación con sus anteriores rivales.
submitted by AlbrTO_1387 to mexico [link] [comments]


2020.03.03 16:28 axdiri RootedCON, el evento para “hackers” libre de “virus”

RootedCON, el evento para “hackers” libre de “virus”
RootedCON
Los próximos 5, 6 y 7 de marzo tendrá lugar la undécima edición de RootedCON, el congreso de Ciberseguridad más importante del panorama nacional. Asistirán más de 2500 profesionales de la seguridad informática y el hacking, que se darán cita para conocer de primera mano lo último sobre amenazas y riesgos en esta materia.
Últimamente son frecuentes las noticias que hablan de los ataques a empresas y gobiernos. Conceptos como “malware”, “ransomware” e incluso “ciberguerra” son cada vez más habituales. Y es que los datos y la información son un valor en alza que en el mercado negro se cotiza cada vez más alto.
Es por esto por lo que RootedCON se preocupa en acercar el conocimiento a todo tipo de asistentes venidos de todas las partes del mundo. Estudiantes, informáticos, profesionales del ámbito de la seguridad, hackers y Fuerzas y Cuerpos de Seguridad del Estado se sientan juntos. Y es que el principal lema de este congreso es “hacer COMUNIDAD”.
Como novedad, en esta edición durante la noche del viernes 6 de Marzo se celebrará la RootedCON Hacker Night, un encuentro que reunirá a los mejores especialistas en “Bug Bounty”. Programas éticos enfocados a la búsqueda de vulnerabilidades en empresas, y donde habrá más de cien mil euros en juego, además de un premio adicional de tres mil euros al mejor especialista.
El evento contará con más de 2500 profesionales y destacarán charlas donde además de hablar sobre los temas más actuales, se vulnerará la seguridad de los contadores eléctricos inteligentes y también se hackeará un vehículo en directo.
También se contará con más de 70 ponentes entre los que destacan por su importancia Ofelia Tejerina, presidenta de la Asociación de Internautas, Abraham Pasamar, uno de los mejores especialistas españoles en Informática Forense o la participación de Chema Alonso, el actual CDCO de Telefónica que es un habitual en este congreso.
Multitud de empresas colaboran de forma activa con RootedCON para la organización del evento. Entre las empresas más destacadas se encuentran CCN-CERT, Sealpath, Tarlogic, Yogosha, Airbus, Capgemini, Telefónica, Everis, DXC y RSA entre otras.
El evento tendrá lugar los próximos 5, 6 y 7 de marzo en Kinépolis Madrid, Ciudad de la Imagen. Las entradas se pueden conseguir a través de la página web, donde además se puede consultar la programación de actividades.
submitted by axdiri to seguridadinformatica [link] [comments]


2020.01.22 22:53 Wotanmu Enrico Dandolo (1107-1205)

Enrico Dandolo (1107-1205)
Proveniente de una importante familia de oligarcas venecianos, Enrico Dandolo fue elegido dux de Venecia en 1192, cargo que ocupó hasta su muerte en 1205.
Se trató de la máxima figura de la extinta República Serenísima de Venecia, la cual duró 1000 años (697-1797) y acuñó algunos nombres que pasarán a la posteridad por sus arrojos de heroísmo, gestión de crisis e inteligencia. El propio Dandolo era una figura muy respetada en vida, tanto por sus compatriotas como por los mandatarios extranjeros, quienes valoraban su sensatez, sabiduría y prudencia. Como detalle pintoresco, cabe destacar que Dandolo se fue quedando ciego a lo largo de su adultez, y prácticamente ya era ciego a la hora de ser elegido dux de Venecia, así que durante todo su mandato tuvo que convivir con esa discapacidad, lo cual generaba un raro clima de cara a sus aliados y a sus enemigos.
En el año 1201 se llamó a una IV Cruzada en Oriente Medio y se pidió formalmente la participación veneciana. El estado veneciano debía transportar a unos 35.000 hombres desde Venecia hasta Tierra Santa, servicio por el cual estaría trabajando todo un año hasta 1202 para construir y adaptar las galeras necesarias. El presupuesto pasado por Venecia a los príncipes cruzados constaba de un servicio de un año de acarreo a lo largo del Mediterráneo Oriental, más comida y suministros durante, más galeras de protección, además de los transportes y sus respectivas tripulaciones. El precio era altísimo, equivalente a los ingresos por impuestos de todo un año de Francia. Los cruzados aceptaron, y Venecia entonces puso todos sus recursos humanos y materiales a disposición de la IV Cruzada. De fracasar la empresa el estado veneciano -es decir las familias oligárquicas que lo componían- hubiera quedado literalmente en bancarrota.
Llegada a la fecha pautada Venecia tenía todo listo; no así los cruzados, quienes fueron llegando de a tandas desorganizadas y no alcanzaron a reunir ni los soldados ni el dinero necesario para pagarle a Venecia. A partir de entonces todo fue un juego de gestión de crisis, en donde el dux tuvo que negociar y renegociar cada detalle para que la empresa no se viniera abajo. Demás está decir que tener unos 20.000 soldados apostados en las inmediaciones de Venecia no ofrecía ninguna garantía de seguridad nacional, en caso de que se cancelara la cruzada y hubiera tenido que explicarle a esos hombres que habían dejado su vida en pos de una aventura que los haría ricos y redimiera sus almas que debían sencillamente volver a casa. Venecia era una de las ciudades más ricas del mundo, y hubiese sido carne de cañón para un ejército de hombres hambrientos e indignados.
Se llegó a un acuerdo que dignificara los intereses venecianos: condonando una parte de la deuda, los cruzados aceptaban ser comandados por el propio Dandolo hacia un cúmulo de ciudades cristianas de los Balcanes a las cuales Venecia cada tanto tenía que someter para que volvieran a ser parte de su órbita. Es decir, la Cruzada, en lugar de ir a por el enemigo musulmán, iniciaba su viaje atacando reinos y ciudades cristianas. El Papa estaba indignado y amenazaba continuamente con la excomunión de los cruzados (líderes y soldados) y de los venecianos. Dandolo y los líderes cruzados no vieron más remedio que seguir adelante; de lo contrario la situación se hubiera descontrolado y todos ellos hubiesen quedado en la ruina y empalados. El propio Dandolo supo utilizar inteligentemente su imagen, la de un hombre nonagenario y ciego, para dar un brillante discurso en la plaza de San Marcos, en donde anunciaba que él, un anciano decrépito y discapacitado, se unía a la guerra por Cristo. Los cruzados y los venecianos, coléricos, lo aplaudieron y echaron a llorar ante tal acto de entrega humana.
Comenzó el viaje, y entre tanto se atacaban ciudades (todas cristianas), se las saqueaba (para remunerar a los soldados) y se entrecruzaban mensajes con el Papa, el tiempo avanzaba y corría riesgo de terminarse el año de transporte acordado. Además los cruzados seguían sin pagarle en efectivo a los venecianos, con lo cual no habría dinero para proseguir la expedición. Es entonces cuando aparece un candidato al trono bizantino, el cual les explica a los cruzados que había sido depuesto por su tío, Alejo III, y que si los cruzados se ofrecían como ejército para impulsar su candidatura, él sería muy generoso retribuyéndolos una vez vistiera la púrpura. Dandolo, consciente de que Constantinopla era la llave al Mar Negro, negoció importantes concesiones a los comerciantes venecianos, como ser puertos y barrios comerciales enteros para ser puestos a disposición de Venecia. El trato se cerró, y el ejército cristiano volvió a ponerse en marcha para atacar otra ciudad cristiana... la más importante de todas en aquel entonces: Constantinopla.
El plan, según este candidato, era sencillo: presentarse frente a las murallas, por tierra y por mar, mostrar los músculos del impresionante ejército, y dejar que los partidarios del candidato lleven a cabo un golpe de palacio, de modo que éste pueda entrar sin violencia en la ciudad y coronarse sin derramar una gota de sangre. Y entonces el ejército cruzado podría proseguir su camino a Tierra Santa, ahora con renovados recursos.
El problema es que nada de esto ocurrió. No había ni un sólo noble dispuesto a apoyar al candidato bizantino, con lo cual la flota veneciana y el ejército de tierra quedaron varados en tierras que rodeaban Constantinopla, siendo poco a poco encerrados por el ejército que el emperador Alejo III comenzaba a reunir. Entonces la crisis pasó a un nuevo nivel: no había comida, dinero, los líderes cruzados estaban enfrentados, y para colmo su destino era el abismo. Si disolvían la cruzada y volvían a casa hubieran caído en la más mundana de las desgracias. Entonces Dandolo hizo una jugada diplomática de último momento, convocando a todos los líderes cruzados a parlamentar y explicarles su plan: no tenían más remedio que quedarse en Constantinopla y luchar... tomar la ciudad, poner por la fuerza al candidato imperial y presionarlo para que cumpla sus promesas una vez afiance su poder. Pues eso hicieron, y así comenzó el sitio a Constantinopla de 1203.
En un primer momento los bizantinos resistieron, y debido a la falta de recursos todo parecía indicar que los sitiadores se iban a morir de hambre antes que los sitiados. Los cruzados comenzaron a peinar los pueblos y ciudades del Bósforo, pero no era suficiente. Dandolo y los líderes cruzados llegaron a la conclusión de que necesitaban tomar por asalto a la ciudad, cueste lo que cueste, pues ésta no iba a rendirse por motus propio. El problema era que la ciudad era inexpulganable por tierra y por mar, ya que contaba con inmensas murallas que la cubrían desde todas partes. Sin embargo, las murallas marítimas eran ligeramente más bajas que las terrestres, y la flota veneciana tenía acorralada a la patética flota griega que a lo sumo podía defender una cadena que hacía que los barcos venecianos no descarguen máquinas de asedio directamente en las afueras de la ciudad. Los ingenieros venecianos diseñaron un sistema de puentes levadizos añadidos a las vergas de los veleros que sirvieran para que, desde los barcos, los hombres pudieran apostarse sobre las torres y las murallas y pelear cuerpo a cuerpo con los defensores, así como desde tierra se solían poner escaleras para trepar a los muros en los típicos asedios. El ataque, dirigido por los líderes cruzados por tierra y por Dandolo por mar, fue perpetrado simultáneamente. Por tierra los bizantinos resistieron, y por mar las galeras venecianas no alcanzaban a ser suficientes como para desequilibrar las murallas marinas y tomar al menos una torre.
En un momento drástico, cuando parecía que los defensores lograban con éxito expulsar a las galeras venecianas y sus escalas, cuando parecía que todo estaba perdido y que se auspiciaba la retirada, el viejo dux ciego de 96 años se posa sobre la proa del buque insignia de la armada veneciana, con la bandera de San Marcos ondeando al viento junto a él, armado hasta los dientes, y con una mano libre ordena al comandante del buque que se dirija hacia adelante, hacia las murallas. Al ver esta imagen, la de un anciano decrépito, ciego, arrojándose hacia adelante en una entrega apasionada, con la bandera roja y el león doraro y alado que sostiene el libro que cita <> ("La paz sea contigo Marcos, mi evangelista"), todos los comandantes venecianos ordenaron un ataque total sobre la muralla, lo cual desequilibró la defensa y abrumó a los bizantinos... y al poco tiempo, ese ataque colérico y frenético derivó en la toma de una parte de la muralla por parte de los venecianos, lo cual fue retenido con uñas y dientes por los atacantes, que más tarde pudieron iniciar un incendio devastador dentro de la ciudad, lo que generó el caos en la población y al poco tiempo ésta se amotinó contra su emperador, Alejo III, quien tuvo que huir de la ciudad y entregarla a los cruzados.
El candidato bizantino, ahora coronado Alejo IV se hizo con el control del desordenado país e intentó, como pudo, suplir las necesidades de los venecianos y de los cruzados. A los venecianos les concedió nada menos que el control de importantes puertos y barrios comerciales en todo el imperio. No obstante había hecho unas promesas demasiado exageradas, y por tanto imposibles de cumplir, de modo que poco a poco la situación volvió a descontrolarse, al punto en que el nuevo emperador fue tumbado por otro, autoproclamado Alejo V, el cual terminó poniéndose en pie de guerra con los cruzados para expulsarlos.
Dandolo, nuevamente, haciendo uso de sus espectaculares dotes de árbitro y consejero, les hizo ver a los cruzados que si se retiraban del Bósforo todo habría sido en vano, y que no les daban los recursos para continuar. Con lo cual, no quedaba más remedio que tomar por la fuerza lo que el (ex-)emperador Alejo IV les había prometido. Entonces se prepararon para un nuevo sitio, repitiendo sus tácticas, y teniendo éxito nuevamente. Ahora, derrotado Alejo V ya no había emperador con el cual negociar, de modo que los cruzados y los venecianos terminaron por adueñarse y conquistar el mismísimo Imperio Bizantino (entonces en occidente se conocía como Regnum Romaniae o Regnum Romanorum, es decir "Reino de Romania" o "Reino de los Romanos", respectivamente). Decidieron partirlo en cierto número de entidades políticas irrelevantes, lo que le facilitó el camino a una gran amenaza que la cristiandad, incluída Venecia, más adelante lamentaría profundamente: los turcos. El área circundante de Constantinopla pasó a llamarse Imperio Latino, entidad débil y frágil que duraría unos 60 años hasta que la nobleza greco-romana lograra reinstaurar el Imperio Romano de Oriente (hoy lo conocemos como Imperio Bizantino).
En esta partición, en tanto los líderes se disputaban regiones improductivas o como mucho agrícola-ganaderas, Venecia, bajo la sabia visión de Dandolo, pujó por lo que a nadie parecía interesarle, pero que era lo fundamental: los puertos, los barrios comerciales y la libertad de acceso al Mar Negro, la llave del comercio con los futuros dominios mongoles, que servían de ruta secundaria para comerciar con el Extremo Oriente.
Enrico Dandolo murió en 1205, apenas después del éxito del segundo sitio de Constantinopla (1204). De hecho, desplegando una vez más su gran energía vital se hallaba en plena campaña de ataque a los búlgaros, los cuales quisieron tardíamente llevarse un pedazo de pastel bizantino pero los cruzados no lo permitieron. Los cruzados y los venecianos se cobraron todos las pérdidas a costa de los territorios cristianos conquistados, y el populacho de soldados hizo lo propio con el saqueo de Constantinopla de 1204, el cual fue un verdadero descontrol y prácticamente no hubo cristiandad que valga.
La IV Cruzada, como tal, fue un completo fracaso en cuanto al objetivo fundamental que era el de atacar Tierra Santa y Egipto. El Islam salió fortalecido de esta guerra descontrolada entre cristianos, la cual fue una y otra vez improvisada sobre la marcha y tuvo como principal potencia beneficiada a Venecia. La serenísima república no había tenido la culpa de que la cruzada degenerara en un montón de agresiones, desencuentros y destrucción entre cristianos; simplemente se dedicó a gestionar una grave crisis, intentando caer parada lo mejor posible. Sin embargo, en adelante sería un lugar común el echarle la culpa a Venecia por todo lo sucedido, pues el trato despectivo hacia "los venecianos" y su "ruin ánimo de lucro" eran motivo constante de despotrique en las mentes piadosas de la cristiandad. A pesar de esto, a partir de entonces Venecia se expandiría por todo el Mediterráneo Oriental, conquistando islas importantes como Corfú, Creta, Negroponte y Chipre, inaugurando un sistema colonial que luego los imperios de ultramar occidentales terminarían copiando.
El cuerpo de Enrico Dandolo yace en la moderna Istanbul, en la catedral de Santa Sofía. Durante toda la historia veneciana fue venerado como un prócer nacional; lugar que por supuesto tenía más que merecido, y sirvió de inspiración para futuros sucesos en donde la pequeña Venecia se enfrentó a enemigos muy superiores en tamaño y recursos humanos, teniendo que sacar de su ingenio las respuestas a problemas inmensamente complejos.
Enrico Dandolo no sé si hoy estará en el recuerdo colectivo de la moderna Italia. Probablemente sí en la región de Véneto, en alguna medida... pero en su tiempo, así como el Mar, San Marcos, el dux Orseolo, el almirante Pisani, y otras figuras y conceptos, se convirtió en una pieza clave de la mitología veneciana. Prácticamente fue, desde entonces, la fuente de inspiración que le permitió a los venecianos apelar a los sentimientos más profundos de cara a las situaciones más difíciles que tuvieron que enfrentar.

Enrico Dandolo (por Domenico Tintoretto, ca. 1600).
Juramento de Enrico Dandolo ante los comandantes cruzados anunciando su participación como comandante en jefe de las fuerzas venecianas (Gustavo Doré, antes de 1883).
Bandera de San Marcos.
Tumba de Enrico Dandolo (catedral de Santa Sofía, Istanbul).
submitted by Wotanmu to u/Wotanmu [link] [comments]


2020.01.20 12:09 Guille90 Tips para llevar vaqueros

Al ser el denim un material tan asequible y versátil, las mujeres pueden preguntarse cómo llevar vaqueros en casi cualquier situación. Los vaqueros ya no son sólo un par de pantalones duraderos. Vienen en una amplia gama de precios y estilos, incluyendo pantalones vaqueros para mujeres de tallas grandes. Puede encontrar un par de vaqueros económicos en casi cualquier lugar, pero también puede encontrar diseños de alta gama que cuestan tanto como varios pares juntos. Tantas mujeres están constantemente a la caza de ese par perfecto de jeans que una vez que los encuentran, quieren usarlos tanto como sea posible.
Cómo usar jeans para diferentes ocasiones
Los vaqueros pueden llevarte desde una cita del miércoles por la noche hasta un viernes informal en la oficina o una salida de fin de semana. Son así de flexibles. Sin embargo, para causar la mejor impresión en su tela vaquera favorita, asegúrese de llevar los vaqueros de la manera correcta y de usar los accesorios adecuados. Aún así, hay algunas situaciones en las que incluso el vaquero más elegante no será apropiado.
Incluso si los vestidos son más de tu estilo, puedes llevar el par de vaqueros adecuado en una cita y lucir tan sofisticada como si tuvieras un pequeño vestido negro. Lo principal que quieres recordar al elegir los jeans para las citas es el color: cuanto más oscuro, mejor para un atractivo chic en general. Los vaqueros oscuros parecen más unos pantalones que sus homólogos lavados con ácido, que están pasados de moda. Otro punto a tener en cuenta es el ajuste. Los pantalones elegantes son más elegantes que los holgados y también adelgazan. No olvide tampoco el zapato de tacón alto, ya sea una bomba o una sandalia. Añade un top elegante, joyas y un bolso complementario y tu look estará completo.
Consejos para usar jeans
Para las mujeres que se preguntan cómo usar los jeans para el ajuste más favorecedor, tenga en cuenta estos puntos:
Los vaqueros de cintura alta hacen que tus piernas parezcan más largas. Incluso cuando los vaqueros que abrazan la cadera están de moda, no todo el mundo puede llevar los vaqueros más modernos y verse bien en ellos. Uno de los principales problemas de los vaqueros de cintura baja es que cuando te agachas, tu ropa interior suele ser visible. Los vaqueros con cintura más alta no sólo te ayudan a evitar el problema de que se te caiga algo, sino que también hacen que tus piernas parezcan más largas, un punto importante para las mujeres con piernas cortas.
Los vaqueros deben caer más allá del tobillo cuando se usan tacones. Las mujeres pequeñas que usan tacones altos con jeans deben recordar siempre elegir un par que caiga más allá del tobillo. Esto alarga la pierna de una manera favorecedora y es un buen consejo para las mujeres que no son tan pequeñas.
Elija ajustes clásicos para la longevidad. Los vaqueros ajustados, los vaqueros de piernas anchas y los vaqueros de tiro bajo entran y salen de moda, pero si quieres unos vaqueros que duren toda la temporada, elige un par que no sólo te quede bien, sino que te favorezca en lugar de unos vaqueros que sólo son parte de la última tendencia de la moda.
submitted by Guille90 to disenomodahogar [link] [comments]


2020.01.20 03:58 altovaliriano Arya Stark

Mais uma vez o “sábado de personagens” deslocado para o domingo. E mesmo assim atrasa...
Hoje, Arya Stark é a personagem da semana.
Arya é literalmente a filha do meio de Catelyn e Eddard. A terceira de cinco. A segunda do sexo feminino. Mas é a única criança de Catelyn que se parece com uma Stark. Esta constatação, isoladamente, já revela como Arya se diferencia de seus irmãos.
Porém, o caso de Arya vai mais além. Ela herdou o espírito selvagem da família de Eddard, sendo especialmente parecida com sua falecida tia Lyanna. Talvez por isso que Ned tenha tanta tolerância com Arya e seus ímpetos aventureiros e inclinações marciais. De todo modo, Ned não poderia alegar desconhecer que sua filha não aceita exercer os papéis que são relegados às mulheres nos Sete Reinos:
– E eu posso ser conselheira do rei, construir castelos ou me tornar Alta Septã?
– Você – disse Ned, dando-lhe um suave beijo na testa – casará com um rei e governará seu castelo, e seus filhos serão cavaleiros, príncipes e senhores e, sim, talvez mesmo um Alto Septão.
Arya fez uma careta.
– Não – ela protestou –, esta é a Sansa – dobrou a perna direita e voltou aos exercícios deequilíbrio. Ned suspirou e a deixou ali.
(AGOT, Eddard V)
A natureza diferenciada de Arya, porém, tem seus custos. E o principal custo é sua convivência com sua irmã Sansa. Martin chegou a declarar (vide seção abaixo) que Arya foi criada primeiro, mas que a personagem estava muito bem relacionada com os demais irmãos. Assim, ele sentiu que era necessário criar Sansa para atazana-la.
De fato, o papel de Sansa e Jeyne Poole é apenas o de ridicularizar Arya e fazer com que ela frequentemente sentisse que não tinha competência para desempenhar os papéis que eram esperados dela como mulher. Ao longo dos livros, estes sentimentos parecem não se alterar. De modo que fica cada vez mais evidente que o afeto que as irmãs nutrem uma pela outra é, no máximo, distante:
Sansa era educada demais para sorrir da desgraça da irmã, mas havia o sorriso afetado de Jeyne no seu lugar. (AGOT, Arya I)
Arya saíra ao senhor seu pai. Os cabelos eram de um castanho sem brilho, e o rosto, longo e solene. Jeyne costumava chamá-la Arya Cara de Cavalo, e relinchava sempre que ela se aproximava. (AGOT, Arya I)
Sansa sonhara em ter uma irmã como Margaery; bela e gentil, com todas as graças do mundo às suas ordens. Arya havia sido completamente insatisfatória no que tocava a ser irmã. (ASOS, Sansa II)
A Agulha era Robb, Bran e Rickon, a mãe e o pai, até Sansa. (AFFC, Arya II)
Dentre seus irmãos, Arya somente desfruta de um relacionamento próximo com seu “meio-irmão” Jon Snow. Não é coincidência que Jon seja outra pessoa por quem Sansa nutre um afeto distante. Arya e Jon dividem algumas características. Ambos não se adaptam bem à atual dinâmica familiar de Winterfell e são os parentes de Eddard que mais se assemelham a ele. Estas peculiaridades provavelmente foram as responsáveis por unir Jon e Arya.
Entretanto, muitos leitores enxergam mais do que isso. Há durante toda a saga diversos momentos em que os “meio-irmãos” pensam um no outro em contextos que sugerem inclinações românticas, ainda que platônicas.
GRRM afirma (vide seção abaixo) que tais indícios eram fortes no primeiro livro, quando ainda existia a idéia de tornar Jon e Arya um par romântico, mas que isso foi sumindo dos livros ao longo da saga. Tudo não poderia ser algum tipo de complexo fraterno.
Entretanto, não é o que se verifica nos livros seguintes. A última vez que Arya e Jon se viram foi no começo de A Guerra dos Tronos, mas eles ainda estão pensando carinhosamente um no outro mesmo nos mais recentes volumes da série:
Ygritte trotou para o lado de Jon enquanto este reduzia o passo do garrano. Ela dizia ser três anos mais velha do que ele, embora fosse quinze centímetros mais baixa; qualquer que fosse a sua idade, a garota era uma coisinha rija. Cobra das Pedras chamara-a de “esposa de lança” quando a tinham capturado no Passo dos Guinchos. Não era casada e sua arma favorita era um pequeno arco curvado feito de chifre e represeiro, mas “esposa de lança” ajustava-se a ela mesmo assim. Lembrava a Jon um pouco sua irmã, Arya*, embora esta fosse mais nova e provavelmente mais magra. Era difícil dizer se Ygritte era magra ou gorda, comtodas as*peles que usava.
(ASOS, Jon II)
Ela nunca se incomodara em ser bonita, mesmo quando era a estúpida Arya Stark. Apenas seu pai já lhe chamara daquilo. Ele, e Jon Snow, algumas vezes*. Sua mãe costumava dizer que ela poderia ser bonita se lavasse e escovasse o cabelo e tomasse mais cuidado com suas roupas, do jeito que a irmã fazia. Para a irmã, as amigas dela e todo o resto, ela fora apenas Ary a Cara de Cavalo. Mas estavam todos mortos agora, até mesmo Arya, todos menos seu meio-irmão Jon. Algumas noites, ela ouvia falarem dele nas tavernas e bordéis do Porto do Trapeiro. O Bastardo Negro da Muralha, os homens o chamavam.* Nem mesmo Jon teria reconhecido a Cega Beth, aposto. Aquilo a deixava triste*.*
(ADWD, A Garota Cega)
Em todo caso, qualquer que seja, foi este sentimento que moveu Jon Snow a abandonar seus votos e desertar a Patrulha. Assim, é algo que move Jon em direção à Arya e o leva a aceita-la da forma que ela é.
Tal qual Eddard, Jon não desdenha da aptidões de Arya. Ele foi, em verdade, o primeiro patrocinador delas, antes mesmo do pai. Ao presentar a “irmã” com Agulha, Jon semeou o terreno para que Eddard oferecesse a Arya um treinamento de dançarina da água. É notório que Eddard estava tentando desviar Arya de ambições maiores (como a cavalaria, por exemplo), mas a história de Agulha e o treinamento com a Syrio Forel forem responsáveis por plantar prenúncios frutíferos na história.
O primeiro foi tornar Braavos uma cidade com a qual Arya tinha uma ligeira familiaridade. Assim, quando ela tivesse que ir para lá, não parecesse um total tiro no escuro. A segunda é a frase que Jon Snow diz antes mesmo de presentar a irmã:
Quanto mais tempo ficar escondida, mais severa a penitência. Costurará durante todo o inverno. Quando chegar o degelo da primavera, encontrarão seu corpo ainda com uma agulha bem presa entre os dedos congelados.
(AGOT, Arya I)
Muitos leitores veem nesta frase um prenuncio de que Arya poderia morrer durante a Batalha pela Alvorada. Assim, caso se corpo fosse encontrado com a espada Agulha presa às suas mãos, saberíamos que as palavras inocente de Jon se provaram proféticas. Até mesmo poderia servir para que o corpo de Arya fosse identificado mesmo se ela estivesse com um rosto diferente.
Outro fato de nota que ocorreu a Arya antes de partir para Porto Real e todas as aventuras que se seguiram daí foi a adoção da loba gigante Nymeria. Ainda que soe natural que Arya daria um nome de uma mulher ousada para sua loba, a referência dornesa parece de alguma forma distante demais da realidade nortenha para que não haja algum significado nesta escolha... ou talvez seja apenas um detalhe de construção de mundo.
Qualquer que seja o caso, Nymeria e Arya foram separadas com pouco tempo de criação e adestramento. Este tempo,entretanto, foi suficiente para que o dom como troca-peles de Arya fosse despertado. O fato de que Nymeria conseguiu sobreviver ao ser forçada a fugir foi determinante para o desenvolvimento à distância das aptidões de Arya.
Plantadas estas idéias no leitor, Martin segue até o final de A Guerra dos Tronos fazendo com que Arya passe por horas de treinamento, ocasionalmente usando-a como espectadora de eventos inusitados, como o encontro entre Illyrio e Varys no subsolo da Fortaleza Vermelha. Um fato curioso deste encontro é que Arya observa bem a fisionomia de Illyrio, mas não a de Varys (que está disfarçado). Dessa forma, uma amiga me questionou se isso não seria um indício de que Arya poderia ter que acabar recusando uma missão da Casa do Preto e do Branco para matar Illyrio no futuro, pois o “conhece”. É uma questão a se pensar...
De toda forma, Arya presencia em mais vivacidade o massacre dos homens Stark no momento da prisão de seu pai, assim como está presente quando ele tem sua cabeça cortada. A fuga da Fortaleza Vermelha, inclusive, a provoca a matar uma pessoa pela primeira vez na vida: um cavalariço de sua idade que poderia denunciá-la.
Quando Yoren a extrai de Porto Real para leva-la ao Norte, Arya começa a ter que sobreviver em meio ao luto. Assim como Sansa, Arya é deixada em circunstância hostis. Durante os A Fúria dos Reis, ambas as garotas suportam muitos abusos e humilhações, mas ao menos Sansa pôde contar com relativo conforto. Da parte de Arya, ainda que ela desde pequena se sinta à vontade em meio à plebe, a jornada se prova particularmente árdua. Especialmente porque Arya se vê pela primeira vez vivendo sobre uma nova identidade.
Após a morte de Yoren, não demora para que o grupo de órfãos vire presa de Gregor Clegane e seu bando. Conforme se passam no cárcere, Arya começa a bolar sua famosa lista, com todas as pessoas que ela julga responsável por trazer sofrimento a ela e àqueles ao seu redor. O que é curioso é que, apesar de listar o Rei Joffrey entre os albos, a garota de 9 anos não tenha o discernimento de que sua lista somente mira em capangas e fantoches, mas esquece de vilões de verdade, como Tywin Lannister.
Essa falta de discernimento se repete quando Arya está em Harrenhal e Jaqen a oferece 3 mortes em troca das vidas que ela salvou do incêndio. Novamente, a garota Stark se limita a indicar nomes sem importância. Quando surge a ideia de nomear Tywin Lannister, sentimentos nacionalistas a fazem burlar a barganha de Jaqen para convencê-lo a ajudá-la na libertação dos prisioneiros nortenhos e dos homens Frey. Portanto, Arya não demonstra não empregar seu potencial assassino para grandes causas, atendo-se a pequenas vinganças e revanches.
Ainda assim, Jaqen entrega a Arya a moeda de ferro que mais tarde a levaria a Braavos para o treinamento junto aos homens sem rosto. O que causa curiosidade seria o motivo pelo qual Jaqen selecionou a menina. O perfil dela não combina com o da seita, como vemos ao longo de Festim dos Corvos e Dança dos Dragões. Sem falar que ele a presenciou fazendo uma barganha contra o próprio Jaqen.
Fora de Harrenhal, Arya acaba novamente sendo feita prisioneira alguns dias depois de partir. Mas dessa vez, é reconhecida e fica permanentemente na expectativa de ser levada a sua mãe, não importa se vendida ou simplesmente entregue. Mas o objetivo da viagem que Martin a impõe é conhecer os efeitos da guerra sobre as Terras Fluviais, sob o ponto de vista dos camponeses.
Antes que essa jornada termine, porém, duas coisas ocorrem: Arya é raptada por alguém em sua lista (Sandor Clegane) e Roose Bolton informa que encontrou Arya e vai enviá-la ao Norte.
Como GRRM gosta de lembrar as semelhanças entre Arya e Lyanna, não há como não enxergar em seu rapto ecos do rapto de sua tia por Rhaegar Targaryen. Talvez haja aqui algum paralelismo que estamos deixando de enxergar. Mas as distinções são bem claras. Sandor estava levando Arya de volta pra casa, enquanto Rhaegar estava levando Lyanna para longe do Norte. Um detalhe incidental nesta questão é que Sandor “morre” à beira do Tridente tal qual Rhaegar (ainda que este tenha morrido no vau rubi, local que Arya e Sandor evitaram).
Quanto ao segundo evento, a farsa de Jeyne Poole como a falsa Arya permitiria que a verdadeira se tornasse, de fato, ninguém. A intenção, claro, era fechar uma ponta para resgatar a história dali a 5 anos, quando Jeyne Poole já estivesse estabelecida como Arya. Neste futuro que nunca aconteceu, Arya haveria florescido, o que era a intenção de Martin. Ele sempre cita como as histórias dos adultos não tinha tempo para esperar que “Arya chegasse a puberdade”.
De fato, como Arya é comparada com Lyanna diversas vezes, seria de se esperar que a puberdade lhe avivasse a beleza selvagem e que já a víssemos em Braavos em estado avançado de seu treinamento. Se sabe que o primeiro capítulo de Arya em Os Ventos do Inverno foi escrito antes de Martin abandonar o salto de 5 anos, portanto, as circunstâncias que ela parece que vai viver agora aos 11 anos seriam aquelas que, originalmente, se pensava que ela viveria ao 16 anos (aproximadamente a mesma idade que Lyanna tinha quando morreu).
Porém, o caminho seguido em O Festim dos Corvos e A Dança dos Dragões foi acompanhar o treinamento de Arya desde o começo. Muitos leitores acusam estes capítulos de serem encheção de linguiça, mas eu os entendo apenas como lentos. Há 3 linhas mestras acontecendo neles: 1) modificações na política de Braavos, 2) conflitos internos da própria Arya não querendo abandonar sua herança Stark, 3) revelação de segredos da Casa do Preto e do Branco.
Caso o salto temporal houvesse ocorrido, eu imagino que os 2 primeiros itens poderiam ser contados facilmente via flashbacks, sem necessidade de presenciarmos as sementes serem plantadas (que é o que Martin parece ter feito ao longo de Festim e Dança). Porém, o terceiro item me parece ser o cerne dos capítulos de Arya, como ou sem salto temporal.
Era de se esperar que os sacerdotes não fiquem contando segredos a acólitos tão novos como Arya. Mas o Homem Gentil parece estar estranhamente aberto a instruir uma aprendiz com menos de 1 ano de Casa sobre a história da seita e lhe permitir fazer missões com rostos novos. E Arya não está se provando ser digna dessa confiança.
Bem, na série da HBO, a Casa do Preto e do Branco tentou eliminar Arya, mas ela simplesmente se mostrou superior ninguém sabe como. Em A Dança dos Dragões, Arya demonstrou estar um passo à frente do Homem Gentil entrando na pele de um gato de rua que a seguiu até o templo. Com este truque ela conseguiu descobrir que era o sacerdote quem a surrou quando estava cega.
Muitos leitores especulam que esta habilidade sobrenatural seria uma vantagem que Arya usaria para trapacear nos treinamentos, haja vista que não é uma habilidade pela qual Homens Sem Rosto são famosos. Daí, afirmam esses leitores, quando a convivência na Casa do Preto e do Branco se tornar insustentável e um Homem Sem Rosto for enviado para eliminar a discípula rebelde, os poderes de troca-pele são o diferencial que faria com que Arya sobrevivesse ao ataque do assassino e pudesse escapar de Braavos para Westeros.
O retorno de Arya a Westeros é outra icógnita. Atualmente não sabemos de motivos que a tirariam de Essos. Alguns apontam a morte de Jon Snow como o combustível. Mas eu costumo argumentar que Arya matou o cantor Dareon simplesmente por ele ser um desertor, como Jon. Outros acreditam que Arya saberá sobre o próprio casamento com Ramsay e virá a Westeros para desfazer a farsa. E, por fim, há aqueles que dizem que ela simplesmente voltará para matar Freys, Boltons e o restante de sua lista.
Porém, há um grande consenso que esta volta implicará em um encontro com sua mãe, agora na forma de Senhora Coração de Pedra. Alguns acreditam que este encontro será chocante o suficiente para mudar a cabeça de Arya com relação ao seu desejo de vingança. Outros acreditam que a confluência de objetivos só tornará tudo duplamente letal.
Bem, qualquer quer seja o desfecho da história, ainda não foi publicado. Nos resta especular.

Declarações de GRRM sobre Arya

PERGUNTAS

  1. Jon e Arya têm inclinações românticas reais (ainda que platônicas) um pelo outro? Ou é apenas Freud em ação?
  2. A frase de Jon sobre Arya ser encontrada congelada com agulha na mão é um presságio de que ela morrerá na batalha da alvorada?
  3. O fato de ter nomeado sua loba como Nymeria, revela que Arya teria alguma propensão para viajar a Dorne nos próximos livros?
  4. Os poderes de troca-pele de Arya são alguma forma de trapaça para o treinamento dos Homens Sem Rosto?
  5. O rapto de Arya por Sandor ecoa de alguma forma o rapto de Lyanna por Rhaegar?
  6. Você acha que os capítulos de Arya em Braavos estão mais para encheção de linguiça ou escalada de tensão?
  7. Que diferença você acha que o abandonado “salto temporal de 5 anos” faria na história de Arya pós-A Tormenta de Espadas?
  8. Você acredita que os poderes de troca-peles de Arya a farão uma assassina particularmente perigosa entre os Homens Sem Rosto?
  9. O que você acha que vai levar Arya de volta a Westeros?
  10. Você acredita que Arya se encontrará novamente com seus irmãos, Jeyne Poole ou Senhora Coração de Pedra? Caso positivo, que tipo de reação você espera que ela tenha nestes encontros?
submitted by altovaliriano to Valiria [link] [comments]


2019.07.19 20:35 RadfemXX__ El legado duradero de Florynce Kennedy, luchadora feminista negra

VARIAS DECADAS DESPUÉS de los trastornos políticos de la década de 1960, muy pocas personas reconocen el nombre de la activista y activista feminista negra Florynce "Flo" Kennedy (1916-2000). Sin embargo, durante finales de los años sesenta y setenta, Kennedy fue la feminista negra más conocida del país. Al informar sobre el surgimiento del movimiento de mujeres, los medios de comunicación cubrieron su membresía temprana en la Organización Nacional de Mujeres (NOW), su liderazgo en innumerables protestas en el teatro de guerrillas y su trabajo como abogada ayudando a derogar las leyes restrictivas del aborto en Nueva York. De hecho, la feminista negra Jane Galvin-Lewis y las feministas blancas Gloria Steinem y Ti-Grace Atkinson reconocen a Kennedy por ayudar a educar a una generación de mujeres jóvenes sobre el feminismo en particular y sobre la organización política radical en general.
Sin embargo, el activismo de Kennedy está marginado o completamente borrado de la mayoría de las historias del feminismo de la "segunda ola". Esas raras referencias a Kennedy usualmente la destacan como una de las pocas mujeres negras en el movimiento de mujeres. Kennedy es un ejemplo significativo de la exclusión de los organizadores feministas negros clave de la mayoría de los eruditos feministas en el movimiento: la eliminación de su papel crítico habla de las formas en que la literatura feminista no ha visto a las mujeres negras como progenitoras del feminismo contemporáneo.
En respuesta a tal efecto histórico, este artículo resucita la contribución política de Kennedy al radicalismo de los años sesenta y descubre una política y práctica feminista negra que no solo estaba conectada al movimiento feminista dominante sino que también estaba estrechamente relacionada con la lucha del Poder Negro. Desafía las rígidas dicotomías entre el Poder Negro y los movimientos de mujeres e ilumina la centralidad del feminismo negro y Flo Kennedy para ambos movimientos.
Kennedy afirmó que ella podía "entender mejor el feminismo [y el sexismo] debido a la discriminación contra los negros". Su trabajo en los movimientos negros revela que el movimiento del poder negro es una fuerza significativa en la configuración de las luchas feministas contemporáneas.
La beca del movimiento feminista anterior ignora o subestima las conexiones entre el Poder Negro y las luchas feministas. Los estudios de feministas negras independientes y los movimientos feministas predominantemente blancos citan el aumento de la masculinidad que mantuvo al feminismo y al Poder Negro divididos. No se equivocan al hacerlo, pero posicionar a Black Power como una influencia principalmente antagónica pasa por alto lo que el movimiento podría decirnos sobre cómo las feministas negras y blancas entendieron la liberación y la revolución.
Conectar a las feministas negras y blancas con organizaciones como el Black Panther Party y las Black Power Conferences nos dice mucho sobre cómo las feministas trabajaron para reconstruir la sociedad en la que vivían. Si bien algunos estudios recientes han ayudado a ampliar nuestra comprensión de la relación del movimiento Black Power con el feminismo, todavía hay mucho por entender acerca de las formas en que el movimiento Black Power estuvo conectado al radicalismo feminista. Sostengo que el ejemplo de Kennedy nos obliga a ver cómo las feministas negras y blancas absorbieron las estrategias y teorías que se entendieron que se originaron en las luchas de Black Power.
Florynce Kennedy fue simultáneamente una feminista negra y una activista de Black Power que forjó alianzas entre los movimientos mayormente blancos de feministas y de Black Power durante la posguerra que la historiadora feminista negra Paula Giddings llama la "década masculina".
La década de 1960 fue testigo de un aumento creciente de los llamamientos políticos a la masculinidad negra, ya que muchos radicales del Poder Negro exigieron que las mujeres negras asumieran un papel auxiliar para los hombres negros y dirigieran su energía hacia la familia. Kennedy, como otras feministas negras, criticó estas normas de género anticuadas. A pesar de sus críticas a Black Power y su estrecha relación con la lucha feminista, Kennedy continuó trabajando dentro del movimiento Black Power como abogada y activista.
Muchos defensores de Black Power también criticaron el movimiento de mujeres predominantemente blancas, argumentando que el feminismo era divisivo, racista y una desviación. Los organizadores de Black Power a menudo acusaban a las feministas negras de simplemente imitar las directivas feministas blancas. Sin embargo, Kennedy sostuvo que un movimiento dedicado a terminar con la opresión sexista era vital tanto para las mujeres como para los hombres. Trabajó en organizaciones feministas predominantemente blancas (como NOW y el Movimiento 17 de octubre) durante las décadas de los sesenta y setenta y en organizaciones feministas negras independientes (como la Organización Nacional de Feministas Negras y Mujeres Negras Unidas para la Acción Política) en los años setenta y ochenta.
Años más tarde, Kennedy comentó lo que muchos vieron como la incompatibilidad entre sus diversos lugares políticos, y señaló que a pesar de su estrecha relación con el movimiento feminista y las feministas blancas, los organizadores de Black Power nunca la obligaron a "separarse ... como feminista del movimiento negro". "Esto se debió en parte a que el feminismo que propugnaba estaba profundamente arraigado en las teorías de la lucha del Poder Negro, en particular su compromiso de acabar con la supremacía blanca y el imperialismo.
Además, como muchos otros radicales, veía al movimiento Black Power como el movimiento de vanguardia de la era. Su trabajo dentro de organizaciones feministas blancas enfatizaba el racismo desafiante. Gran parte del activismo y la escritura de Kennedy ejemplifican cómo maniobraba entre lo que la mayoría de los observadores y eruditos contemporáneos ven como movimientos de oposición inherente, en un intento de extender el Poder Negro fuera de los círculos del Poder Negro a espacios principalmente feministas blancos.
La mitad de los años sesenta fue un momento decisivo tanto para el poder negro como para los movimientos de mujeres. Organizaciones de derechos civiles como SNCC y CORE comenzaron a promover estrategias nacionalistas negras. A través de los esfuerzos de estas y otras organizaciones, el movimiento Black Power comenzó a ocupar el escenario nacional y eclipsó al movimiento por los derechos civiles como líder de la lucha por la libertad de los negros.
Este período fue igualmente crucial para el movimiento de mujeres predominantemente blancas. NOW se fundó en 1966, y varios capítulos locales y grupos de estudio y organizaciones de mujeres surgieron en todo el país poco después. El rápido crecimiento de ambos movimientos forzó cambios en la relación entre las organizaciones radicales y liberales de la posguerra: en 1967, tanto las defensoras del poder negro como las feministas intentaban definir nuevas agendas y repensar sus vínculos con la lucha más amplia de la posguerra. Surgieron oportunidades para las alianzas entre los dos.

El radicalismo temprano de Florynce Kennedy

Nacido en 1916 en Kansas City, Missouri, Kennedy fue criada por padres de clase trabajadora que enseñaron a sus hijas a desafiar a la autoridad blanca en todo momento. En 1942, Kennedy se mudó de Kansas City a Nueva York, donde encontró orientación política para las lecciones que había aprendido a los pies de sus padres iconoclastas.
A la edad de 26 años, Kennedy llegó a Nueva York con la esperanza de beneficiarse de las pocas oportunidades de guerra que ahora están abiertas para los afroamericanos y las mujeres. El ambiente intelectual y político de la ciudad era un escape de la monotonía del mercado laboral no calificado de Kansas City, donde ella había trabajado como operadora de ascensores y doméstica. Fue en el medio político y social de la ciudad de Nueva York, mientras estudiaba en la Universidad de Columbia y en su Facultad de Derecho, y luego como una abogada en ciernes, Kennedy alcanzó la madurez política.
Aunque el trabajo y las clases de Kennedy le dejaron poco tiempo para la organización política, aprovechó al máximo las corrientes radicales de Columbia y se inscribió en cursos sobre socialismo y comunismo. También se movió a través de los movimientos sociales de la ciudad, asistiendo a los discursos de Adam Clayton Powell en Harlem y los mítines del candidato presidencial del Partido Progresista Henry Wallace, y leyendo vorazmente literatura antiimperialista y antirracista. La experiencia de Kennedy entre la avalancha de mujeres, en su mayoría blancas, que ingresaron en la Universidad de Columbia durante la Segunda Guerra Mundial, y que no pudieron ser admitidas después de la guerra, la llevaron a conectar la opresión de las mujeres blancas y los negros. Comenzó a ver una alianza de los dos como una fuerza que podría aprovecharse contra la hegemonía masculina blanca.
Cuando Kennedy se graduó de la Escuela de Derecho de Columbia en 1951, se convirtió en una de las pocas mujeres negras que ejercen la abogacía en la ciudad. En 1954, abrió su propia empresa en defensa de los derechos de los artistas negros (como Billie Holiday) que habían sido atacados en función de la importancia política de su trabajo. A principios y mediados de la década de 1960, Kennedy comenzó a trabajar con organizaciones de derechos civiles (los miércoles en Mississippi); organizaciones izquierdistas blancas (Partido Mundial de los Trabajadores); y organizaciones nacionalistas negras (Organización de la Unidad Afroamericana). Publicó una columna semanal en Queens Voice, un periódico local de Black, y presentó "Opinions", un programa político de 30 minutos en la radio WLIB.

El racismo es "mortal": el movimiento del poder negro debería liderar

Mientras Kennedy abogaba por terminar con todas las formas de opresión, en última instancia, creía que el racismo daba forma a las relaciones de poder de los Estados Unidos y, por lo tanto, era la prueba de fuego para la democracia estadounidense. Al igual que los líderes de Black Power y otros radicales negros como Malcolm X, Ella Baker y WEB Dubois, Kennedy creía que el racismo afectaba cada problema social importante: la explotación del trabajo, la vigilancia de las trabajadoras sexuales, el abuso de las minorías sexuales y la opresión de las mujeres. Un grupo.
Con frecuencia, Kennedy utilizó el término "niggerización" como sinónimo de opresión, una estrategia retórica destinada a obligar a las personas oprimidas a comprender cómo se podrían implementar técnicas racistas contra todas las personas oprimidas. Aunque Kennedy entendió que las opresiones estaban interconectadas, argumentó que "el racismo siempre será peor que el sexismo hasta que encontremos feministas baleadas en la cama como [las panteras negras] Mark Clark y Fred Hampton". Y al igual que otros líderes del Poder Negro y algunos izquierdistas blancos, argumentó eso porque los negros comenzaron esta revolución "y pasaron más tiempo en las líneas del frente, el movimiento del Poder Negro tenía un derecho moral al estado de vanguardia dentro de la lucha más amplia.
Aunque Kennedy privilegió los movimientos de liberación negra y la opresión racial, ella aún argumentó que no importaba qué opresión era más letal: todos "dolían como locos". En su opinión, la mejor estrategia era conquistar todas las formas de explotación. Kennedy creía que un ataque constante y constante contra todas las formas de opresión desde una variedad de frentes organizacionales ayudó a acelerar el cambio revolucionario. La teoría de Kennedy sobre la opresión desafiante ayuda a explicar por qué trabajó en una amplia gama de organizaciones y movimientos a lo largo de su carrera política.
Su teoría sobre la opresión desafiante también ayuda a explicar su relación con las organizaciones de izquierdas blancas, específicamente feministas blancas. Mientras trabajaba en espacios de izquierda predominantemente blancos, ella exigió que los activistas blancos se enfocaran en acabar con el racismo y apoyar la lucha del Poder Negro. Con frecuencia instruyó a los radicales blancos sobre la importancia de entender cómo circulan el poder y la fuerza en los Estados Unidos:
"Si pruebas las vallas de esta sociedad y te atreves a influir en la dirección de esta, saben que te refieres a negocios por el grado en que te identificas con la revolución negra ... Si quieres comunicar absolutamente la profundidad de tu determinación de derribar". esta sociedad que está comprometida con el racismo, luego indica la determinación de frustrar el racismo con una coalición con la lucha revolucionaria negra ".

La Conferencia del Poder Negro

Cuando SNCC y CORE comenzaron a popularizar el término "Poder Negro" en 1966, Kennedy dio la bienvenida a las ambiciones de los jóvenes radicales. Esperaba que pudieran aprovechar el potencial revolucionario de la afirmación del Poder Negro de que los negros constituían una sola comunidad dentro de los Estados Unidos y, por lo tanto, tenían derecho a cambiar las relaciones de poder.
Durante la primavera y el verano de 1967, Kennedy asistió a las sesiones de planificación de la Conferencia Black Power celebradas en Newark. Junto a los líderes de Black Power, como Omar Ahmed, Nathan Wright y Amiri Baraka, ella desarrolló talleres, invitó a delegados negros de los Estados Unidos y del extranjero, y ayudó a crear un plan de publicidad.
La rebelión de Newark que se produjo solo días antes de la reunión ayudó a virtualmente triplicar las tiradas de inscripción de la proyección inicial de 400 participantes. Desde el 20 de julio hasta el 24 de julio de 1967, más de 1,000 personas negras acudieron a Newark. La rebelión y los numerosos negros que descendieron en la convención obligaron a los organizadores a utilizar el concepto de Black Power como herramienta para el cambio revolucionario.
Para Kennedy, la conferencia de Newark y las siguientes Conferencias sobre el Poder Negro fueron importantes porque enfatizaron el uso del poder colectivo por parte de los negros para desafiar el racismo y el imperialismo estadounidenses. A través de estas conferencias, Kennedy definió más completamente su pensamiento sobre el poder y la capacidad de las personas oprimidas para usar la fuerza de su grupo. Ella abogó por una forma de pluralismo del Poder Negro representado por líderes tan diversos como Malcolm X (después de su separación de la Nación del Islam), Adam Clayton Powell y Nathan Wright.
Los pluralistas del Poder Negro argumentaron que Estados Unidos estaba monopolizado por el poder blanco, que históricamente había servido para evitar que los afroamericanos se liberaran; para que los negros desafiaran este opresivo monopolio, necesitaban avanzar hacia una posición de fuerza comunitaria. La mayoría de los pluralistas creían que podían transferir su solidaridad racial y su poder al poder de decisión nacional y local. Sostuvieron que, como resultado, los negros, la nación y el mundo se transformarían para mejorar.
Kennedy no atribuyó a ningún otro movimiento tanto potencial para ilustrar las contradicciones de la democracia estadounidense y, por lo tanto, a la hora de articular los principios democráticos no solo para los negros, sino para todos. Al igual que muchos otros radicales, vio el desarrollo del poder chicano, nativo americano y femenino como una consecuencia esperada del énfasis de Black Power en la liberación y la autodeterminación.
Como co-facilitador (junto con Ossie Davis) del taller de medios de la conferencia, Kennedy usó la sesión para discutir estrategias para desafiar a los medios, destacando la importancia de compartir información táctica a través de líneas de movimiento. No mucho después de que comenzara el taller, Kennedy fue interrumpida por una conmoción en la parte posterior de la sala. La reina madre Moore estaba de pie exigiendo que se les pidiera a dos intrusos blancos que estaban sentados en la última fila que se fueran.
Moore, que había fundado el Comité de Reparaciones en 1962, era una voz poderosa en los círculos nacionalistas negros. Su voz bramó por toda la habitación: "¡Estas mujeres blancas tienen que salir! ¡Esta reunión es solo para negros! ”Los activistas sentados en las primeras filas se dieron vuelta para ver a las feministas blancas y miembros de NOW, Ti-Grace Atkinson y Peg Brennan, encogiéndose en sus asientos mientras Moore estaba sobre ellos.
Desde el escenario, Kennedy salió rápidamente en su defensa: “¡Estos son mis invitados! ¡No invito a las personas a algún lugar y luego les digo que se vayan! "Pero a Moore ya los demás asistentes no les importaba a quiénes eran las invitadas, solo querían que salieran. El movimiento del Poder Negro iba a ser diferente a la lucha por los derechos civiles, donde se alentaba directamente la participación de los blancos. En contraste, Black Power promovió la política negra independiente, y la participación de los blancos en la conferencia amenazó con interrumpir este objetivo.
A medida que la discusión entre Kennedy y Moore se intensificó, la sala se tensó y los cuerpos comenzaron a levantarse de sus asientos. Atkinson recuerda a alguien en la multitud que amenaza con matar a Kennedy por traer a las mujeres blancas a la Conferencia del Poder Negro. "Haz lo que tienes que hacer", respondió Kennedy. "He vivido mi vida".
Otro invitado no deseado en la sala escapó de la indignación centrada en Atkinson y Brennan. El agente del FBI que monitoreaba a Kennedy en la conferencia notó cómo se hizo más fuerte y más beligerante mientras "dirigía la blasfemia contra los negros presentes, y se negó a pedirle a los blancos presentes que se fueran".
Temerosa de lo que podría suceder a continuación, Brennan "salió de allí rápido". Cuando Kennedy vio que Brennan se iba, le ordenó a Atkinson que "se quedara donde está". Temblorosa, Atkinson se congeló, sin atreverse a abandonar su silla. Para su sorpresa, Moore y sus partidarios finalmente cedieron. Kennedy y los otros facilitadores regresaron a sus presentaciones con Atkinson escuchando en silencio, mirándose los pies.
Años más tarde, Atkinson describió su decisión de asistir a la conferencia como "loca". Sin embargo, ella estaba profundamente agradecida por la oportunidad que Kennedy le brindó para presenciar el movimiento del Poder Negro durante sus años de formación. Escuchar a activistas negros trazar estrategias y formular resoluciones de talleres "transformó" su creciente política feminista. Atkinson comentó:
“Ella siempre estaba tratando de unirlo y [tengo que decirlo] de muchas maneras, tal vez fue una mala idea, torpe o difícil. Pero, es por eso que personas como yo realmente se transformaron no solo en términos de política en general, sino a causa de mi feminismo. Profundizó todo ".
Kennedy comenzó a ayudar a las feministas blancas a aprender del movimiento Black Power cuando se unió al capítulo de NOW en Nueva York solo ocho meses antes de la Conferencia de Black Power. Con frecuencia invitó a jóvenes feministas como Atkinson, Brennan y Anselma Dell'Olio a Black Power y a las reuniones y marchas en contra de la guerra de Vietnam.
Atkinson recuerda cómo Kennedy quería que las jóvenes feministas fueran testigos de "un grupo de personas en transición y en evolución". La confrontación en el taller de la conferencia revela mucho sobre el valor que Kennedy asignó a las feministas blancas que aprenden de la lucha del Poder Negro y se convierten en un brazo adicional. En la batalla por derrotar al estado represivo.

“Estábamos observando y copiamos”

Solo unas pocas semanas después, Kennedy y otros delegados de Black Power Conference asistieron a la primera convención de la Conferencia Nacional para Nuevas Políticas (NCNP) en Chicago del 31 de agosto de 1967 al 1 de septiembre de 1967. Los organizadores blancos de la conferencia especialmente esperaban que la reunión Uniría el poder negro y los movimientos de derechos civiles con los liberales blancos y los movimientos de paz radicales.
Frustrados por el hecho de que la conferencia no incluyera a los negros en la etapa inicial de planificación, algunos delegados negros salieron y anunciaron su propia convención. La mayoría, quienes se quedaron, formaron su propio Black Caucus y exigieron apoyo para las resoluciones de la Conferencia de Newark, la organización de comités de "civilización blanca" en comunidades blancas para eliminar el racismo, apoyo para todas las guerras de liberación nacional en todo el mundo y 50% de poder de voto en todos. comités
Si bien muchos organizadores blancos apoyaron estas demandas, surgió un gran debate sobre la provisión del 50%, dado que los negros conformaban solo el 15-20% de los delegados. La mayoría de los reporteros de noticias y algunos izquierdistas blancos consideraron que la aceptación de las demandas les da a los negros una ventaja injusta y antidemocrática. Sin embargo, para los conferenciantes del Black Caucus, era importante que las personas negras que lucharon en las líneas del frente y enfrentaran la peor parte de los ataques del estado recibieran un poder significativo en el liderazgo del movimiento.
En un ensayo publicado en Islamic Press International News Gram, Kennedy desafió a los "delegados disidentes" ya los reporteros que argumentaron que dar a los negros el 50% de los votos significaba que los activistas blancos tenían "lamer las botas", afirmando que "la gente blanca no "No se lame las botas cuando hacen una buena alianza, señor racista". El "ascenso constructivo del poder negro puede ser la única esperanza que tiene Estados Unidos", explicó. Los organizadores como Kennedy, Jim Forman y H. Rap ​​Brown querían que la izquierda blanca entendiera que para ser aliados efectivos antirracistas, los activistas blancos en el NCNP tenían que comprender la importancia de la autodeterminación negra.
La protesta del Black Caucus proporcionó un marco para que las feministas entendieran cómo organizarse por separado, inspirando a las mujeres a crear su propia agenda que desafiara la hegemonía del liderazgo masculino, tanto en la convención como en el nuevo movimiento de izquierda en general.
Participantes como Kennedy, Jane Adams (SDS), Shulamith Firestone, Ti-Grace Atkinson y Jo Freeman (SCLC) habían participado activamente en organizaciones o grupos de estudio que discutían la liberación de las mujeres y que a menudo también trabajaban en derechos civiles y / o nuevos movimientos de izquierda. La mayoría de estas mujeres asistieron al Taller de Mujeres de NCNP. Sin embargo, algunos sintieron que sus líderes se enfocaron más en desafiar la guerra que en enfrentar la opresión sexista.
Según Freeman, ella y Firestone se quedaron despiertos toda la noche, creando nuevas resoluciones que tomaron una postura más directa contra la opresión de las mujeres. Siguiendo el ejemplo del Black Caucus, exigieron el 51% de los votos de la convención, argumentando que las mujeres representaban el 51% de la población. También insistieron en que la convención apoya la igualdad total de las mujeres en la educación y el empleo, condena a los medios de comunicación masivos por perpetuar los estereotipos de las mujeres, se une a varias luchas de liberación y reconoce que la mayoría de las mujeres negras están doblemente oprimidas.
Las mujeres amenazaron con atar la conferencia con mociones de procedimiento si sus resoluciones no se debatían en el piso de la convención. Los organizadores de la conferencia finalmente concedieron y agregaron las resoluciones de las mujeres a la agenda. Sin embargo, William Pepper, director ejecutivo de NCNP, despidió rápidamente a las mujeres cuando llegó el momento de leer sus resoluciones.
Frustradas, varias mujeres corrieron hacia el micrófono e intentaron hacer oír sus resoluciones. En un movimiento infame, Pepper le dio a "Shulie [Firestone] una palmadita en la cabeza y dijo: 'Muévete, niña, tenemos más temas importantes que hablar aquí que la Liberación de la Mujer'". Este incidente vino a representar la "génesis" del radical. Movimiento de liberación predominantemente de mujeres blancas.
Kennedy había acogido con satisfacción la creación de un Taller para Mujeres e insistió en que la opresión de las mujeres se abordara en el piso de la convención. De hecho, al mismo tiempo que Freeman y Firestone escribían sus resoluciones, Kennedy estaba en su habitación de hotel entrenando a Atkinson para que escribiera y difundiera una declaración que abordara las conexiones entre sexismo, racismo e imperialismo. Cada noche, Kennedy regresaba a la habitación y compartía sus experiencias con Black Caucus con Atkinson y otras feministas blancas de NOW. Atkinson notó que Kennedy tenía una "profunda ... influencia ... en algunos de nosotros ... estábamos observando y copiamos" la estrategia del Black Caucus.
Años después, Atkinson y Brennan recordaron que Kennedy les ayudó a comprender la importancia de apoyar a otros movimientos sociales como parte de su política feminista. Atkinson describió cómo Kennedy impulsó a las feministas blancas a apoyar los movimientos negros porque para "Flo, [fue] fue realmente fundamental ... expandir la comprensión y el apoyo".
Kennedy vio la organización feminista en la conferencia como el tipo de préstamo práctico de tácticas de movimiento que debían llevarse a cabo entre los organizadores. Tanto Kennedy como Atkinson esperaban que las participantes (en su mayoría blancas) del Taller para Mujeres siguieran luchando para acabar con el racismo, el sexismo y el imperialismo después de abandonar la conferencia.
La declaración que Kennedy dirigió a Atkinson para escribir enfatizó las luchas que los negros estaban librando en la conferencia y en todo el país, describiendo la opresión racial como el problema más "justificable de inmediato". Pero la declaración fue un paso más allá al argumentar que "la discriminación contra los negros debería recordarnos la discriminación que afecta a las mujeres".
Usando estadísticas de la declaración de propósitos de NOW, Atkinson y Kennedy descartaron la idea popular de que las mujeres no eran un grupo oprimido. Instaron a las participantes del Taller de Mujeres a seguir el liderazgo del Caucus Negro y presionar por su propia liberación.
A través de una lista detallada de sugerencias para la "acción inmediata", Atkinson y Kennedy enfatizaron las conexiones entre la opresión específica de las mujeres y la responsabilidad de las mujeres de apoyar a los movimientos sociales en general. Llamaron especialmente la atención sobre el hecho de que las mujeres no eran solo blancas. La declaración también repitió los puntos de Kennedy de que las mujeres deberían entender su "poder de compra" como consumidoras y "hacer cumplir sus demandas sobre los medios de comunicación, las empresas y el gobierno irresponsables"; participar en todas las actividades que afectan a la comunidad; y “asumir el liderazgo en autodeterminación para mujeres y niños”.
Sin embargo, fue una de las últimas sugerencias que subrayó más plenamente la comprensión de Kennedy sobre las formas en que las mujeres blancas deberían participar en la organización feminista. Como mantuvieron las feministas, sostuvo Kennedy, su política exigía que fueran tanto antirracistas como antiimperialistas, y que estuvieran firmemente unidas con estas luchas:
“Las mujeres de la Nueva Política deben asumir su responsabilidad política apoyando activamente las protestas como las que se oponen al proyecto y las de las comunidades negras. Este apoyo se debe demostrar activamente mediante la protesta contra las actividades policiales delictivas y la comparecencia en los procedimientos de la sala de tribunal [sic] que involucran a los defensores del proyecto, los manifestantes negros o los acusados. Las mujeres deben aumentar su apoyo a quienes soportan la carga real de sus compromisos morales declarados ".
Con el cierre del NCNP, Kennedy regresó a Nueva York, donde continuaría vinculando el feminismo, el antirracismo y el antiimperialismo como miembro de NOW.

AHORA y el poder negro

Aunque NOW se fundó en Washington, DC en 1966, el capítulo de Nueva York fundado en enero de 1967 se convirtió rápidamente en el ala más grande y activa. Kennedy junto con las feministas negras Shirley Chisholm y Pauli Murray y las feministas blancas Kate Millet y la presidenta nacional de NOW, Betty Friedan, fueron todas las primeras miembros de NOW.
Kennedy se unió al grupo con el objetivo de trabajar con mujeres y hombres en temas que afectan a todas las mujeres. Para ella, eso significaba no solo desafiar la discriminación sexista en el trabajo y las leyes reproductivas represivas, sino también protestar por la guerra de Vietnam y luchar por la liberación de los negros. Estaba especialmente centrada en las feministas blancas que apoyaban el movimiento Black Power.
Tanto Kennedy como Atkinson se inspiraron en el éxito del Black Caucus al aprobar sus resoluciones en el NCNP y querían continuar la discusión de la conferencia sobre Black Power en casa. Con esto en mente, Atkinson sugirió que se realice un panel en la reunión de AHORA en noviembre para discutir la relación de Black Power con el movimiento de mujeres. Kennedy y Atkinson invitaron a los organizadores de la Conferencia Newark Black Power, Nathan Wright y Omar Ahmed, así como a Betty Shabazz y una delegada del Comité Negro de NCNP, Verta Mae Smart-Grosvenor.
Las actas del capítulo de la reunión brindan ideas extrañas sobre lo que algunas feministas blancas sacaron de la discusión. Junto al nombre de cada orador, la secretaria de NOW describió brevemente la afiliación del orador al movimiento Black Power y registró las impresiones generales de su presentación. Para el líder de Black Power, Nathan Wright, ella escribió burlonamente lo que creía que era la suma total de su charla: "¡Tú me estás presionando!"
La mímica bastarda del dialecto negro ilustra las maneras desdeñosas en que algunas feministas blancas vieron a Black Power y sus preocupaciones, al no desafiar su propio racismo. Además, proporciona información sobre la cultura organizativa represiva de NOW y las luchas de poder interpersonales y racistas que plagarían a la organización.
Aunque el liderazgo de NOW no estaba interesado en el panel de "Poder Negro y Mujeres", Friedan todavía esperaba que Atkinson pudiera ser un activo para la junta directiva del grupo. Ella veía a Atkinson como un protegido que eventualmente superaría su curiosidad sobre el Poder Negro y el radicalismo de los sesenta que Kennedy había provocado. Friedan confiaba en que el "acento de la línea principal y el buen aspecto rubio de Atkinson sería perfecto ... para recaudar dinero" de otras mujeres blancas. Con estas esperanzas en mente, Friedan votó por Atkinson para asumir la presidencia del capítulo de AHORA en Nueva York.
No pasó mucho tiempo antes de que ella lamentara su decisión. En unos meses, Friedan se cansó de los continuos intentos de Kennedy y Atkinson de radicalizarse AHORA. Ella vio la fascinación de Atkinson por el radicalismo militante como un obstáculo potencial para el crecimiento del movimiento feminista y también fue muy crítica con el nuevo movimiento de liberación de las mujeres.
Para el verano de 1968, grupos como New York Radical Women y Cell 16 organizaban protestas y grupos de estudio desafiando las ideas tradicionales sobre la condición de mujer. Friedan creía que estas mujeres "hippies" tomaban prestados demasiado del Poder Negro y los nuevos movimientos de izquierda y "debido a que habían cortado sus ojos políticos sobre las doctrinas de la guerra de clases aplicadas al problema de la raza, trataron de adaptar demasiado literalmente la ideología de Guerra de clases y raza a las situaciones de las mujeres ".
Así, según Friedan, las feministas radicales como Atkinson socavaron el movimiento de mujeres con sus ideas abstractas del separatismo de las mujeres, "manhat" y "guerra sexual". Esta insistencia en dividir las preocupaciones feministas "legítimas" del interés de las feministas radicales en el Poder Negro y la nueva El radicalismo de izquierda plagó el capítulo de Nueva York AHORA. El conflicto llegó a un punto crítico durante la reunión de miembros del 17 de octubre de 1968.

Formando el movimiento del 17 de octubre

La tensión entre el liderazgo nacional de NOW y las feministas radicales en el capítulo de Nueva York había crecido constantemente desde el panel "Black Power and Women". Se agudizó después de que Atkinson y Kennedy tomaron la causa de Valerie Solanas. Solanas fue la autora del Manifiesto de SCUM [Sociedad para Cortar Hombres] y le disparó a Andy Warhol porque ella afirmó que la había estafado.
Ese verano Kennedy accedió a representar a Solanas. Ella y Atkinson intentaron pintar a Solanas como una feminista radical que tomaba las armas contra la opresión sexista. Friedan estaba enfurecido de que ellas y otras feministas de NOW se estaban alineando con esta causa o con el radicalismo en general.
Mientras tanto, las feministas más radicales de NOW estaban discutiendo formas de transformar la organización para que luchara no solo por "poner a las mujeres en posiciones de poder" sino por "destruir las posiciones de poder". Friedan trató de evitar que los "locos" tomen el control La organización votando en contra de la reelección de Atkinson a la presidencia.
Friedan creía que Atkinson sabía que no la reelegirían, y que, en un esfuerzo por frustrar lo inevitable, "presentó una propuesta para abolir el cargo de presidente y la elección democrática de oficiales ... que permitiría a los 'locos' hacerse cargo y manipular las decisiones, sin rendir cuentas a la membresía ”. Atkinson, por otro lado, recordó su propuesta de reestructurar la presidencia como un esfuerzo para ayudar a AHORA a ser más eficiente y para mantener el ritmo del modelo participativo de liderazgo que era una filosofía común que circulaba En negro y nuevos movimientos de izquierda.
Unos días antes de la reunión de miembros de NOW, un pequeño grupo de feministas radicales se reunieron en el departamento de Atkinson para discutir cómo podrían impulsar al capítulo en una nueva dirección y resolver el creciente faccionalismo. Algunas de las mujeres incluso amenazaron con abandonar la organización si no aprobaban su moción de presidentes rotativos.
En el día de la reunión de miembros, Atkinson permaneció en silencio mientras Kennedy y otros "instaron a un experimento en democracia participativa". Kennedy recuerda que la discusión fue muy polémica cuando algunos de los líderes de NOW comenzaron una letanía de "abucheos y silbidos" como las feministas radicales. Presentaron sus ideas. No en vano, la moción para crear una presidencia rotativa fue derrotada.
Atkinson abandonó la reunión suponiendo que sus compañeras feministas cumplirían su amenaza original de renunciar. Ella fue a su casa y escribió una carta para renunciar a NOW y un comunicado de prensa que criticaba a NOW por "abogar por la jerarquía de oficinas" y por no entender que "la lucha contra las relaciones de poder desiguales entre hombres y mujeres exige luchar contra el poder desigual en todas partes". Pronto se dio cuenta de que "Fue el único que renunció". Atkinson recordó que Friedan estaba "conmocionado porque ... [ella] pensó que todas las mujeres jóvenes se iban a ir con [yo]". Alentada por este descubrimiento, Friedan procedió a hacer declaraciones públicas que describían cómo Atkinson se fue ahora solo.
Kennedy nunca había prometido irse AHORA si la votación era derrotada. Tenía la intención de quedarse aunque no estaba satisfecha con el resultado de la reunión. Pero una vez que Friedan publicó declaraciones que ridiculizaban a Atkinson como marginal e insignificante para el movimiento de mujeres, ella cambió su curso y renunció de inmediato. "Vi la importancia de un movimiento feminista", dice, "y me quedé allí porque quería hacer todo lo posible para mantenerlo vivo, pero cuando vi lo retardado que era AHORA, pensé: 'mi Dios, quién necesita ¿esta?'"
La carta de renuncia de Kennedy enumera muchas razones para abandonar AHORA, en particular el hostigamiento de las feministas radicales que intentaron empujar a la organización en una dirección más progresista. Kennedy estaba indignada por el racismo de Friedan y su fracaso en apoyar la liberación de los negros y los movimientos contra la guerra. Kennedy sostuvo que ella no era el tipo de activista que luchó por el control de una organización y en momentos como estos, recordó haber pensado: "No puedo perder mi tiempo en esta mierda" y, a menudo, se fue y estableció una [nueva ] comité ".
Atkinson y Kennedy fueron los únicos dos miembros que renunciaron oficialmente a NOW, formando un nuevo grupo feminista radical, el Movimiento 17 de Octubre (llamado así por el día que Atkinson se fue AHORA). La historia del Movimiento 17 de octubre ocupa un lugar destacado en el nacimiento de la lucha feminista radical predominantemente blanca y se cita comúnmente como un ejemplo de la división entre el feminismo liberal y radical, o entre las generaciones mayores y más jóvenes de feministas blancas.
Falta de esta historia que a menudo se cuenta es la centralidad de la feminista negra Flo Kennedy y su liderazgo para ayudar a las jóvenes feministas a adoptar una visión más amplia del feminismo. De hecho, el Movimiento 17 de octubre reflejó la preocupación de Kennedy de que el movimiento feminista se concentre en las conexiones entre sexismo, imperialismo y racismo. Atkinson a menudo describió el Movimiento 17 de octubre como "una coalición de acción del movimiento estudiantil, el movimiento de mujeres y el movimiento negro" y decidió acabar con todas las formas de opresión.
Si bien el fracaso de NOW en ver el feminismo en términos más integrales ayudó a impulsar la creación del Movimiento 17 de octubre y el feminismo radical, Kennedy se mantuvo firme en el otro extremo, ayudando a empujar a las jóvenes feministas blancas hacia una praxis feminista negra interseccional que centraba la atención en Black Power. .
La historia de cómo Black Power y Flo Kennedy influyeron directamente en el movimiento feminista radical en su mayoría blanco nos ayuda a mover el feminismo negro y Black Power fuera de los márgenes de la segunda ola de la historia del movimiento feminista y acercarnos a su centro. Mientras que el Movimiento 17 de octubre cambiaría su nombre a The Feminist y perdería gran parte de su agenda ideológica antirracista, y por lo tanto todos sus miembros negros, sus orígenes ofrecen una ventana a un momento en que las feministas blancas radicales intentaron crear una feminista negra. praxis interseccional.
Como fundadora del movimiento feminista radical, Kennedy insistió en que el movimiento está a la altura de su título "radical" al mirar más allá de un enfoque limitado en la opresión de las mujeres blancas. Su historia también demuestra que si bien los movimientos y las organizaciones de los años sesenta a menudo levantaban muros, esos límites (especialmente durante el período incipiente) eran mucho más porosos de lo que los estudiosos han reconocido previamente.
Florynce Kennedy fue una fuerza importante en la fertilización cruzada de ideas de movimiento y la forja de importantes alianzas políticas. Ella entendió que "si estás luchando por la Liberación de la Mujer o ... la Liberación Negra, estás luchando contra los mismos enemigos". Su objetivo final era que las organizaciones y los activistas se enfocaran en derrotar lo que ella argumentaba que era el verdadero opresor: "el genocida sexista racista". establecimiento."
submitted by RadfemXX__ to FeminismoRadical [link] [comments]


2019.07.03 01:08 Severianes Martes de... literatura en República Argentina: Libertario era Heinlein, vos sos un pelotudo

Libertario era Heinlein, vos sos un pelotudo

Robert A. Heinlein fue un escritor genial, muy injustamente juzgado por la crítica, fuera del fandom de la ciencia ficción. Tildado de fascista, de anarquista, de hippie, de libertario, en realidad Heinlein era heinleiniano.
Escribió infinidad de novelas y cuentos que podrían clasificarse dentro de la ciencia ficción dura, transformándose en uno de los Grandes Maestros del género, junto a Isaac Asimov y Arthur C. Clarke.
Su novela ideológicamente más chocante es Farnham freehold (Los dominios de Farnham). El protagonista, un americano anticomunista y cristiano, es proyectado varios siglos hacia el futuro por una explosión nuclear, para encontrarse en una sociedad esclavista, racista y antropofágica. El truco es que los esclavos son los supervivientes blancos de un holocausto nuclear, mientras que los esclavistas son los africanos negros que no participaron de la guerra. Estos esclavistas castran a los hombres blancos, se acuestan con sus mujeres, y se comen a sus niños.
Como la novela está narrada acríticamente desde la mirada de su protagonista Farnham, es fácil tildarla de ultraderechista. Solo que no lo es. En una brillante estrategia de provocación intelectual, Heinlein crea un personaje con quien sus lectores americanos de clase media se identifican fácilmente, y luego lo pone en una situación de la que nunca se imaginaron protagonistas.
Otra novela destacable es The moon is a harsh mistress (La luna es una cruel amante). Narra la guerra de independencia de la Luna, poblada por colonias penales donde los países terrestres destierran permanentemente a los delincuentes y a su descendencia. Escrita desde la perspectiva del rebelde, la novela es una descripción minuciosa del arte de la insurrección.
Organización de células subversivas, manejo de la información, política revolucionaria, estrategia de guerrillas. Todo en un escenario de Ciencia Ficción de los 50's, con una atmósfera muy heinleiniana que incluye la liberalidad sexual, y las formas familiares alternativas. Una Luna-cárcel poblada por una mayoría masculina tuvo que inventar formas extrañas de matrimonio, para que la tensión sexual no causara violencia entre los hombres ni cohartara la libertad de las mujeres.
Una novela inolvidable es, claro, Starship troopers (Tropas del espacio). El militarismo de la novela le valió a Heinlein el mote de fascista por muchos críticos cortos de entendederas. En un mundo donde el derecho a la ciudadanía y al voto se obtiene solamente yendo a la guerra, la historia narra una guerra destructiva contra un enemigo incomprensible. Todo desde la mirada de un soldado... ¡argentino! ¡y apellidado "Rico"!
Lo interesante es que, ya en los 60's cuando se publicó la novela, el mundo había olvidado que apenas 50 años antes, el servicio militar era la condición sobre cualquier hombre para obtener el derecho al voto. Condición que sólo desapareció con la masificación del voto femenino.
También es recomendable Time enough for love (Tiempo para amar). La historia de Lazarus Long, un hombre extremadamente longevo, fruto de un programa de cría selectiva de seres humanos.
~
Mis posts se publican en
También me pueden contactar en
submitted by Severianes to RepublicaArgentina [link] [comments]


2019.07.03 01:06 Severianes Martes de literatura en República Argentina: Libertario era Heinlein, vos sos un pelotudo

Libertario era Heinlein, vos sos un pelotudo

Robert A. Heinlein fue un escritor genial, muy injustamente juzgado por la crítica, fuera del fandom de la ciencia ficción. Tildado de fascista, de anarquista, de hippie, de libertario, en realidad Heinlein era heinleiniano.
Escribió infinidad de novelas y cuentos que podrían clasificarse dentro de la ciencia ficción dura, transformándose en uno de los Grandes Maestros del género, junto a Isaac Asimov y Arthur C. Clarke.
Su novela ideológicamente más chocante es Farnham freehold (Los dominios de Farnham). El protagonista, un americano anticomunista y cristiano, es proyectado varios siglos hacia el futuro por una explosión nuclear, para encontrarse en una sociedad esclavista, racista y antropofágica. El truco es que los esclavos son los supervivientes blancos de un holocausto nuclear, mientras que los esclavistas son los africanos negros que no participaron de la guerra. Estos esclavistas castran a los hombres blancos, se acuestan con sus mujeres, y se comen a sus niños.
Como la novela está narrada acríticamente desde la mirada de su protagonista Farnham, es fácil tildarla de ultraderechista. Solo que no lo es. En una brillante estrategia de provocación intelectual, Heinlein crea un personaje con quien sus lectores americanos de clase media se identifican fácilmente, y luego lo pone en una situación de la que nunca se imaginaron protagonistas.
Otra novela destacable es The moon is a harsh mistress (La luna es una cruel amante). Narra la guerra de independencia de la Luna, poblada por colonias penales donde los países terrestres destierran permanentemente a los delincuentes y a su descendencia. Escrita desde la perspectiva del rebelde, la novela es una descripción minuciosa del arte de la insurrección.
Organización de células subversivas, manejo de la información, política revolucionaria, estrategia de guerrillas. Todo en un escenario de Ciencia Ficción de los 50's, con una atmósfera muy heinleiniana que incluye la liberalidad sexual, y las formas familiares alternativas. Una Luna-cárcel poblada por una mayoría masculina tuvo que inventar formas extrañas de matrimonio, para que la tensión sexual no causara violencia entre los hombres ni cohartara la libertad de las mujeres.
Una novela inolvidable es, claro, Starship troopers (Tropas del espacio). El militarismo de la novela le valió a Heinlein el mote de fascista por muchos críticos cortos de entendederas. En un mundo donde el derecho a la ciudadanía y al voto se obtiene solamente yendo a la guerra, la historia narra una guerra destructiva contra un enemigo incomprensible. Todo desde la mirada de un soldado... ¡argentino! ¡y apellidado "Rico"!
Lo interesante es que, ya en los 60's cuando se publicó la novela, el mundo había olvidado que apenas 50 años antes, el servicio militar era la condición sobre cualquier hombre para obtener el derecho al voto. Condición que sólo desapareció con la masificación del voto femenino.
También es recomendable Time enough for love (Tiempo para amar). La historia de Lazarus Long, un hombre extremadamente longevo, fruto de un programa de cría selectiva de seres humanos.
La novela cuenta la historia de su anciano protagonista, pero es básicamente una excusa para elucubrar sobre la libertad, la política, la felicidad, la sexualidad, en monólogos y diálogos que mantiene Long mientras se somete a un tratamiento de rejuvenecimiento.
Y claro, la novela de Heinlein, que hubiera justificado su carrera de escritor incluso si sus otras obras no fueran geniales, es Stranger in a strange land (Forastero en tierra extraña). La historia de Valentine Michael Smith, huérfano terrestre criado por marcianos.
Mike es el hijo bastardo de dos astronautas muertos durante la primera expedición a Marte. Criado por una raza aliena que consideró una necesidad artística la destrucción de un planeta entero, y cuyos individuos se describen como algo similar a un portaaviones. Llega a la Tierra para verse convertido en el hombre más rico del mundo, presa deseada de políticos ambiciosos y predicadores televisivos. Rescatado por un escritor anciano libertario y hippie, y su corte de colaboradores, amigos y secretarias adolescentes.
Stranger in a strange land es una novela icónica de los 60's, y una de las mejores representaciones de la ideología libertaria e individualista de Heinlein. Si vas a leer una sola de las novelas que te recomiendo acá, que sea ésta. Te van a dar ganas de leer las otras.
Cuentos de Heinlein hay miles, no terminaría nunca. Lean All you zombies (Todos vosotros zombis), o vean la excelente película Predestination. Y lean también El hombre que vendió la Luna si quieren ver al capitalismo emprendedor desde una óptica positiva.
Cierro con lo siguiente: en su hermosa saga de Los ocho mundos, el escritor americano John Varley imagina una logia de heinlenianos, de ideas individualistas, humanistas, y libertarias, que se concentran en ignorar cualquier ley humana que no les guste con el único objetivo de llegar a las estrellas. Yo quisiera pertenecer a ella.
~
Mis posts se publican en
También me pueden contactar en
submitted by Severianes to Republica_Argentina [link] [comments]


2019.05.17 22:12 lord31173 Soñé que ya no eramos así [Parte I]

Lo que está a punto de leer es de mi autoría y de ser citado en algún momento agradeceria hacerlo simplemente a un usuario Venezolano de reddit, es mi debut como escritor de cuentos cortos y me gustaria saber que piensan, si no les gustó para nada tratare de mejorar, o en caso contrario de que les guste con sus comentarios me harian saber que se viene la segunda parte.

Entre otras teorias, gente cercana al ámbito espiritual afirma que los sueños a veces son conexiones al multiverso hechas por nuestro subconsciente para conectarse a nosotros mismos de otros planos, viendo mediante el tercer ojo a dimensiones paralelas que son puentes atemporales, habiendo gente que entrena esta disciplina durante un largo tiempo con la finalidad de procurar el mejoramiento personal, partiendo del concepto de que las redes neuronales y algoritmos cerebrales poseen una gran complejidad, lo cual representa el hecho que después de millones de años de evolución aún no sabemos totalmente el potencial de nuestro órgano pensante que es capaz hasta de soñar despierto usando la imaginación. En criollo y en pocas palabras, verse a sí mismo haciendo vainas imposibles de hacer actualmente, dan ganas al menos de intentarlo o imaginarlo.

Mi sueño comienza a las afueras del Metro de Caracas, chateando por un grupo de WhatsApp con 2 amigos y 1 amiga del liceo, a pocos minutos de haber quedado para reencontrarnos y asistir juntos al Lollapalooza en su 8va edición esta vez a celebrarse en el paseo los próceres. Al leer en el chat que ya todos escribían que iban saliendo casi simultáneamente, decidí entrar a la estación ya que había llegado temprano a la cita y recordé sorpresivamente que, por haber reservado en la preventa del evento, tenía derecho a reclamar unos pases del metro con el logo del concierto, en conmemoración de uno de los pocos días del año y aparte de cuando había votaciones que el metro es gratis. Esto lo implementaron años atrás para incentivar a la gente a ejercer su derecho cívico, lo cual supero positivamente las expectativas de la gerencia del metro y del gobierno central.

Había full seguridad privada en la estación, los vigilantes portaban un uniforme con chaleco azul y cada uno tenía radio y revolver enfundados a cada lado de la cintura, unos chamos más o menos de mi edad conversaban risueñamente encaramados a una escalera móvil, reemplazando una cámara de seguridad que se había dañado el día anterior. Caminé hacia la taquilla sin haber nadie en la cola esperando antes de mí, y la chama empleada del metro que me atendió, al mostrarle el brazalete del concierto me saludo con una sonrisa como si me conociera de toda la vida, me pidió el código único del evento y me dio mi par de boletos de conmemoración por el concierto, buscándome conversación además alegando que ella había pedido el día libre y todo para ir al concierto también, pero que no pudo reservar en la pre venta ya que en cuestión de pocas horas todo estaba vendido, haciéndome pucheros y caritas tristes como indirecta para que me la llevara en caso de que alguno de mis amigos no pudiera asistir. Tuve que cortar la conversa algo tajante para mi gusto ya que la chama era bastante atractiva pero notablemente más joven que yo, y que detrás mío había gente haciendo cola con brazalete en mano también para retirar sus tickets del metro edición aniversario, y sentía sobre mis hombros los ojos de los guardias de seguridad apurándome para no alargar la fila más de lo necesario.

Acto seguido tome el celular y le tomé 2 fotos a los boletos, e inmediatamente la subí a mi Google Drive, y las elimine de la galería para ahorrar memoria ya que sabía que en el concierto iba a necesitar espacio para las fotos. Al hacer el ultimo click escucho mi nombre por el pasillo de una de las salidas del metro, cuando veo vienen mi amigo y amiga casi que agarrados de manos saludándome desde la distancia, pensé que seguramente estaban felices de verse ya que después del liceo todo el mundo se distancio en sus planes y fui el único que decidió quedarse en Venezuela a sacar el pregrado, mientras la mayoría de ellos salieron del país a estudiar y a diferencia de mí, llegaron con títulos de post grado nuevamente al país.

Mientras me contaban de sus vidas y nos poníamos al día casi que todos hablando a la vez, el otro pana que faltaba por llegar haciendo gestos de cansancio y sed extrema por supuestamente haber corrido el último tramo de escaleras hasta llegar a nosotros, lo cual nos impactó jovialmente ya que este último era conocido desde el liceo por su impuntualidad y el uso del humor con exageración, para justificarse cuando llegaba tarde a un sitio. Resulta que según me cuentan, la primera pareja de amigos, se encontraron accidentalmente en una Universidad en España, luego de que la Universidad a la que había postulado mi amiga le rechazo la beca de fundayacucho, sin decirle el motivo y pues aprovechando que otra universidad con la misma carrera que ella quería tenía convenio con la prestigiosa Fundación Gran Mariscal de Ayacucho, pues decidió irse a estudiar allá consolidando un noviazgo algo accidental considerando que en el liceo andábamos los 4 juntos y nunca hubo nada de nada, lo que me impresiono a boca abierta y ella me respondió con un anillo de compromiso en su mano, y tal cual como si fuéramos adolescentes otra vez celebramos los cuatro juntos con un abrazo grupal mientras me arrepentía mentalmente por no haberle aunque sea pedido el número de teléfono a la chama de la taquilla.

Momentos después abordamos el vagón que nos llevaría a nuestro destino, pude notar en el metro el aire acondicionado, las cámaras de seguridad en los vagones, las calcomanías algo descoloridas con el símbolo de 'zona wi-fi gratis', y a su vez las 9 líneas del metro de Caracas dibujadas en un estilo moderno en la parte superior del vagón las cuales nos hacía sentir orgullosos de nuestro país una vez más por ser el único en Latinoamérica en procurar llevar el metro no solamente a la capital sino que todos los estados tenían su metro, con menos líneas obviamente aunque igual de bien gerenciadas que el de Caracas.

Nos tomamos varias fotos en la fila antes de entrar al concierto y se escuchaba en el fondo un grupo de rock Venezolano que no reconocí, practicando como teloneros de Red Hot Chili Peppers y pude ver a lo lejos a la GHP (Guardia de Honor Presidencial) como custodios impolutos del evento quienes no permitían que se enfocara ni tomara fotos a una tarima específica, ya que se rumoraba que el presidente de la Republica iba a asistir, teniendo mucha lógica, ya que contaba mi amiga de manera jocosa que en sus días de estudiante en Cambridge, el ahora presidente por pura casualidad cantó al frente de Bono de U2, al ser el único estudiante Venezolano en la facultad de Derecho, haciéndose notar por un cover con cuatro de la canción ‘Summer Rain’ en un acto de bienvenida a los nuevos estudiantes de la facultad, impresionando a Bono quien estaba de incognito en la multitud, pensando que era un Ukelele afinado de una manera algo inusual, lo cual declaro para sorpresa de los venezolanos en una entrevista a la prensa días después.

La GPH que custodiaba el evento, se remonta a la época de la gesta independentista Venezolana como compañía de Húsares, y por ley eran los encargados de la custodia personal y de seguridad del primer mandatario y Comandante en Jefe de las Fuerzas Armadas, siendo una de las ramas militares de la Republica cuyo proceso de admisión era estricto de por demás, y para ser miembro de sus filas a excepción de las otras fuerzas, el aspirante debía poseer formación académica superior (mínimo TSU), para ser parte de sus filas en todos los niveles, desde conscripto pasando por suboficial hasta oficial, la política estaba prohibida por ley y casi al nivel de taboo en las fuerzas armadas y el país se regía Constitucionalmente por los principios del Libertarismo desde el tercer periodo presidencial de Renny Ottolina casi a finales del siglo XX. El militar y todo funcionario público y miembro de cualquier fuerza de orden público o de seguridad del estado, inspiran respeto como autoridad y también por sus méritos académicos a diferencia del país vecino Brasil (Un chofer de bus), nuestro presidente era un carajo estudiado que representaba lo mejor de nosotros.

Se vanagloriaban en las escuelas de formación de oficiales como la ‘ELITE’ juvenil Venezolana, implantando estos institutos militares un pensum académico de estudios y militar a la altura de academias militares extranjeras como West Point del U.S Army ofreciendo recíprocamente programas de intercambios de estudios en todos los institutos militares profesionales y de seguridad del estado Venezolano, recibiendo cadetes de todo el mundo a formarse en nuestras aulas lo que hablaba de un nivel de calidad de vida comparable a los de Australia, habiendo polémica en los medios por una supuesta lista de espera para el ingreso, donde los números extranjeros por convenio e intercambio superaban casi el doble el contingente estudiantil nacional.

Estando ya en el concierto, mi amiga saluda de abrazo a una chama que se acercó a nosotros la cual hablaba rápidamente con acento que para mi era desconocido hasta ahora, mientras de fondo RHCP tocaba Can’t Stop, ellas aun conversaban y noté que uno de mis amigos se me queda mirando sonriendo y acercándose hacia mí, diciéndome al oído, ‘esta fue una sorpresa que te preparamos, no nos gusta que estés solo marico, eres demasiado depinga y te queremos burda’, me presenta mi amiga a la chama y resulta ser una Chilena, de nombre Ignacia, ligeramente mayor que yo pero al rato de haber hablado y roto el hielo gracias a la música me propuso irnos al pasto a hablar con más serenidad, mientras nos dirigíamos a sentamos en la grama, sentía como me latía el corazón y le escribí a mi amigo ‘mamaguebo, es perfecta’, lo que 5 segundos después regrese la mirada a la tarima y vi claramente como leía el mensaje, se lo mostraba a los otros panas y se reían todos a carcajadas, haciendo mi amigo un extraño gesto con su lengua a modo de ‘misión cumplida’, nos sentamos y cuando nos disponíamos a comenzar a hablar, ambos soltamos un suspiro al unísono lo cual hizo que se sonrojara, mientras Anthony Kiedis dirigía con las palmas el cambio de ritmo de la canción anterior, a un ritmo mas lento con el opening de guitarra tocando Snow (Hey Oh), haciendo exaltar a la muchedumbre del concierto a gritos de alegría.

La chama en efecto era algo mayor que yo, con 32 años me contaba que conoció a nuestra amiga en común en clase de yoga hace semanas y que sus padres eran dueños de una empresa minera multinacional que gano una concesión en Venezuela recientemente, y para supervisar mejor las operaciones mineras en el sur del país, su padre había decidido tramitar los papeles para la visa familiar para que su esposa e hija lo acompañaran en los cinco años que dura la concesión, ella al igual que yo es Abogada y como llego a Venezuela hace poco pues se planteo la posibilidad de hacer un post grado aquí, lo que no me mencionó fue la especialidad que quería estudiar.

Hablamos que jode de todo un poco y en fin, super depinga la chama, luego de que ‘The Killers’ despidieran el día de festival cantando ‘Human’. La chama hacía mención de que el presidente no llego nunca, me reí de su comentario mientras me dispuse a llamar un Uber ya que la chama no quería devolverse a esa hora en metro ya que venia traumada por las cosas medio locas que pasaban en los vagones a las altas horas de la noche en su país de origen. El Uber por suerte llego rápido, un chamo con acento portugués (Quizá un inmigrante Brasileño escapando del régimen narco comunista) manejaba el WV Gol color negro que nos iba a llevar a casa de ella, le pregunte si me podía llevar a mi casa después que la dejáramos a ella a lo cual me dijo que si, dándome cuenta hasta ese punto que este carro era un año mas nuevo que el mío, el cual después de haber cobrado mis pasantías en la fiscalía antes de graduarme y completando con un dinero que junte vendiendo unas skins viejas de cs go por steam (Por alguna razón ahora valían mucha plata y en su momento eran un common drop).

En fin, recorde pude comprarme mi carrito de agencia un par de años atrás y que debia cambiarle los neumaticos pronto, sintiendome super indeciso por la cantidad de cauchos y tipos de estilos que le podia adaptar ya que el mercado de modding en el pais y especialmente para este vehiculo se habia disparado desde que jovenes como yo eramos los conductores mas frecuentes para este modelo por ser accesible para la juventud.

Hablábamos de cualquier vaina en el camino y me pregunto si había comprado para los otros días del evento también, a lo que respondí que sí, pero solamente para el del día siguiente ya que las otras bandas de los otros días me daban ladilla y ese era el día que entre medio del evento se iba a presentar Linkin Park, y quería escuchar entre otras cancones a Chester Bennington y Mike Shinoda tocar en vivo la canción ‘One More Light’, a lo cual no me respondió nada, solamente reacciono casi instantáneamente, con ojos llorosos apartando la mirada de mi hacia la ventana y agarrándome la mano entrelazándome sus dedos, pensé que había sido efecto del alcohol por las marronas (Solera Märzen) que nos habíamos tomado juntos en el concierto, en fin, tarde un momento en reaccionar y caer en cuenta que quizá esa canción tenia algún significado sentimental o quizás simbólico para ella, o murió algún familiar recientemente, no se. Me soltó la mano suavemente y me dijo que ella no había comprado para ese día y que se le paso el detalle de que se iba a presentar esa banda.
submitted by lord31173 to vzla [link] [comments]


2019.04.08 12:29 NoMeVoyMeQuedo Por qué los barrios pobres no van a votar: la abstención en las zonas más excluidas duplica a la de las más ricas

El barrio sevillano de 'las 3.000 Viviendas', uno de los más empobrecidos de España, fue el que más se abstuvo en las elecciones generales de 2016. Los que más participaron fueron los vecinos del acomodado barrio del Pla del Remei, en Valencia "Es un pez que se muerde la cola: como no votan, los políticos no se interesan por ellos, ellos no se sienten escuchados y vuelven a abstenerse en las siguientes elecciones", explica el investigador Manuel Trujillo BUSCADOR Busca entre las 16 mayores ciudades españolas y comprueba cuál es la renta media del barrio y cuántos votantes se abstuvieron en 2016 Raúl Sánchez 07/04/2019 - 21:37h Compartir en Facebook Compartir en Twitter Norte y sur, este y oeste, centro y periferia o costa e interior pueden marcar las fronteras invisibles de una ciudad. Muchas veces, esos límites no solo señalan las desigualdades económicas sino también políticas. Vivir en un barrio rico o pobre influye de manera determinante en las probabilidades de que una persona acuda a votar a su colegio electoral o se quede en casa en unas elecciones generales.
Por ejemplo, una brecha de casi 90.000 euros de ingresos por hogar separa al barrio de 'las 3.000 Viviendas' en Sevilla, el segundo más empobrecido de España, y El Viso en Madrid, el más rico. La desigualdad económica también se convierte en desigualdad electoral: en el primero, el 55% de los residentes no acudieron a votar en las elecciones generales de 2016; en el segundo, el 18%.
¿Una casualidad? Los datos analizados por eldiario.es muestran que los barrios con menos renta se abstuvieron el doble en las elecciones generales de 2016 que las zonas más acomodadas en las 16 mayores ciudades españolas. Mientras que la abstención alcanzó el 42% en los barrios con una renta media por debajo de los 20.000 euros, solo el 20% de los residentes de las zonas con ingresos superiores a los 50.000 euros renunciaron a votar.
Este es el resultado del análisis de eldiario.es de los datos del proyecto estadístico Urban Audit, publicados por el Instituto Nacional de Estadística, y los resultados electorales de las elecciones generales del 26J. Ver metodología
"Esto no es nuevo, siempre ha habido agujeros negros electorales que han sido los barrios más pobres", explica Braulio Gómez, doctor en Ciencia Política de la Universidad de Deusto y autor de varios trabajos sobre la relación entre abstención y renta. "Si en tu casa no tienes la nevera en condiciones para mantener tu vida cotidiana, es más difícil que tengas ese tiempo para buscar información política", comenta Gómez.
La tendencia se repite en los 16 municipios más poblados de España: cuanto más pobre es el barrio, más se abstuvieron sus residentes en las elecciones generales de 2016. Sin embargo, este fenómeno se agrava en las ciudades con mayor brecha entre barrios humildes y zonas acomodadas. Es decir, áreas metropolitanas más desiguales.
Pero, ¿por qué los residentes de barrios como El Raval (Barcelona), San Cristóbal (Madrid), Los Pajaritos (Sevilla) o Palma-Palmilla (Málaga) acuden menos a votar? Los expertos lo achacan a un alejamiento total de la política y una sensación de exclusión por su situación económica.
"Es un tipo de cultura que es lejana a ellos, que no les representa no participan porque no es su juego político", argumenta Miguel Alhambra, sociólogo de la Universidad Complutense de Madrid y autor de un estudio académico sobre desigualdad social y abstención electoral en Madrid y Barcelona. "Es un efecto de la propia desigualdad: si para tener voz y voto tienes que tener capital cultural, al final te callas", comenta.
'Las 3.000 Viviendas' y la zona de Juan XXIII en Alicante son los barrios que más se callaron en las elecciones del 26J. Alrededor de la mitad de los residentes decidieron no ejercer su derecho al voto en 2016. "Aunque realmente digamos que no hace falta gran cosa (para votar), coger tu DNI y acercarte al colegio electoral, algo que nos parece sencillo, no lo es para muchas personas", explica la doctora en psicología social Cristina Cuenca.
Para Cuenca, es complicado decir "que vaya a votar" a una persona que esté en "una situación de desempleo cronificado, una familia afectada porque el padre o la madre tenga un problema de adicción o una persona sin hogar".
Pero, ¿cómo y a qué partidos votan los barrios de renta más bajas y mayores problemas derivados de esta desigualdad? Para comprobarlo, analizamos los datos de 509 barrios de las mayores ciudades españolas.
Fuente: Urban Audit, INE, Ministerio de InteriorMade with Flourish
Los investigadores alertan de las consecuencias políticas de la segregación entre barrios humildes de baja participación y zonas acomodadas con alta participación. "Es un pez que se muerde la cola: como no votan, los políticos no se interesan por ellos, ellos no se sienten escuchados y vuelven a abstenerse en las siguientes elecciones", argumenta Manuel Trujillo, investigador del Instituto de Estudios Sociales del CSIC.
Precisamente, el estudio Urnas Vacías en los suburbios de las ciudades, realizado por Trujillo y Braulio Gómez para el Observatorio Social de La Caixa, identificó una correlación "altísima" entre vivir en una zona caracterizada por la carencia de todo tipo de recursos y la abstención electoral en las municipales de 2015.
"A nivel electoral, cuando se agudiza este fenómeno, la izquierda pierde muchísimos votos", afirma Trujillo, que pone como ejemplo las pasadas elecciones autonómicas en Andalucía. Tal y como publicó eldiario.es, la abstención se disparó el 2D en los barrios más pobres de Sevilla, Málaga y Córdoba, donde Podemos y sobre todo el PSOE tenían más poder electoral.
Los datos de las generales del 26J, en 2016, también señalan esta tendencia: los partidos de izquierda son mucho más fuertes en los suburbios de las grandes ciudades y las candidaturas de derecha consiguen más votos en las zonas más ricas. Un voto de clase que se agudiza en los extremos: la izquierda promedia el 67% de las papeletas en los barrios que ingresan menos de 20.000 euros y la derecha se lleva el 74% de los sufragios en las zonas con una renta media superior a los 50.000 euros por hogar.
Manuel Buñuel, politólogo e investigador de la relación entre abstención y renta en la ciudad de Sevilla, asegura que existe una sensación en las zonas más marginadas de que la clase política solo va a esos barrios durante la campaña electoral y que después están "cuatro años sin aparecer". "Se ha luchado tanto tiempo para que el voto se ampliara a más capas de la población y los que más lucharon por ampliarlo son los que más se abstienen actualmente", reflexiona Buñuel.
Un fenómeno que apenas ha variado con el surgimiento de formaciones políticas como Podemos o Ciudadanos, según concluye el estudio Urnas Vacías. "Esto genera una concentración de poder político: si los ricos siempre votan, tendrán más poder en sus manos para que se tengan en cuenta sus intereses", explica el investigador Braulio Gómez.
La renta media de los diez barrios que más se abstuvieron en las generales de 2016 era de 19.000 euros por hogar. Entre los diez que más participaron, la cifra sube hasta los 68.000. Para Manuel Trujillo, "esto se acaba convirtiendo en un déficit democrático porque hay cierta población que no se siente representada y que no acaba siendo escuchada".
Más de una treintena de barrios de las grandes áreas urbanas registraron porcentajes de abstención por encima del 40% de los residentes en 2016. Si resides en alguna de las 16 mayores ciudades españolas, puedes buscar tu barrio.
BUSCADOR: ¿cuántos vecinos se abstuvieron en cada barrio en las elecciones del 26J? Busca un municipio o barrio y descubre el porcentaje de abstención o a qué candidaturas votaron los barrios más pobres y ricos. Solo se incluyen 509 barrios de las 16 ciudades más pobladas
Flourish logoA Flourish data visualisation Fuente: Urban Audit, INE, Ministerio del Interior
Para contextualizar la desigualdad política de las ciudades españolas, analizamos los datos de abstención y renta media en los barrios que representan el 20% más rico y el 20% más pobre de diez de las mayores áreas urbanas en España. Haz click en alguna de las siguientes ciudades para leer cada apartado.
Barcelona Gijón Bilbao Sevilla Las Palmas de G.C. Madrid Valencia Córdoba Zaragoza Vigo 1. La segregación económica de Barcelona
Tres factores unen a los barrios de El Raval, El Besòs, el Maresme y Nou Barris. Son los barrios que más se abstienen, más empobrecidos y con mayor población extranjera de Barcelona. Frente a ellos, el distrito de Sarrià-Sant Gervasi agrupa las zonas de mayor renta, menor abstención y más población nativa.
Una segregación económica, racial y social que divide a Barcelona entre la ciudad de Convergencia y PP frente a la de En Comú y el PSOE.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
CDC
En Comú
PP
PSOE
Cs
ERC 20% más pobre
AbstenciónRenta media41,1%24.410€ 20% más rico
AbstenciónRenta media28,3%55.712€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Las Mil Quinientas viviendas de Gijón
En 1953, el Instituto Nacional de la Vivienda recibe el encargo de realizar un proyecto para alojar a los obreros que procedían del ámbito rural de Gijón en el Pumarín. Así es como se desarrollaron las Mil Quinientas viviendas que transformaron el barrio en una zona obrera. Todavía hoy, el Pumarín es la segunda zona más pobre de Gijón (23.591€) y en la que más se abstuvieron sus votantes (33,7%).
La zona residencial de urbanizaciones de Las Mestas es la más rica y también la que más participación registró en las elecciones del 26J.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
PSOE
UP 20% más pobre
AbstenciónRenta media34,3%22.895€ 20% más rico
AbstenciónRenta media27,5%35.186€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Vivir al lado del Guggenheim en Bilbao
Más de 20.000 euros conforman la brecha entre Abando, el distrito más rico y que más participa de la ciudad de Bilbao, y el resto de zonas de la ciudad. "En Bilbao hay una alta desigualdad pero no llega a los niveles que se llegan en Sevilla, Málaga o Badajoz aunque dentro de Euskadi sí que llama la atención", afirma Braulio Gómez, doctor en Ciencia Política de la Universidad de Deusto.
La desigualdad de Bilbao se manifiesta entre los que viven al lado del Guggenheim, que apenas se abstienen y votan principalmente a PP y PNV, y la zona sur de Errekalde, la más pobre donde Unidos Podemos fue el más votado en 2016.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PNV
PP
UP 20% más pobre
AbstenciónRenta media35,7%27.304€ 20% más rico
AbstenciónRenta media27,2%48.514€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Urnas vacías en 'las 3.000 Viviendas'
La abstención consiguió la mayoría absoluta en 'las 3.000 Viviendas' de Sevilla en las elecciones generales de 2016. El 55% de los votantes decidió abstenerse en un barrio en el que PSOE y UP se llevan el casi el 80% de los votos. Frente a ellos, menos del 20% de los votantes se abstuvieron en el barrio más rico de Sevilla, Santa Clara, donde PP y Cs son opciones mayoritarias.
"Si lo que se lleva al debate es lo que opina un votante de los Remedios o de Triana, no se van a tener en cuenta los problemas de las 3.000 Viviendas", afirma el politólogo Manuel Buñuel.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PSOE
PP
UP 20% más pobre
AbstenciónRenta media40,9%17.648€ 20% más rico
AbstenciónRenta media20,3%42.911€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Las barriadas de Las Palmas, carne de abstención
La brecha económica entre el barrio que más se abstuvo en las elecciones de 2016, las barriadas de la Vega de San José, y el que más participó, la céntrica zona de Arenales-Lugo, es de casi 20.000 euros por hogar. Una diferencia que señala la desigualdad entre el centro histórico construido alrededor del Puerto de Las Palmas y las barriadas periféricas del sur, asentadas en pendiente sobre la ladera de la montaña.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
PSOE
UP 20% más pobre
AbstenciónRenta media40,2%21.281€ 20% más rico
AbstenciónRenta media30,7%38.264€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Madrid, una brecha de norte a sur
La capital madrileña presenta los mayores índices de desigualdad de las grandes ciudades españolas, una brecha que se dibuja de sur a norte. Los barrios más pobres del sur, como San Cristóbal (Villaverde) o San Diego (Puente de Vallecas), se abstienen casi el triple que las lujosas zonas más ricas del norte como El Viso (Chamartín) o Piovera (Hortaleza).
Un mapa que dibuja los feudos del PP que siempre votan en las generales frente a los dominios abstencionistas de Unidos Podemos y el PSOE.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
PSOE
UP
Cs 20% más pobre
AbstenciónRenta media34,2%24.541€ 20% más rico
AbstenciónRenta media18,6%66.586€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Centro frente a periferia en Valencia
Los residentes del lujoso barrio de El Pla del Remei, en el centro de Valencia, fueron los más entusiastas de las elecciones del 26J. Con solo un 14% de abstención, es el barrio que más participó de las grandes ciudades españolas. Casualmente, es el más rico de la capital y la zona en la que el PP consiguió más porcentaje de voto (61%).
Los mayores índices de abstención se concentran en los barrios pobres de las zonas periféricas como En Corts, El Grau o Tres Forques - La Fontsanta.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
Pod. - Comp. 20% más pobre
AbstenciónRenta media28,4%23.640€ 20% más rico
AbstenciónRenta media19,0%39.736€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. El sur obrero se abstiene en Córdoba
Más de la mitad del suelo en el barrio de El Naranjo-Brillante, el más rico de Córdoba, está destinado a urbanizaciones, chalets y viviendas unifamiliares. En el Sector Sur, el más pobre de la capital de provincia, las zonas industriales y comerciales acaparan la mitad del suelo, según los datos del INE.
Casi 20 puntos separan los niveles de abstención de ambos barrios en las generales de 2016.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
PSOE
UP 20% más pobre
AbstenciónRenta media39,4%19.254€ 20% más rico
AbstenciónRenta media21,3%39.228€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. La frontera invisible de Zaragoza
Apenas 3 kilómetros separan las urbanizaciones con piscina de Casablanca, en Zaragoza, con el barrio obrero de Delicias. Aunque no tienen una frontera física, sí existe una simbólica que los separa: los hogares de Casablanca ingresan 30.000 euros más y se abstienen casi la mitad que sus vecinos de Delicias.
Una brecha que se traslada a la perspectiva de voto de los principales partidos. PP y Ciudadanos son mayoría en Casablanca, el barrio más rico de la capital aragonesa, y PSOE y Unidos Podemos son primera fuerza en el más pobre, Delicias.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
PSOE
UP
Cs 20% más pobre
AbstenciónRenta media32,1%24.806€ 20% más rico
AbstenciónRenta media22,0%43.153€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Astilleros frente a centro histórico en Vigo
El barrio de Teis en Vigo, el más pobre de la ciudad gallega, fue el que registró el mayor porcentaje de abstención (32%) el 26J. Los principales astilleros de la ciudad y gran parte del puerto comercial señalan un barrio de marcado perfil obrero e industrial donde la candidatura de En Marea fue primera fuerza.
Una zona que se contrapone al centro histórico de Vigo, el barrio más rico de la ciudad gallega, el que más participó (un 26%). El PP fue el partido más votado.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
En Marea
PSOE 20% más pobre
AbstenciónRenta media29,7%27.838€ 20% más rico
AbstenciónRenta media27,9%34.394€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
Metodología
Para esta información, se han cruzado los datos por secciones censales de las elecciones generales de 2016 con los de renta media por hogar de la operación estadística de Indicadores Urbanos Urban Audit referentes al año 2016, que divide las ciudades en áreas suburbanas (SCD). Estas separaciones no siempre coinciden con divisiones administrativas de distritos o barrios. Solo se han incluido las 16 ciudades más pobladas de España ya que son los únicos municipios que tienen datos de renta desglosados por barrio.
En cada área suburbana, se ha calculado el porcentaje de votos de cada candidatura y el nivel de abstención en las elecciones del 26J a partir de las secciones censales que la componen. Se han descartado los datos de 9 secciones censales de las divisiones realizadas por Urban Audit no existían en las elecciones generales de 2016.
Se han identificado a PSOE, Unidos Podemos y sus confluencias, ERC, Bildu, PACMA y BNG como partidos de izquierda y a PP, Ciudadanos, CDC, PNV, CC, UPyD y Vox como partidos de derecha.
07/04/2019 - 21:37h 0 Compartir en Facebook Compartir en Twitter Enviar a Menéame Imprimir Detrás de esta noticia... Podemos publicar esta noticia gracias a las cuotas que pagan nuestros más de 34.000 socios y socias. Ellos garantizan nuestra independencia editorial y económica. Pero necesitamos más socios para seguir contratando periodistas y publicar más contenidos como este. Si tú también crees en un periodismo libre y de calidad hazte socio, hazte socia. ENLACES PATROCINADOS Jaime González, irreconocible en su reaparición televisiva Jaime González, irreconocible en su reaparición televisiva La Vanguardia La inspección de 120.000km de tu Audi A3 por 299€. Solicita cita. La inspección de 120.000km de tu Audi A3 por 299€. Solicita cita. formularios.audi.es Polen de abeja. Propiedades, cómo tomarlo, para qué usarlo. Polen de abeja. Propiedades, cómo tomarlo, para qué usarlo. universomiel.es El nuevo Kia Ceed Tourer está diseñado para el conductor. DescúbreloEl nuevo Kia Ceed Tourer está diseñado para el conductor. Descúbrelo El nuevo Kia Ceed Tourer está diseñado para el conductor. Descúbrelo Kia Semana Crossover & SUV de Ford, del 8 al 17 de abril Semana Crossover & SUV de Ford, del 8 al 17 de abril Ford Hipoteca NARANJA de ING. Con cero, cero posibilidades de equivocarte Hipoteca NARANJA de ING. Con cero, cero posibilidades de equivocarte ING Más en eldiario.es De dónde viene la extrema derecha: un obispo ultra y la familia de Barberá De dónde viene la extrema derecha: un obispo ultra y la familia de Barberá Podemos se postula en su programa para el 28A como la alternativa al "trío de Colón" y al "temblor de piernas" del PSOE Podemos se postula en su programa para el 28A como la alternativa al "trío de Colón" y al "temblor de piernas" del PSOE La Comunidad de Madrid exige a 70.000 jóvenes pagar un impuesto desconocido para deducirse el alquiler en la declaración La Comunidad de Madrid exige a 70.000 jóvenes pagar un impuesto desconocido para deducirse el alquiler en la declaración recomendado por Los comentarios de nuestros socios 1 luiscor1221 los ricos votan todos, los curas votan todos, los policias,guardias civiles y militares votan ... 2 quijotesco Siempre me he preguntado como es posible que el inconformismo ciudadano sea tan grande pero ... 3 Paubcn Creo que mas que el factor económico interviene el factor cultural, aunque un alto nivel ... 4 Artero No, no es casual, se debe en primer lugar al analfabetismo o simple alfabetización, lo cual ... 5 Cuyobai Los 'problemas' de la legislación electoral quedan sin resolver. Casualmente. 8 DONGUIDO Aquí unas explicaciónes muy bien fundamentadas de por qué los pobres, los obreros, votan a la ... 9 Huge_Head la brecha económica da como resultado la brecha cultural ,que se podría evitar mucho mas fácil ... 11 pepeespuche22 Lleváis toda la razón en El Palmar (Murcia) una pedanía de 24.000 habitantes en los barrios ... 13 Mr.Spock El neoliberalismo persigue la creación de una inmensa clase trabajadora solo preocupada por ... 14 JRG Buenísimo artículo de análisis de datos. En mi opinión shí está una de las bolsas de abstención. ... 15 jjrs50 El gran logro de la derecha es que muchos ciudadanos voten en contra de sus propios intereses. 16 Davex Votar no solo es un derecho, es una responsabilidad y por tanto debería ser una obligación. Pero ... Hazte socioComenta tú también20 comentarios
Apúntate a nuestros boletines Adelanto para socios/as The Guardian en español Cultura Desalambre Economía Cuarto Propio Consumo claro
He leído y acepto el Aviso Legal y la Política de Privacidad
lo +LeídoComentado Los hijos de Pablo Iglesias e Irene Montero reciben el alta médica Una cámara instalada en el chalet de Pablo Iglesias e Irene Montero difundía imágenes en directo a través de una web eldiario.es - Agencias Fragmento del informe pericial Un exmando de Scotland Yard ve "una multitud pacífica" el 20-S en Economía y descarta que los 'Jordis' llamaran a la violencia Oriol Solé Altimira HISTORIAS DEL ALQUILER "El casero nos dice que con Airbnb ganaría 1.500 euros al mes, que tiene que cobrarnos lo mismo que por el alquiler turístico" Xurxo Pablo Casado acusa a Pedro Sánchez de "rendir al Estado" a los secesionistas Casado vaticina que Iglesias, Otegi y Puigdemont serán ministros si Pedro Sánchez gana las elecciones Marcos Pinheiro
ZONA CRÍTICA Política de serie B Antón Losada El evangelio de San Pablo El evangelio de San Pablo Bernardo Vergara Foto de familia de la jura de la XVIII promoción de comisarios. Rodeado con un círculo Gómez Gordo. En el centro, el director general de la Policía, Francisco Pardo, rodeado de su Junta de Gobierno Un único policía ha sido apartado del servicio de los seis expedientados por el caso Villarejo Pedro Águeda
ZONA CRÍTICA ¿Hasta cuándo? Javier Pérez Royo
ED Creativo El sueño de mala calidad puede potenciar la obesidad infantil. SALUD Cambio horario: por qué los niños con obesidad lo sufren más La alimentación de las embarazadas en España presenta insuficiencias y desequilibrios que se traducen en ingestas inadecuadas de algunos nutrientes esenciales. CONSUMOCLARO ¿Buscas quedarte embarazada? Te damos una alternativa a la pastilla de ácido fólico Más del 80% de los desechos marinos son plásticos de un solo uso. ECONOMÍA Santander Brasil será el primer banco ‘plastic free’ del mundo Fernando Ónega. HISTORIAS CON ALMA El fin de la soledad, por Fernando Ónega Imagen del nuevo Mazda3 en Lisboa. MOTOR Por qué el nuevo Mazda3 en un regalo para los sentidos (en especial para el oído)
En ConsumoClaro 10 precauciones para alquilar un coche de forma segura. Diez cosas a tener en cuenta si vamos a alquilar un coche esta Semana Santa Jordi Sabaté
SOBRE eldiario.es eldiario.es DESCUBRE NUESTRAS APPS Android Apple VIVIMOS EN REDES Facebook
Twitter
Telegram Youtube RSS COLABORA Necesitamos tu apoyo económico para hacer un periodismo riguroso y con valores sociales. HAZTE SOCIO MÁS INFO ¿Qué es eldiario.es? El equipo Creative commons Aviso legal Política de privacidad Política de cookies Mis cookies FAQs Contacto
🍪 ¿Por qué y para qué utilizamos cookies? Como cualquier otro medio o página web, utilizamos cookies para que todo funcione correctamente, desde las estadísticas globales de las noticias hasta la publicidad personalizada. ¿Qué datos usamos? ¿Con qué finalidad? Saber más Aceptar y continuar navegando
submitted by NoMeVoyMeQuedo to podemos [link] [comments]


2018.11.22 21:52 ultra-BASIC El caso Venezuela: Desmintiendo algunos mitos de la situación

Hago el post con la finalidad de tener un espacio conveniente para las respuestas de algunos mitos sobre Venezuela y la crisis actual.
#1 Venezuela está mal por los bajos precios del petróleo
Un mito tan inocente, que hasta algunos venezolanos se lo creen, pero aún así es falso. Venezuela ha sido dependiente del petróleo en buena parte de su historia, y resulta extraño que sea ahora que una bajada "abrupta" haya causado tanto desmadre, en especial cuando el precio del crudo ha estado más bajo en el pasado de lo que está hoy en día. Es más, Venezuela no es el único país que depende enteramente de la exportación del crudo. Países como Irak y Arabia Saudita son igual o hasta más dependientes del crudo, y aún así la bajada no les ha afectado en comparación. Eso sin mencionar que a ellos les conviene producir más, que a la larga disminuye el precio.
Tampoco tiene sentido que el precio del petróleo suba y Venezuela esté cada vez peor. Tampoco tiene sentido en que la bajada del petróleo haya causado que el gobierno maldiga y de cacería a la propiedad privada, infrinja numerosos derechos humanos, haya dado soporte al terrorismo... Y muchas otras cosas que la gente que cree este mito no toma en cuenta.
En fin, el cuento es un sin-sentido por donde se vea, y muchas cosas no se explican solo con el oro negro. Quizás esto último no tenga sentido para usted porque de seguro cree en el siguiente mito, que lo discutiré a continuación.
#2 El problema de Venezuela es solo económico
Este mito surge más que nada con los venezolanos, irónicamente, que los únicos resultados tangibles de la crisis que ellos perciben son los precios y la devaluación del Bolívar, moneda nacional. Tampoco hay que dejar atrás a los extranjeros, que solo ven inmigrantes aquí y allá. Aquí también entran quienes creen que con quitar el control cambiario y dar libertad a las importaciones, ya se arregla todo. Pero tendría sentido si la economía fuese el único problema, o mejor dicho, que todo el espectro de caos que vemos hoy en día es por consecuencias económicas.
Cuando les dices sobre la política que está dominada por politicastros y sin ninguna posibilidad de recuperación, lo ven como un añadido. Cuando les dices de la crisis sanitaria, ni le paran pelota hasta que les da gripe. Y cuando les dices sobre el ELN, los múltiples casos de narcotráfico por parte del gobierno, violaciones de DDHH, Hezbolá y demás, ellos como que le dan la vuelta. Le buscan a cuarta pata al gato para ver como meten toda esa información en su cosmovisión limitada.
No hay manera sutil de decir esto, pero el caso de Venezuela no es ni económico ni político, es un problema criminal. Como si Pablo Escobar y su pandilla se hubiesen hecho con el poder del Estado. Y tal como hizo Pablo Escobar, busca diálogos para ganar tiempo, al mismo ritmo que preparan los siguientes negocios porque la fiesta tiene que seguir. Mírenlos pues, haciendo negocios como los propios profesionales, ¿a que no son cuchis? Eso sin mencionar lo que han dicho algunos países en el asunto.
#3 Venezuela está mal por culpa de Nicolás Maduro
Esta es una verdad a medias. Porque si bien es cierto que Maduro está causando estragos ahora, es falso que todo haya sido de su única responsabilidad. Con solo decir que la economía de una nación no se jode en menos de un año, debería de ser suficiente para ignorar esto, pero siguen y siguen y siguen con la cataleta, hace falta explicar un poco.
Todo esto que mencioné data de mucho antes, y en todos ellos el responsable es el mismo: Hugo Rafaél Chávez Frías.
¿Qué mérito tiene Maduro? Aparte de ser un brutazo, seguir con el plan de Chávez, que es empobrecer a la nación y hacer que todos sean dependientes de ellos. No es tanto mérito pero algo es algo.
#4 La crisis de Venezuela es gracias al Capitalismo. El 70% de la economía es privada
Este es una de las cosas que me dicen a mí que, por más mierda que sea Fox News, aún tiene público. ¿Fox News? ¿Por qué lo digo? Porque esa cifra literalmente vino de Fox News, "basado" en el Informe Económico del Banco Central en el 2010. Ninguna otra fuente cita ese 70%, y lo más cercano a eso son otros chavistas tratando de medio-explicar el asunto. Nada bueno se puede esperar de "economistas" que no entienden la base del dinero y creen en la "guerra económica", al igual que no se puede esperar algo de columnas que niegan el impacto de la crisis ( como este ). Pero este no es el único problema con el mito.
Por una parte, el mito supone que el capitalismo causa crisis, cuando la realidad es lo contrario. Solo las perversiones del estado son las que causan este tipo de cosas. Y por otra parte, el Banco Central tiene la peculiaridad de no decir nada si las cifras no son favorables. ¿Cómo puede ser una fuente creíble? Eso sin mencionar que el Banco Central es otro órgano del gobierno para fines propagandísticos.
Lo cierto es que la cifra real no se sabe, nadie la sabe. Solo se tienen algunos indicios que no son para nada favorables. Tanto para el país como para los que se creen este mito. Yo me remito a palabras de Oliveros: La propiedad privada existe (ignorando el hecho que la propiedad privada requiere leyes para que sea como tal), y está muriendo, por no decir que está en fase terminal.
#5 La crisis de Venezuela es gracias a las sanciones impuestas por EEUU y países afines
Las sanciones comenzaron a mediados del 2014 y las sanciones más severas no se dieron sino hasta el presente año, 2018, ya cuando el país estaba en crisis. No es tan difícil de entender, pero vamos a profundizar.
Las sanciones son contra individuos muy específicos, que tienen poco o nada que ver con la población general o incluso con la economía. En ningún momento se prohibió la entrada a todos los venezolanos a territorio estadounidense, y en ningún momento se le prohibió a las empresas estadounidenses negociar con los venezolanos. Nada de eso ocurrió porque sencillamente las sanciones son de carácter político, no económico. Pero incluso suponiendo que fuese económico e involucrase a toda Venezuela, no se explica que la nación haya entrado en una crisis mucho antes de que las sanciones nacieran.

EXTRAS:

#E1 Mexico/Argentina/Nicaragua... están peor que Venezuela.
Para esto, se tiene que hacer una comparativa para buscar semejanzas, y ver si el país X está peor que Venezuela. Esto último no lo entienden. Pero en fin. Para decir que un país está peor que Venezuela, ese país debe tener:
Échenle bolas.
#E2 Venezuela no es socialista, es capitalismo de estado
¿Cómo se le llama a la propiedad privada a manos del estado? Propiedad pública, ¿y el motor del Capitalismo cuál es? ¿La propiedad pública?
Otro problema es que es muy difícil decir que Venezuela es capitalista cuando tiene no solo a un estado todopoderoso que sataniza a la propiedad privada, sino que también posee organizaciones comunitarias ), empresas a manos de estos colectivos, el índice de libertad económica más bajo de la región, se hacen llamar Socialistas... Es difícil pensar que es otra cosa aparte del mismo Socialismo que ya todo el planeta conoce. Porque, siendo sincero, tampoco es que el Socialismo haya significado algo distinto a la inutilidad y caos que tiene Venezuela. Décadas de socialismo soviético lo prueban.
submitted by ultra-BASIC to vzla [link] [comments]


2018.11.15 01:14 Cruxtely [Concurso] Corazón de Cempoalxochitl

El sábado 27 de octubre fui a una fiesta de día de muertos en Xochimilco. Decidí ir vestida de catrina con un vestido negro y un sombrero decorado con flores de cempasúchil. Mi hermana había hecho mi maquillaje y era extraordinario. A la entrada del lugar, me ofrecieron un curado de cempasúchil delicioso; había gente vestida de calaca tocando tambores y flautas, pétalos de flores tapizando el piso y humo de incienso en todo el lugar. Xavier, el amigo que me acompañó, y yo bailamos toda la noche al ritmo de los tambores.
Regresé a casa poco después de las 3 de la mañana. A pesar del agotamiento, me metí a bañar para no ensuciar mi cama del maquillaje o apestarla de incienso. Noté una pequeña marca negra del tamaño de un grano de arroz en mi muñeca derecha. No pude quitarla a pesar de tallar y dejar roja la piel alrededor. Salí del baño y me fui a dormir.

Tuve el sueño más extraño. Me encontraba acostada boca arriba sobre una cama de piedra. El cielo estaba completamente despejado y brillante. Sentía el calor del sol sobre mi cara. Tenía el cabello suelto sobre mis hombros y un vestido blanco cubría mi cuerpo hasta los tobillos. Me sentía tranquila. Quería levantarme para mirar que había a mi alrededor pero no podía mover mis brazos ni mis piernas. Miré a mi lado derecho y vi a mi abuela sentada a mi lado.
–Samanta, mi niña; debes despertar– dijo mientras quemaba mi muñeca con una piedra caliente.
Desperté inmediatamente con un dolor intenso en la muñeca. Corrí al baño, prendí la luz, metí mi mano en un chorro de agua fría. El dolor fue disminuyendo hasta que desapareció. Revisé mi mano y sólo había aquella mancha negra sobre mi muñeca. Revisé el celular, eran las 5 de la mañana. No pude regresar a la cama.
Me puse a ver series en internet buscando pasar el tiempo o cansar mis ojos lo suficiente para volver a dormir. Llegó la hora de arreglarme para salir a desayunar con mi familia. Le conté a mi madre mi extraño sueño.
–Que raro, murió cuando yo tenía 13 años- dijo mi madre.
– Lo sé pero la reconocí– contesté.
– Seguro se quedó en tu memoria alguna de sus fotos de joven.
– Probablemente.
El día siguió su curso y a la noche siguiente regresé a mi casa exhausta después de tan poco dormir. Cerré los ojos y los abrí de nuevo en el mismo sueño. El mismo cielo pero más obscuro con tintes rosados como si empezara a anochecer, la brisa del atardecer era fría y la cama de piedra también empezaba a enfriar mi cuerpo. El vello de los brazos se erizaba y un escalofrío recorría mi cuerpo inmóvil. Mis manos y pies estaba atados al piso.
– Este no es lugar para ti corazón – era nuevamente la figura de mi abuela sentada a mi lado; joven cómo en las fotos que recuerdo haber visto de niña– debes despertar. No duermas hasta que las almas regresen a casa.
Otra vez desperté con el inmenso dolor en la muñeca derecha, como si me hubiese quemado con un fierro ardiente. Prendí la luz y la mancha en mi muñeca era rojo fuego. La toque con mi otra mano y quemaba como si fuera un satén caliente. Volví a sumergir mi mano en el chorro de agua fría hasta que el dolor desapareció y la mancha regreso a su color negro. Eran las 3 de la mañana y una vez más no pude volver a dormir. El tiempo pasó lentamente, cada segundo estaba más agotada y más desesperada por dormir pero cada que mis ojos se cerraban empezaba a arder nuevamente la mancha en mi muñeca.
Conté 14,000 segundos cuando sonó mi alarma para levantarme. Hacer mi desayuno, la gente en la oficina, las tereas del trabajo; todo aquello me mantuvo despierta y al caer la noche, en la soledad de mi cama, una vez más caí rendida al sueño.

Sentí nuevamente la cama fría de piedra en mi espalda, las manos y pies atados al piso y el vestido blanco en mi. El cielo cada vez más obscuro seguía pintado de tonos morados a pesar de que el sol se había ocultado tras el horizonte.
– Falta poco Samanta pero aun no puedes dormir– dijo mi abuela y desperté con la muñeca quemada.
Era martes 30 de octubre a las 3:30am. Prendí la computadora y busqué formas para quitar el insomnio. El cansancio empezó a afectar mi trabajo. Al salir de la oficina fui a un mercado a comprar Valeriana esperando que eso me ayudará a dormir. Para las 8 de la noche me había tomado tres tazas de té de valeriana sin efecto alguno. Pasé la noche caminando y en cuanto llegó la mañana avisé al trabajo que no podría ir, busqué una cita con el primer psiquiatra que pudiera verme y fui. Le conté al médico lo sucedido en las últimas cuatro noches. Tras una larga valoración me recetó unas gotas para dormir y una referencia al dermatólogo.

Aquella noche me tomé el máximo indicado por el médico de las gotas para dormir y al fin pude cerrar los ojos. Los abrí en el mismo sueño pero ahora estaba completamente de noche. Mis manos seguían atadas. Una Luna roja brillaba sobre mi cabeza. De repente cuatro antorchas se prendieron a mi alrededor, unos tambores empezaron a sonar a lo lejos; se acercaban.
– Samanta, ¿por qué regresaste?– preguntó mi abuela con tristeza.
– ¿Dónde estoy abuela?– le pregunté.
– Te dije que no durmieras hasta que las almas regresen a casa– contestó– Esta es la última piedra de fuego que me queda. No regreses. Sólo faltan una de noche.
Volvió a colocar una piedra al rojo vivo sobre mi muñeca y desperté. Eran las 4am del jueves 1º de noviembre. Pasé el resto de la madrugada buscando información. Poco a poco todo tenía un poco más de sentido dentro de lo absurdo que parecía. El 2 de noviembre es la última noche en el cuál las almas de los difuntos pueden cruzar a nuestro mundo. Decidí obedecer a mi abuela y no dormir por una noche más. Fácil decirlo. Falté al trabajo, vi cuantas películas pude, tomé cuanto café había en mi cocina. Los ojos me ardían, mis párpados se caían. Eran las 11:59pm. ¿Bastará con que acabe el día o tendré que esperar al amanecer? Cerré los ojos.
Abrí los ojos en la piedra fría, atada, amordazada. La Luna carmesí brillaba en lo alto. Las antorchas prendidas la cama rodeada de pétalos de cepasúchitl. Los tambores se escuchaban a mi lado retumbando en mis oídos. El incienso opacaba el olor de las flores. Un señor vestido de sacerdote Azteca se acercó a mi con un cuchillo de obsidiana en una mano y recipiente de piedra hondo en la otra. Miré a mi derecha intentando escapar, intentando pedir ayuda con la mirada. Mi abuela estaba hincada a mi lado. “Te dije que no volvieras, sólo era una noche más” repetía con lágrimas en los ojos.
Miré al cielo una vez más. El cuchillo sobre mi pecho. Mi corazón latiendo, la Luna apagándose.

submitted by Cruxtely to Hparanodormirpodcast [link] [comments]


2018.09.18 07:25 Zetusleep5390 La leyenda de los estudios en el callejón del aguacate.

La leyenda de los estudios en el callejón del aguacate.
Los últimos señores Mexicas habían llorado ya la pérdida de las tierras que algún día los acogieron y fueron testigo de la gloria de Azcapotzalco, que por aquellos días era el señorío responsable de estos parajes del sur de la Ciudad de México.
https://preview.redd.it/ytfbhd0wmxm11.jpg?width=1829&format=pjpg&auto=webp&s=0d378d702fb3361927e955cfac275b117cb743ce
Don Hernán Cortes había invitado a capitanes, soldados y aliados a un enorme banquete con vino de Castilla y cochinos de Cuba. Años después, Bernal lamentaría en sus crónicas de la conquista que los lugares fueron insuficientes y por otras cosas acaecidas aquella noche, hubiese preferido que nunca se llevara a cabo. La más macabra de las cosas acaecidas es el origen de esta historia. La noche fue agridulce, estuvo manchada por la sangre aunque no tuvo lugar batalla alguna. Las crónicas y la historia se han esforzado por borrar los terribles hechos que en aquella noche larga de Coyoacán costaría la vida de dos inocentes. No sólo las quejas por el espacio ahogaron la noche gloriosa de Cortés. Pasadas las 11 de la noche todas las antorchas se extinguieron, como por acto de magia la penumbra abrazó el patio del real de Cortés, el embrujo lo rompió el llanto desesperado de uno de los niños que jugaba en los pasillos, ese llanto centró la atención de todos los presentes que corrieron a avivar las antorchas y velas para restablecer la iluminación de aquel lugar. Los perros que habían acompañado a Cortés, tesoro preciado del conquistador, ladraron con violencia estridente que heló la sangre de todos los asistentes. Dos espadas de madera fueron halladas en el suelo, ante la mirada atónita y desesperada del resto de pequeñines que no atinaban a decir nada más que: “Julian y Rodolfo, ¡la noche se los ha tragado!”.
Entre llantos y confusión una puerta se cerró, como señalando el punto de escape de esa oscuridad que se había tragado a los pequeños.
Dos soldados liberaron a los perros, los canes corrieron velozmente por la puerta que señalaba el punto de escape -en todo momento ladrando con violencia y autoridad, como si sus ladridos fueran a detener al mal que ya todos buscaban-. Una comitiva liderada por Don Rodolfo De Escalante salió acompañando a los canes para apresar al responsable y dar con el paradero de los dos hijos varones del capitán español. Corrieron todos por caminos rurales y parcialmente empedrados, en espera de los caballos, carruajes y coches que algún día transitarían esas calles (algunas de las cuales al día de hoy siguen manteniendo tan rudimentario camino) como lo son los palacios y casonas españolas de estilo colonial que por aquellos días no eran sino cimientos, hoy testigos de la historia de México que nacía con la Nueva España tras la muerte de Tenochtitlán.
Finalmente, uno de los perros tomó camino por lo que hoy en día sería el final de la calle Francisco Sosa, donde la calle se convierte en la Cerrada Francisco Sosa; lugar en el que hoy se levanta un muro de piedra que en una esquina guarda un antiguo altar a la virgen del Rosario, sobre el que se elevan las ramas de un árbol de aguacate. Aquel perro paró y comenzó a ladrar en la penumbra con desesperación. La comitiva apresuró el paso y todos como una marcha coordinada pararon súbitamente ante una escena francamente dantesca. El perro que los había guiado tenia las orejas gachas, no dando crédito el animal a lo que sus ojos veían: eran las piernas y brazos del pequeño Julian De Escalante. El perro se lanzó contra un ente que estaba parado en la penumbra, desapareció para no ser visto más.
La pierna derecha del pequeño, cubierta en sangre, antecedía en fila a la pierna izquierda que a su vez estaba antes del brazo derecho y luego el izquierdo; donde la pequeña mano del inocente terminaba señalando hacia adelante en dirección a aquel ente de espaldas anchas y tamaño descomunal. El ruido que salía de aquella bestia era el de un coyote hambriento devorando a su presa. En sus anchas espaldas el torso y rostro de dolor del pequeño Julian que aún agonizaba, al borde de perder la consciencia el niño lloraba con desesperación y a los pocos segundos de que los soldados llegaron a su encuentro el pequeño perdió la conciencia. Un grito rompió el hechizo: “dadme la cara, ¡hideputa!” gritó un arcabucero de la comitiva, quien al mismo tiempo descargó en contra de la criatura. Aquel ente volteó despacio, entre sus brazos el cuerpo del pequeño Rodolfo De Escalante, de quien quedaba todo menos las vísceras que devoraba aquella criatura infernal. Los ojos de aquel ente eran de un rojo tan ardiente como las brazas que cocinaron los cochinos que ahora vomitaban todos los presentes a tan grotesco espectáculo. Varios de los soldados que componían la comitiva no pudieron contener las lágrimas y la desesperación, quedaron desarmados ante la barbarie que atestiguaban pues no hubo horror en las guerras que muchos ya habían vivido que se equiparara a lo que estaban presenciando. El cuenco que contenía las vísceras del niño le servían de plato ceremonial para beber la sangre del pequeño, a quien tomó entre sus brazos y alzó dejándolo suspendido para drenar todo su líquido vital.
El arcabucero entre llantos cargó nuevamente el arcabuz y arremetió contra la bestia. No pareció dañarla en absoluto. La reacción que aquella afrenta suscitó fue que el cuerpo del pequeño Rodolfo terminó recargado en una de las rodillas de la monstruosa aparición que arrancó de su espalda el torso de Julian y mordió su cuello para drenarlo también, el sonido de aquello era espantoso y toda vez que hubo bebido la última gota de sangre tomó de la cabeza los restos del niño, con violencia sin más lanzó el tronco del infante en dirección a la comitiva que inmóvil e impotente no daba crédito a lo que estaba viviendo, fue tal la fuerza con la que realizó el lanzamiento que la cabeza se desprendió del torso y quedó en la mano de ese monstruo. Así fue que abrió la boca de la cabeza, desprendió la quijada y lanzó a la oscuridad el resto de la pequeña cabeza. Dicha mandíbula sirvió entonces como un cuchillo ceremonial, la bestia tomó el hueso que había obtenido de Julian y rompiendo el esternón del pequeño Rodolfo accedió a su corazón, lo sacó. Lo sostuvo en sus manos y lo elevó como ofrenda a los dioses de esas tierras, ante todos los presentes de un sólo bocado devoró ese órgano. Del cielo cayó un rayo, como dictando sentencia de aquel rito se escuchó el aullido de un coyote proveniente de esa fiera, el suelo se abrió y el ente lanzó una bocanada de sangre hacia el cielo y desapareció al sonido de un extraño vocablo náhuatl que retumbó en los oídos de todos los presentes: NETZONCUILIZTETLATZACUILTILIZTLI (un aliado luego lo tradujo para todos, la venganza se ha consumado). Aquella sangre bañó una pequeña planta recién sembrada en la esquina de la muralla que limitaba los terrenos que pertenecían a Don Rodolfo De Escalante.
Don Rodolfo yacía en el piso, con el gesto de quien ha sido absolutamente derrotado. El peor castigo aún estaba por llegar. Su esposa Aura había sido avisado por alguien de la comitiva de lo ocurrido y a toda velocidad puso marcha por la noche, su hermoso vestido de gala no fue obstáculo para la desconsolada carrera de una madre que no quería dar veracidad a lo contado… hasta que llegó y se encontró con la horrible escena. El llanto desconsolado de la madre fue tal que los testigos se persignaron y llorando se esfumaron dejando en la absoluta soledad a la pareja. La madre tomaba las manos del pequeño Julian, acariciaba el rostro de Rodolfo, su llanto era incesante y su dolor no tenía parangón. Los días con sus noches que siguieron a tal atrocidad fueron para la mujer, agonía e infierno en vida. Los días los pasaba Doña Aura de rodillas en aquella discreta planta, que algún día sería un árbol de aguacate, lamentando sin parar la irremediable perdida de sus dos hijos. Por las noches dos esclavos tenían que salir por ella para cargarla al interior de la casa cuyas ventanas eran el vitral de aquel dolor indescriptible que consumió a Doña Aura. Las únicas palabras que salían de su boca era un doloroso testimonio de su pérdida: “¡mis hijos!”, constante recordatorio que avivó el odio y la locura en el corazón de Don Rodolfo. La falta de comida y el sufrimiento de la pobre madre la consumió a penas seis meses después. A un costado del aún tierno aguacate, Doña Aura pidió ser enterrada para estar con sus pequeños para toda la eternidad. Los restos mortales de los pequeños también fueron trasladados a ese lugar por instrucción de Don Rodolfo. La barda de piedra aún no terminada ganaba altura y la casa de los De Escalante iba tomando forma, cuya ala principal hoy permanece en aquel sitio, sitio desde donde hoy se cuentan las macabras historias que habitan en las oscuras horas de la noches. Las historias para no dormir.
Terrorífica historia es la de Don Rodolfo y los De Escalante en la Nueva España. Rodolfo y Juan De Escalante fueron dos hermanos provenientes de Toledo que se habían unido a la expedición de Cortés con el afán de llevar el negocio de su familia a las Indias. La familia De Escalante poseía una forje de armas que en buena parte fueron responsables de la muerte de miles de habitantes de las tierras que conquistaron los españoles. Los hermanos escalaron rápidamente entre los soldados de Cortés por su fiereza e inclemencia contra los conquistados. Los hermanos escribían cartas de jubilo y esperanza de expansión para la herrería, por supuesto que dejaban fuera los temibles detalles de sus proezas militares en Cuba, las Antillas, La Villa Rica de la Veracruz y Tenochtitlán. Fue Tenochtitlán el inicio de una serie de desgracias para los hermanos, serie que no culminó hasta extinguirse la vida de Don Rodolfo… quizás.
América tenía preparado un reclamo de sangre insaciable para los De Escalante, el primero en pagar ese peaje fue Don Juan, a quien Cortés había encomendado la conquista definitiva del Señorío de Azcapotzalco. Precisamente fue en Coyoacán donde los soldados que comandaba cayeron en manos de fieros guerreros águila que no tuvieron piedad sino de Don Juan, a quien presentaron ante el señor Cuahupopoca quien ordenó su inmediata decapitación y ofrecimiento ceremonial. El cuerpo de Don Juan nunca fue hallado, los totonacos que habían acompañado a los españoles en aquella empresa dieron parte de la crueldad que sufrieron los capturados a Cortés, quien vio en este suceso el pretexto perfecto para ordenar el sitio definitivo de Tenochtitlán y la toma definitiva de los Señoríos aledaños. Don Rodolfo De Escalante pidió a Cortés dirigir personalmente al bergantín que desembarcaría para la carga contra Iztapalapa y Coyoacán. Don Rodolfo sometió con brutal crueldad esas tierras que no tuvieron otra opción que pasar al bando de los conquistadores para culminar la toma definitiva de la gran Tenochtitlán. Aquella fue la primer venganza que Don Rodolfo juró en América, no sería la última.
Desolado tras la muerte de sus dos varones y su señora, Don Rodolfo envió a la pequeña Carmen de vuelta a España para ser cuidada por su hermana Doña Julia De Escalante viuda De Torrecillas. Don Rodolfo permaneció en la Nueva España supervisando la construcción de su fortaleza que habría de servir de casa, encomendó construir montado en la pared un altar a la virgen del Rosario, altar que aún permanece en la esquina que inicia el callejón del aguacate y cuya virgen en algunas noches, muchos cuentan, llora sangre.
Don Rodolfo montó guardia por las noches, desde que terminó la novena en honor a sus pequeños hasta el día de su muerte. En la esquina donde encomendó su altar, Don Rodolfo pasaba las noches rezando, entre los habitantes indigenas de esas tierras surgió la advertencia de no cruzar esa esquina al caer la noche pues aquellos que osaban poner un píe en aquella propiedad no volvían a ser vistos jamás. Durante el restante de la longeva vida de Don Rodolfo desaparecieron 46 niños y 20 jóvenes que se esfumaron por completo de esas tierras, hasta el día de su muerte, cuando sus criados dieron cuenta de los horrores que aquellas pobres almas sufrieron. Las osamentas fueron mortero para fortalecer la pared, dentro de la casa los gritos de auxilio eran ignorados mientras en su estudio de los horrores Don Rodolfo extraía la sangre abdominal para consumirla, mientras que la carne forraba sillas y mobiliario del estudio y los huesos se los daba a sus perros como juguetes o premios. Los sesenta y seis muertos, como toda la población indígena de esas tierras era para Don Rodolfo de Escalante el rostro del enemigo responsable de su dolor y tragedia.
Para 1537 el muro y la casa estaban terminados, un Rodolfo con aspecto de ermitaño prohibía a sus esclavos y criados hablar de lo que acontecía durante los días, sólo permitía que salieran a los jardines a regar con un balde que él les daba el aguacate que empezaba a formarse en árbol en la esquina de la propiedad.
Cuarenta años después de aquella fatídica noche de septiembre, noche en que Don Rodolfo lo perdió todo, un estruendo demoniaco llegó hasta la casa de Don Rodolfo, los criados y esclavos dicen que el diablo mismo le visitó para reclamar su alma. En la madrugada de aquel día Don Rodolfo echó a reír en la esquina de su casa, sentado como un niño contemplando su aguacate estremeciendo a todos los que le escuchaban, con una daga que había traído consigo de Toledo puso fin a su vida. La lectura de su testamento dejó en propiedad toda su Hacienda a su hija Carmen De Escalante de Rodriguez, quien decidió limpiar un poco su conciencia transformado aquella casa en una residencia para enfermos que formó parte de la herencia de los De Escalante en México hasta la década de los ochentas.
La casona de los De Escalante vio pasar por sus cuartos a miles de heridos y enfermos que padecieron en aquel lugar. Siglos de dolor abrazan la casa que hoy es hogar de nuestros estudios. El pasar del tiempo se ha encargado de hacer crecer la leyenda de este sombrío lugar.
Muchos años después de los sucesos que comenzaron todo un descendiente de los De Escalante decidió volver con su familia a la vieja casona de Coyoacán. Gustavo Escalante era padre de familia de Emilio, Benito e Irma, esposo de Beatriz Rodriguez. La familia vivió días felices desde el final de la primer década hasta la oscura noche del 20 de septiembre de 1929.
Don Gustavo fue un abogado de origen Español, un hombre bastante respetado por sus colegas y la sociedad en general, tenía muy buenos contactos y su familia vivía una muy buena posición en México. Sin embargo, existió un lado oscuro de Gustavo, una obscena obsesión por el ocultismo. En ocasiones desaparecía por semanas enteras para visitar brujos negros en Catemaco Veracruz. La inquietud que le robaba el sueño era la maldición que aquejaba a su familia desde que su ancestro, Don Rodolfo De Escalante, sembrara el terror en los corazones de los habitantes indigenas de esas tierras y se enemistara con sus dioses jurándoles la más fiera de las venganzas.
Fue así que un brujo le dio a Gustavo una Ouija para que contactara con su ancestro y esclareciera sus inquietudes en torno a los acontecimientos que dieron origen al sufrimiento de muchas generaciones de De Escalantes que por siglos se rehusaron a habitar en México temiendo un trágico final. Muchos siglos habían transcurrido ya y Gustavo estaba determinado a poner fin de una vez por todas al maleficio.
Aquella oscura noche del 20 de septiembre de 1929, Gustavo llegó a casa y pidió a toda su familia reunirse en el salón principal de su residencia. Sobre la mesa de su precioso comedor no había más que 4 velas negras y una tabla con letras escritas en ella. Gustavo explicó para sorpresa de todos el misterioso propósito de sus constantes viajes a Veracruz. Sus hijos por aquel entonces ya alcanzaban como mínimo la adolescencia siendo Benito el menor de ellos con 16 años. Beatriz no sabía muy bien como interpretar la extraña petición de su esposo, los hijos lo tomaron con cierta intriga y curiosidad. Cuando el padre de familia terminó la historia pidió que se apagaran las luces y se encendieran las velas para formar una suerte de circulo en torno al tablero. Todos tomados de las manos dijeron las palabras que el brujo había preparado para Gustavo. Con voz de mando y cierta esperanza dijo: Estamos aquí reunidos, generaciones de Escalantes que exigimos hablar con el alma de Don Rodolfo de Escalante, Capitán español que conquistó estas tierras y habitó hasta el día de su muerte en esta casa.
Todos los integrantes de la familia estaban tomados de las manos, expectantes a una respuesta por parte del tablero. Un frío como jamás habían experimentado los atravesó a todos, las luces que a la distancia se veían se apagaron súbitamente, un silencio sepulcral reinó en la sala… únicamente lo descompuso el sonido de los pabilos de las velas que se extinguieron una a una, como si alguien o algo estuviera soplando para apagarlas. Irma trató de soltar la mano de su padre, Gustavo le gritó: NO, NO DEBEMOS ROMPER LA CONEXIÓN. La pobre no lograba salir de su espanto pero decidió hacer caso a su padre, quien guiaba la sesión con extraña y natural destreza en el oculto asunto. De pronto el oráculo que era sostenido por Gustavo comenzó a moverse. Deletreo letra a letra su respuesta: S-A-N-G-R-E. Se miraron incrédulos todos pero ninguno quiso romper la conexión. Gustavo volvió a preguntar: Don Rodolfo ¿está usted aquí con nosotros? El oráculo nuevamente se movió deletreando la palabra: M-U-E-R-T-E. Nadie daba crédito de lo que estaba sucediendo en aquella oscura noche. Emilio, un joven de 20 años, decidió que había sido suficiente seguirle la corriente a la excentricidad de su padre y sin más soltó la mano de madre y su hermano Benito, al tiempo que dijo: “¡En verdad espera, padre, que no nos demos cuenta que no está buscando más que la manera de asustarnos! Me voy a dormir, ya tuve suficiente locura por un día”. Caminó hacia la puerta corrediza, pesada puerta de madera que dividía el salón principal del estudio de su padre, se cerró violentamente.
Beatriz la madre cayó desmayada, Emilio no podía creer lo que había visto, no había explicación alguna para que una puerta corrediza tan pesada como esa se cerrara abruptamente sin que nadie la empujara. Así fue que sin pensarlo le pidió a su hermano Benito que le ayudara a abrirla, Benito corrió rápidamente a interesarse por su madre que yacía desfallecida en el piso a un lado de la mesa.
Irma no podía parar de llorar, privada por un profundo e inenarrable horror era testigo de una de la escena más escalofriante de su vida. Ninguna leyenda de horror que conociera se comparaba ya con lo que estaba viviendo, ni siquiera las exploraciones que de niños hacían los hermanos en las noches para visitar el árbol de los susurros, pues Emilio les había contado que por la noche si se ponía mucha atención en el tronco del árbol de aguacate en el que terminaba su jardín se podían escuchar los lamentos de una mujer y unos niños, así como desgarradores gritos de horror. Ninguno de los asistentes estaba preparado para lo que tendrán lugar aquella oscura noche.
Cuando Emilio se percató de que su madre estaba tirada a un lado de la mesa corrió a ayudar a Benito, ambos le pidieron ayuda a su padre… nadie les contestó. Alzaron la cara para ver si su padre se encontraba bien, o si también había sido derribado, víctima del miedo ante una situación que comenzaba a pintar para peor. Para asombro de los hermanos, el lugar en donde ellos esperaban encontrar a su padre estaba vacío, sólo asomaba por los ventanales del comedor que daban al jardín la sombra del árbol de aguacate al final de su jardín. Gustavo había desaparecido. Sin dar mayor importancia a la desaparición del jefe de familia, los hermanos esquivaron a una horrorizada Irma que no podía salir de la conmoción. Todo mientras el tablero seguía activo y funcionando como un portal. Llevaron a la madre hasta un pequeño sillón que se encontraba en la sala principal de la casa y decidieron abrir uno de los grandes ventanales de la casa, pensando que quizá un poco de aire fresco reanimaría a la señora.
Cuando Emilio y Benito abrieron el ventanal se percataron de la figura de un hombre que estaba sentado, como contemplando el aguacate, ambos pensaron de inmediato en que su padre habría salido a tomar un respiro al jardín, sobrecogido por la emoción del momento… estaba parcialmente en lo correcto. Cuando decidieron llamarlo el hombre volteó, no vieron más que un ente completamente oscuro del que no se podían distinguir más que un par de brazas ardientes en donde deberían estar sus ojos. Sin dar crédito a lo ocurrido, continuaron su intento por reanimar a su madre. Emilio entonces le dijo a Benito que iría al botiquín por alcohol. Emilio echó a correr y atravesó sin mayor problema el umbral que antes estaba bloqueado por las pesadas puertas corredizas que separaban la sala del estudio y el resto de la casa. Benito, decidió atender al mismo tiempo a su hermana Irma; sin embargo, Irma también había desaparecido. Sorprendido por el hecho, pero sin ánimo de dejar a su madre sola, Benito empezó a llamar por su nombre a su hermana, fue entonces que escuchó carcajadas infantiles, nuevamente en el jardín. Benito estaba convencido de que su imaginación le estaba jugando una mala pasada, se llevó ambas manos al rostro para frotarse los ojos, al abrirlos nuevamente vio claramente a su padre sosteniendo a Beatriz con una mano y empuñando una daga en la otra. ¡PADRE, ¿QUÉ ESTÁ HACiENDO? Grito, e inmediatamente, Gustavo cortó de un sólo tajo la garganta de su hermana para dejarla tumbada al lado del árbol regando éste con la sangre que emanaba a borbotones del cuello de la joven. Benito no podía creer lo que estaba pasando, fue entonces que Gustavo lo miró fijamente y echó a reír.
¡Benito, muévete carajo, que mi mamá no se despierta! –gritó Emilio– súbitamente Benito salió de su asombro sin poder articular palabra alguna. Fue entonces que desde la segunda planta de la casa escucharon al padre llamándoles, este les decía que llevaran a su madre al patio para que el césped húmedo y el aire fresco la reavivara. Cuando Emilio se dispuso a seguir la instrucción de su padre Benito lo detuvo. ¡Mi papá está como loco, acaba de matar a Beatriz… cabrón, vámonos de aquí, hay que sacar a mi mamá! le dijo Benito a Emilio. Ignorando lo que su hermano le imploraba lo apartó y cargó a su madre, como quien carga un costal de papas salió por la ventana que apenas tenía una caída de 30 cm respecto al jardín y la acostó justo en el medio. Al intentar reintegrarse Gustavo apareció detrás de él, tomó al joven de la cabellera, le alzó la cara y de un sólo tajo lo degolló; con una fuerza sobre natural lo lanzó al tronco del árbol, cubriendo éste con la sangre que emanaba con potencia del cuello del joven. Benito subió a toda velocidad a su cuarto, el muchacho no podía dejar de pensar que todo era un mal sueño y tendría que despertar eventualmente. Su idea fue correr a su habitación, quizá contemplándose a sí mismo durmiendo: despertaría.
En el jardín, el cuerpo de Beatriz seguía tirado, sin conciencia alguna de lo que estaba sucediendo, fue así que Gustavo la recogió, tomándola entre sus brazos la cargó hasta la base del árbol, empuñando su daga se la enterró de forma violenta en el corazón. Inmediatamente dejó caer el cuerpo de su mujer, todavía con la daga clavada en el pecho, ya en el piso con la maestría de un cirujano (o quizá la de un carnicero) rompió la barrera torácica de la mujer, extrajo su corazón y lo contempló… mientras el cuerpo sin vida regaba con más sangre las raíces de el árbol de aguacate.
Benito presenció aquel horror desde su ventana. Buscando la salida de su pesadilla únicamente se hundió aún más en la misma. Benito sabía que la situación que vivía era límite, debía de enfrentarla para sobrevivir así fue que puso marcha a toda velocidad al jardín. Era Benito quien tenía que enfrentar a un Gustavo que aquella noche parecía más un demonio que su padre, fue así que antes de salir al jardín tomó la ouija de la mesa. Lo que había empezado todo tendría que terminarlo. A toda velocidad se lanzó en dirección a su padre para golpearlo con la tabla y así desarmarlo; sin embargo, en un reflejo ante el ataque inminente el padre clavó la daga en la tabla. La fuerza del golpe de aquella daga contra la tabla fue más la de una explosión que la de un simple pedazo de acero afilado rompiendo una tabla de madera. Un chillido horrendo se escuchó en lugar del sonido de la madera rompiéndose. Benito y Gustavo quedaron tirados en el jardín. El esfuerzo final y absoluto sería recomponerse para asestar el golpe final al oponente, cuando Benito intentó hacer lo propio, Gustavo estaba encima de él. Lo miro fijamente y le dijo: ¡Hijo, tienes que ser tú quien termine con esto, no traigas más dependencia maldita a este mundo!.
Benito intentaba quitarse a Gustavo de encima, la daga empuñada en su mano ahora tenía como base el tablero ouija… Gustavo retiró su brazo para tomar impulso y cuando todo parecía perdido para el muchacho… el padre de un sólo golpe y sin meditación se clavó el cuchillo en la sien.
El cuerpo sin vida de Gustavo escurría sangre en la cara de Benito, el joven con apenas 16 años no podía terminar de entender como toda su vida se había venido abajo en a penas minutos de una oscura y desafortunada noche de septiembre. Benito perdió la conciencia.
Debido a la posición social de la familia De Escalante y a algunos colegas del licenciado Gustavo De Escalante y Casas, los periódicos no publicaron más que una esquela recordando a “Gustavo de Escalante y Casas, padre de familia de Emilio e Irma De Escalante Rodríguez, esposo de Doña Beatriz Rodríguez Martínez, a quienes sobrevive el joven Benito De Escalante Rodríguez. Perdieron la vida durante un intento de robo a su propiedad. Qué en Paz Descansen…” el periódico daba información sobre los horarios de la novena que se ofrecería por el descanso eterno de la familia. La versión oficial de la historia fue esa. Benito único testigo y superviviente sabía que la realidad había sido otra, pero nunca hasta el día de su muerte quiso contar lo ocurrido. El relato de aquella oscura noche lo guardó en una caja junto a otra memoria oscura. La caja sólo decía: “no abran nunca esta caja de la media noche”. Clavado en ese baúl de madera estaba el arma homicida, una preciosa daga antigua con una empuñadura de fina manufactura que tenía el escudo de armas de la familia De Escalante.
El 6 de septiembre de 1986 el cuerpo del capitán del Heroico cuerpo de fucileros Benito De Escalante Rodriguez fue encontrado por su asistente doméstica en su casa en el barrio de Santa Catarina en la delegación Coyoacán, murió de causas naturales según lo indicado su certificado de defunción.
Su casa en el número 34 de la calle Francisco Sosa estuvo abandona muchos años. Las únicas visitas que recibía la propiedad eran el sin fin de curiosos y amantes de lo paranormal que se daban cita en las madrugadas para comprobar si el llanto de sangre de la virgen del Rosario, que se encontraba en un altar cubierto por las ramas y hojas de un antiguo árbol de aguacate, eran reales. O bien, si los lloros y quejas de dolor de una madre y sus hijos eran audibles entrada la media noche. O si el hombre de la capa se aparecía por aquella esquina a las 3 con 33 de la madrugada. Finalmente la delegación Coyoacán tomó posesión del inmueble y fue rentado como espacio para oficinas. En la oficina, que hoy es un estudio se encontró el baúl con la daga, donde escrita estaba la historia antes contada y una carta cerrada que decía “el niño”.
El niño 
Todas las tardes al volver del cuartel tenía la única certeza de que me encontraría al mocoso regordete jugando con sus amigos fuera de mi casa. Por años toleré que ese infeliz chamaco me imitara y me siguiera como marchando a mi lado, pidiendo tocar mi uniforme e ignorando mi atenta petición de que me dejara en paz. Pero yo nunca creí ser un asesino, odiaba a ese niño sí, pero nunca lo suficiente como para matarlo. Escribo esta confesión que espero no sea leída nunca, porque no puedo más con la culpa, pero sobre todo con la imagen maldita del escuincle regordete que me sigue a todos lados a donde voy.
El día 15 de septiembre de 1949, lo recuerdo pues volvía de la ajetreada jornada del desfile militar, toqué la puerta del número 15 de la privada Mondragón. Hasta ese lugar había seguido al condenado chamaco. Me atendió un señor, no tendría más de 40 años, con algo de sorpresa el muy maricón pensó que tenía algún problema que el ejercito iba a resolver. Le aclaré que mi visita tenía como objetivo resolver un asunto urgente. Quería saber si el niño malcriado y regordete era su vástago. Toda vez que el imbécil me confirmó que la dolencia ésa era su niño, le pedí que le ordenara que dejara de estarme fastidiando, le advertí que no quería volver a ver a su hijo y a su panda de amigos jugando cerca de mi propiedad nunca más. Tengo derecho a estar solo, a no escuchar el infernal chillido de esos mal nacidos cuando quiero retirarme a descansar. Como no podía ser de otra manera, me juró por su madre que la molestia no se repetiría, me ofreció pasar a su casa, tomar un café… nomás no me ofreció a su esposa porque no tuvo oportunidad. Le dije que lo único que quería de él era que su niño no me estuviera jodiendo y no se apareciera más por mi casa y mi calle. Se le pusieron sus ojos rojos y me extendió la mano, como si yo quisiera estrechar la mano sudada de un blandengue como ése, di la media vuelta y le dije: estás advertido, cabrón.
Antes de matarse mi padre me dio el mejor consejo de la vida: no traigas dependencia maldita a este mundo.
Ciertamente no tolero la compañía de mujeres que no sea por más de unas horas, desnudas y en la cama, como para qué carajos querría yo además a un niño.
El día 20 de septiembre de 1949, pasaban las 1800 horas cuando regresé de una caminata por el barrio. Ahí estaba ese engendro del demonio, jugando a las canicas en solitario. Le grité: “le advertí a tu padre que no quería volverte a ver aquí, mocoso”. Lleno de ira me abalancé hacía él. La cara de espanto que tenía la pequeña bestia ése era castigo suficiente. Pero aún hoy a tres años de lo que pasó no puedo entender lo que se apoderó de mí, ese día.
Todo lo que hice, si es que yo lo hice fue en calidad de espectador, cuando tomé al niño era para llevarlo de las orejas con el bueno para nada de su padre, con el afán de que le dieran una merecida chancliza, juro que esa era mi intención.
Primero le tomé de la oreja y cuando lo quise arrastrar el mocoso empezó a llorar. Ese tipo de mariconerías francamente me encabronan pero no como para tomarlo del cuello. Mis manos, las dos apretaron su cuello y cargaron al niño en la esquina de mi casa, parecía que se lo estaba entregando a la virgen, el olor de los orines de ese mocoso era penetrante, pero parecía que no me importaba que sus meados fueran a manchar mi uniforme, porque con los dos brazos lo cargué más hasta que escuché finalmente como el pescuezo le tronó. Juro que cuando volví en mí el niño estaba tirada burlándose de mí. Abrí el portón de mi casa y cuando iba a entrar a mi sala para tomarme un tequila escuché un golpe muy fuerte, era un coche que se había estampado contra el muro exterior de mi casa, abajo del coche estaba el cuerpo del mocoso ése… La cruz y la policía dijeron que el conductor tratando de esquivarlo se lo llevó y lo mató, pero yo sé que eso no fue así, como también sé que el empedrado de la calle no deja que los coches tomen mucha velocidad, no sé cómo es que el conductor de ese Cadillac también se murió.
Creo que estoy perdiendo la razón, pero también creo que la maldición de la que tanto hablaba mi padre es real. Juro por la memoria de mi madre que los acontecimientos de ese día me tuvieron como mero espectador, pero aún así no puedo quitarme de la cabeza la imagen de ese niño entre mis manos, sus ojos que se apagaron cuando le tronó el cuello. Todo lo demás que pasó ese día ya no sé si es verdad, o sólo un sueño. ¿Yo maté a ese niño? ¿Qué se apoderó de mí, llenando mi ser de tanta rabia? Ya no sé si es verdad, pero necesito limpiar mi conciencia.
Ese niño viene a joderme la existencia, todas las madrugadas a las 3 me levanto, lo quiera o no. También, lo quiera o no lo veo y lo escucho jugando con sus canicas en la esquina donde murió.

submitted by Zetusleep5390 to Hparanodormirpodcast [link] [comments]


2018.08.23 20:15 master_x_2k Zumbido IV

Zumbido IV

Brian llegó cuando Perra y yo estábamos caminando penosamente por el campo con palas y bolsas de basura en la mano. No es la imagen que quería que él tuviera de mí, pero me alegré de verlo de todos modos.
Me limpie usando el grifo en el abrevadero de agua de los perros, pero todavía estaba cubierta de huellas sucias de las patas, manchas de hierba y la piel todavía me picaba con la sensación de que los bichos se arrastraban sobre mí. No tenía ninguna duda de que, con mi pelo mojado y el estado de mi ropa, me veía bastante espantosa.
“Hay agujeros de bala en la puerta de entrada”, Brian habló desde el otro lado de la alambrada, levantando la voz para ser escuchado sobre el torrente de ladridos. Llevaba su traje y su casco, pero tenía la visera levantada y no estaba envuelto en su oscuridad. Desde la distancia, se vería como un tipo con equipo de motocicleta.
“Tranquilos”, ordenó Perra, y los perros se callaron. Al ver lo que los otros perros estaban haciendo, los pocos que no habían aprendido el comando se detuvieron después de uno o dos ladridos más.
“Sí, dispararon sus armas unas cuantas veces”, le dije.
“Y todavía están aquí”, dijo, con leve incredulidad.
“Mi decisión”, le dijo Perra.
“Es una mala decisión”, la amonestó.
“No voy a irme.”
Brian se cruzó de brazos. “¿Es tu orgullo o testarudez digno de lastimar a esos perros?”
Ella frunció el ceño y miró a los perros.
“Lo que dijeron sobre las salchichas,” dije en voz baja, “sobre envenenar a tus perros. No podrías detenerlos a menos que estuvieras aquí todo el día, todos los días, y tal vez ni siquiera entonces.”
“Es cobarde”, Perra escupió las palabras.
“Son cobardes”, le dije. “Básicamente la definición de cualquiera que se une a un grupo de odio. Pero incluso si atacaran de forma más directa, ¿podrías manejarlo? ¿Podrías si veinte personas aparecieran con armas de fuego? ¿O si Night y Fog pasaban a las tres de la mañana, cuando estás solo tú y estos muchachos?”
“Yo puedo arreglármelas sola.”
Suspiré un poco y planté mi pala en el suelo. Tenía que pensar en una forma de convencerla. Si perdía la paciencia frente a su terquedad, ella ganaría la discusión, y todos perderíamos.
“Lo sé. ¿Pero no es mejor confiar en nosotros? ¿Para de verdad manejar esto en lugar de hacerlo sola, escondiéndote y dejando que esos cabrones tengan el poder?”
“No me estoy escondiendo”, me miró enojada. “Estoy protegiendo-”
Brian la interrumpió, “Proteger a tus perros significaría llevarlos a un lugar seguro.”
Ella sacudió su cabeza violentamente. “No. Si hago eso, los malnacidos ganan.”
“Entiendo lo que dices”, le dije. “De verdad, sé a qué te refieres. Pero nuestra prioridad número uno es protegerlos a ti y a esos perros. Una vez que nos hayamos encargado de eso, podemos enfocarnos en enfrentar cualquier amenaza.”
Ella golpeteo con sus dedos contra su muslo, mirando hacia el edificio.
“¿Vamos a encargarnos de ellos?”, Ella hizo la pregunta un desafío.
“Sí”, habló Brian. “No me gusta que estos tipos se estén mudando a esta área. No me gusta que lleguen tan lejos como para atacar a un miembro de nuestro grupo. Si no hacemos algo para responder pronto, va a lastimar nuestra reputación. Necesitamos reputación, nos protege, da a la gente razones para pensar dos veces antes de jodernos.”
Perra asintió. “Bueno.”
Brian arqueó una ceja, “¿Bueno qué?”
“Iré, y vendrán los perros.”
Él sonrió, “Bien. No creo poder saltar esta cerca sin hacer enojar a esos perros, así que me reuniré contigo en la puerta de entrada. Voy a llamar a Coil en el camino.”
“Está bien”, dije. Cuando dio vuelta para irse, yo levanté la mano en el saludo de despedida más pequeño y patético del mundo. A pesar de que estaba bastante segura de que no lo había visto, me quedé sintiéndome como una idiota por hacerlo.
Eché un vistazo a Perra, que me estaba mirando con curiosidad.
“¿Qué?”, ​​Le pregunté, sintiéndome dolorosamente consciente de mí misma.
“Él te gusta.”
“N-”, comencé. Antes continuar con mi protesta, tuve que detenerme. Perra apreciaría la franqueza y la honestidad más que cualquier otra cosa. No estaba segura de poder darme el lujo de parecer deshonesta o de tener dos caras con ella. “…Sí. Me gusta.”
Ella giró para volver a entrar. Un horrible pensamiento me golpeó en ese momento.
“¿Te...te gusta a vos?", Le pregunté.
Ella giró su cabeza para darme una mirada enojada, una que no podía leer en lo más mínimo.
“Porque si lo haces”, me apresuré a agregar, cuando comencé a caminar detrás de ella, “Oye, tú estuviste aquí primero. Me alejaré y mantendré la boca cerrada si quieres intentarlo.”
Hubo unos cinco segundos en los que estuvo muy callada. Mi pulso latía en mi garganta. ¿Por qué me importa tanto esto?
“Deberías ofrecerle dormir con él.”
“¿Y-eh, qué?” Tartamudeé. El alivio se mezcló con la vergüenza, y el abrupto cambio de tema me dejó luchando por ordenar mis pensamientos.
“Es lo que quieren los chicos. Dile que estás disponible si alguna vez quiere coger. Él lo aceptará de inmediato, o comenzará a pensar en ti como una posibilidad y aceptará tu oferta más tarde.
“Eso es- Es más complicado que eso.”
“Es complicado porque las personas hacen que sea complicado. Solo corta con las estupideces y ve por él.”
“No creo que te equivoques sobre la necesidad de tener menos expectativas, reglas y rituales en torno a las citas, estupideces, como dices, pero no creo que pueda hacer lo que sugieres.”
“Lo que sea.”
Me di cuenta, tardíamente, que ella realmente me había ofrecido un consejo. Por... luché por encontrar la palabra. Por muy mal dirigida que hubiera sido su sugerencia, especialmente con Brian, fue probablemente el gesto más evidente de buena voluntad que le había visto, junto a ella diciéndole a Armsmaster que creía que yo podía patearle el culo.
“Gracias, igualmente”, le dije. “Lo, eh, lo tendré en cuenta.”
“No me importa si lo haces.”
Cruzamos el interior del edificio y Perra abrió la puerta para dejar entrar a Brian. Por un segundo, pensé que su franqueza la llevaría a decirle a Brian abiertamente que me gustaba, pero no era el caso. Estaba más centrada en evitar que los perros más rebeldes se escabullen y evitar que ladren al visitante nuevo que en nuestra conversación.
“No puedo contactar a Coil”, nos informó Brian.
“No pude alcanzar a Lisa o Alec antes”, respondí. “¿Crees que algo está pasando?”
Él asintió con la cabeza, “Tal vez. Quédate aquí con Rachel. Voy a chequear a los demás.”
“No”, dijo Perra. “No necesito niñera, y me estoy molestando con ustedes dos estorbándome. Taylor se va contigo. Me quedaré aquí y empacaré.”
“No es una buena idea”, dijo Brian, sacudiendo la cabeza, “Si te atacan mientras tanto-”
“-Tengo a Brutus, Judas y Angelica. Me las arreglé sola durante años, me encargué de personas más duras que esos hijos de puta. Si hay problemas, corro.”
“¿Y si toman a uno de tus perros como rehén?”, Le pregunté. “¿Uno en los que aún no puedes usar tu poder?”
Una mirada oscura pasó por su rostro mientras consideraba eso. “Entonces corro... y me vengo otro día, en mis términos.”
Brian golpeó su pie durante unos segundos. “Bueno. Si hay problemas, será bueno tener a Taylor cuidándome la espalda. Si puedo comunicarme con Coil, cuando lo haga, voy a tratar de conseguirte algunos camiones y personas que los conduzcan. Mientras tanto, mantente alerta y que no te maten.”
Perra frunció el ceño, pero ella asintió.
“Taylor, deberíamos irnos. Mientras antes veamos a Lisa y Alec, mejor me sentiré”, él ya se estaba moviendo cuando terminó de hablar.
En el momento en que estábamos fuera del alcance del oído, se quitó el casco, metiéndolo debajo de un brazo, y me preguntó: “¿Qué pasó?”
Le dije, explicando todo después del punto en que Perra y yo escuchamos el alboroto que estaban causando el hombre botella y su pandilla.
“Es curioso que sea Kaiser quien tenga problemas para controlar a su gente”, reflexionó Brian, cuando terminé.
Me preguntaba si todavía estaba adolorido por lo que Kaiser había dicho en la reunión.
“Coil aumentó la presión en el momento en que se rompió la tregua contra los ABB. Me sorprendería si Kaiser no tuviera las manos llenas con eso”, respondí.
“¿Lo estás defendiendo?”
No era frecuente que me sintiera muy consciente de la diferencia en los colores de nuestra piel, pero que me preguntaran si estaba inventando excusas para el supervillano de la supremacía blanca era uno de esos momentos.
“No quiero subestimarlo, es todo”, le dije.
Brian suspiró, “Sí. Quizás tengas razón. Pero Kaiser estaba dispuesto a exigir una indemnización por el ataque a su círculo de pelea de perros, y estoy más que dispuesto a hacer lo mismo por este ataque de sus skinheads, si llega a eso.”
“Ambos eventos tienen algo sustancial que ver con Perra”, noté.
“Soy consciente de ese hecho”, me dijo, frunciendo el ceño. “Ella es útil, ella es un recurso valioso para el equipo, pero viene con algunos problemas. Ya lo solucionamos en el pasado, lo solucionaremos en el futuro.”
“Claro.”
“¿Como estaba ella? ¿Alguna pelea?”
“Nada serio. No, en verdad estuvo bastante bien. Incluso podría hacerlo de nuevo, si ella me deja.”
“De verdad”, respondió, con escepticismo claro en su tono.
“De Verdad.”
“¿Qué cambió?”
“Estoy descifrándola, creo. Como opera, come piensa.”
“Llevo diez meses en el mismo equipo con ella, y ni siquiera he estado cerca de entender cómo piensa. Normalmente puedo evitar que vaya demasiado lejos o lastime a alguien, mantenerla en línea y hacer que siga las instrucciones, pero todavía no he tenido una conversación con ella que no haga que quiera golpearme la cabeza contra la pared.”
“Ese podría ser el problema. Estás a cargo, te admira, te respeta, pero...” Hice una pausa. ¿Cómo podría decir esto sin entrar en los detalles de su modo de pensar? “...Pero tu eres una especie de figura de autoridad en nuestro grupo, y su personalidad exige que desafié la autoridad. Especialmente cuando está insegura.”
Brian consideró eso. Con una nota de aprobación en su voz, él comentó: “Le estás poniendo bastante empeño.”
“Creo que te sería mucho más fácil manejarla si tomas un papel de liderazgo oficial en nuestro grupo. No solo ser el líder por defecto, sino tomar el puesto. Si no te sientes cómodo con eso, o si piensas que los demás te lo harán demasiado difícil, bueno, probablemente se sentirá más cómoda si confía en ti como alguien a cargo con el tiempo, mientras demuestras que puedes manejarlo.”
“Han pasado diez meses, ¿cuánto tiempo necesita?”
“¿Y ella ha tenido cuántos años, sin padres, maestros, jefes? Quiero decir, incluso cuando tenía padres adoptivos, no creo que fuera todo rayos de sol y arco iris, ¿sabes?”
Se frotó la barbilla. “…Sí.”
“Dime que no ha mejorado al menos un poco en el transcurso de esos diez meses.”
“Ligeramente.”
“Ahí lo tienes. Solo mejorará de aquí en adelante.”
Él me ofreció un gruñido derrotado en respuesta.
Brian caminaba a grandes zancadas, y tenía piernas largas, lo que me obligó a hacer pequeños trotes para mantener el ritmo. No era agotador, estaba en forma lo suficiente para correr, pero era vergonzoso sentirme como un niño pequeño tratando de mantener el ritmo de un adulto.
De cualquier manera, hicimos buen tiempo para volver al departamento.
Brian se llevó el dedo a los labios mientras se ponía el casco y bajaba la visera, emanando su oscuridad para ocultar el disfraz. Hice una mueca y traje bichos para cubrir mi rostro, llamando más desde el área para formar el comienzo de un enjambre. Brian - Grue ahora - extendió la mano y cubrió la puerta principal del departamento en la oscuridad, luego la abrió sin el más mínimo crujido o chillido. Antes de que subiéramos las escaleras de metal que conducían al segundo piso, él las cubrió con una capa de su poder para hacer que nuestros pasos fueran completamente silenciosos.
No anticipé la escena en la sala de estar del departamento.
La TV estaba encendida, mostrando anuncios. Alec yacía en el sofá, con los pies sobre la mesa de café, una comida en su regazo. Lisa estaba sentada en el otro sofá, la computadora portátil apoyada en sus piernas, un teléfono en su oreja. Giró la cabeza mientras subíamos las escaleras, nos dirigió una mirada extraña y luego volvió su atención a su computadora portátil.
“¿Por qué carajos no están contestando sus teléfonos?” Grue levantó su voz espeluznante. Levantó su visor y desterró la oscuridad a su alrededor.
Lisa frunció el ceño y levantó un dedo. Ella continuó hablando por teléfono, “-no estoy de acuerdo con esto, y si me lo hubieras preguntado, habría dicho que no deberías hacerlo. No, sí, creo que es una medida efectiva.”
Señaló la computadora portátil, y di un paso adelante, moviendo los bichos de mi cara y hacia el centro de mi espalda, donde estarían presentes, pero no en el camino, descansando sobre la tela en lugar de sobre la piel. Miré a la pantalla.
“Mi problema es que no son solo ellos. Son sus familias”, dijo Lisa por teléfono. “Regla implícita[1], no se jode con la familia de una capa.”
Leí el contenido del correo electrónico que ella tenía abierto. Sentí una bola de terror asentarse en la boca del estómago. Me incliné sobre el respaldo del sofá y le puse una mano en el hombro para estabilizarme mientras bajaba la mano para presionar la tecla de avanzar página en la computadora portátil. Leí más del correo electrónico y luego presioné el botón otra vez para desplazarme hacia abajo otra vez.
Cuando leí lo suficiente de la página para verificar mis sospechas, presioné la tecla de inicio para regresar a la parte superior de la página. Comprobé quién más había recibido el correo electrónico y la hora en que lo enviaron.
“Carajo”, murmuré. “¡Mierda!”
Lisa me miró, frunció el ceño y luego habló con la persona que estaba al otro lado del teléfono. “¿Podemos terminar de discutir esto más tarde? Tengo que hablar con mi equipo sobre esto. Kay. Luego.”
El correo electrónico era una lista. En la parte superior de la lista estaba Kaiser. Después de su entrada estaban sus lugartenientes, Purity, Hookwolf y Krieg, y el resto de los miembros del Imperio Ochenta y Ocho. Ni siquiera estaba limitado a personas con poderes, señalando a algunos capitanes sin poderes e incluso a algunos de los lacayos de bajo nivel.
La lista incluye imágenes y texto. Debajo de cada uno de los nombres de los villanos había un bloque completo de datos, señalando sus nombres civiles completos, profesiones, direcciones, números de teléfono, las fechas en que se mudaron a la ciudad y las primeras apariciones de sus identidades de traje en Brockton Bay. Había imágenes de ellos en traje emparejado con imágenes de sus supuestas identidades civiles, más o menos igualadas en ángulo y tamaño para facilitar la comparación. La mayoría de las entradas tenían archivos zip adjuntos, sin duda con más datos y evidencia.
Kaiser. Max Anders, presidente y director ejecutivo de Medhall Corporation, una compañía farmacéutica con sede en Brockton Bay. Padre de un Theodore Richard Anders y una Aster Klara Anders. Dos veces divorciado, actualmente vive en un piso en el centro de la ciudad. Conduce un BMW negro. Originario de Brockton Bay, hijo de Richard Anders. Richard Anders, según el correo electrónico, era Allfather, el fundador de Imperio Ochenta y Ocho. Según las imágenes, era evidente cómo la armadura se ajustaba a su rostro y cuerpo, y que tanto Kaiser como Max Anders tenían la misma altura y el mismo tipo de cuerpo.
También había otras imágenes, que mostraban a Max Anders con una hermosa rubia de veintitantos años, y Max Anders con una mujer de pelo castaño mayor en una cafetería, con la mesa llena de lo que parecía ser papeleo. Me desplacé hacia abajo para confirmar mis sospechas, la rubia apareció en otra foto con su hermana gemela. Fenja y Menja.
La mujer de pelo castaño era Purity, según el correo electrónico. Mucho más recatada de lo que podría haber pensado, dada la gran presencia que tenía de traje. Nombre real, Kayden Anders. Decoradora de interiores. Madre soltera de una tal Aster Anders. Purity fue promovida al segundo al mando de Kaiser en la misma semana en que Kayden Russel tomó la mano de Max en matrimonio para convertirse en Kayden Anders. Su separación se produjo en el mismo período de tiempo que Purity dejó el Imperio Ochenta y Ocho para, aparentemente, hacer las cosas por su cuenta. Pequeñas citas apuntaban a archivos aparentemente en el archivo zip adjunto.
Se alegaba que Krieg era James Fliescher. Jefe de una cadena de farmacias, a su vez conectado a Medhall. Padre de tres, casado. Según las notas en su bloque de información, se tomó unas vacaciones dos veces al año con su familia. El correo electrónico indicaba que el archivo comprimido tenía copias de correos electrónicos entre compañías donde les había dicho a sus compañeros de trabajo que había ido a lugares como América del Sur o París, y los registros de vuelo mostraban que estaba mintiendo. Él siempre fue a Londres. Dos veces al año, cada año, durante casi veinte años. Ni una sola vez, durante estos viajes, se había visto a Krieg en Brockton Bay.
La lista continuaba, y continuaba.
Cada pieza de información conectada a otras. Incluso la información sobre los soldados rasos como los que conocí anteriormente con el negocio de Kaiser, muestra cómo fueron empleados como empleados de bajo nivel de Medhall y sus negocios derivados. Parecía que todos tenían antecedentes penales, excepto las personas arriba de todo.
En resumen, era lo suficientemente amplio como para tomar un tipo especial de ignorancia voluntaria para no comprar lo que el correo electrónico estaba vendiendo.
El correo electrónico había sido enviado no solo a Lisa, sino al Brockton Bay Bulletin, a media docena de otras estaciones de noticias locales y a varias nacionales. Todos los que importaban y algunos que no.
El correo electrónico había sido enviado a la 1:27 pm esta tarde. Hace menos de una hora. Esas eran las verdaderas malas noticias.
“¿Coil hizo esto?” Murmuré.
Lisa asintió, con fuerza, “Síp.”
“Con tu ayuda, supongo.”
“Solo un poco. Me preguntó algunas veces, que le ofreciera mis pensamientos sobre algunas cosas, ponerlo en el camino correcto, eliminar posibilidades. No pensé que llegaría tan lejos, o que iría tan lejos. Una vez que lo puse en el camino correcto, aparentemente usó investigadores privados y hackers para desenterrar el resto de esto y obtener la evidencia fotográfica.”
“Carajo”, murmuré.
“No estoy de acuerdo con esto”, dijo. “Está cruzando una línea. No se trata solo de meterse con el enemigo, va a haber un montón de daños colaterales.”
“¿Por qué no contestaste tu teléfono?” Brian cambió de tema.
Ella parpadeó un par de veces, sorprendida, "Mi teléfono estaba casi sin carga, así que agarré uno desechable nuevo para hablar con el jefe. No quería usar el teléfono con el resto de la información de contacto de ustedes, solo para estar seguros. Alec estuvo conmigo todo el tiempo. Debería haber recibido llamadas.”
“Revisa tu teléfono, Alec”, dijo Brian, brusco.
Alec lo hizo. Sus ojos se abrieron, “Oh mierda.”
“Parte de ser miembro de este equipo es estar de guardia si te necesitamos. Lo juro,” Brian gruñó a Alec, “voy a patearte el culo tan fuerte-”
Lisa miró de Brian a Alec hacia mí, “Algo sucedió. ¿Hay alguien herido?”
“Sí, algo pasó, no, nadie está herido. Eso realmente no es lo que me preocupa”, le dije. Señalé la pantalla, “¿Coil planeó esto? ¿Es esto un plan suyo? ¿Usando su poder? ¿Usar su manipulación del destino o lo que sea para crear una coincidencia general, ponernos en una mala posición y obligarnos a unirnos a él?”
Lisa negó con la cabeza con fuerza, “No percibí nada parecido a eso, y no es así como funciona su poder. Además, esperaba que estuviéramos de acuerdo de todos modos. Él no pondría en peligro eso con un truco como este. Es demasiado crudo.”
“Así que fue solo él atacando al Imperio Ochenta y Ocho en un nuevo frente, y una maldita mala coincidencia para nosotros”, dije, tanto a mí misma como a cualquier otra persona.
“¿Qué está pasando?”, Preguntó Alec.
Inhalé profundamente e intenté explicar qué tan mala era la situación. “Coil acaba de hacer una gran jugada contra el Imperio, y parece que fue anónimo. Perra y yo peleamos con algunos de sus subordinados casi al mismo tiempo.”
“Yo no-” comenzó Alec.
“Míralo de esta manera”, interrumpí, “Kaiser y cada uno de sus veintiún lacayos superpoderosos van a estar lo suficientemente enojados como para querer matar a alguien, después de que Coil fue y puso sus vidas de cabeza. Kaiser y su gente saben quiénes somos, de nuestra cooperación contra los ABB. Específicamente, ellos saben quién es Lisa. Entonces, ¿a quién van a culpar por esto, si no al grupo con el que su gente estaba luchando esta misma tarde, el grupo con la muy talentosa recopiladora de información en sus filas?”
“Oh.” Alec dijo. “Mierda.”
“Exactamente.”
[1] Código Implícito: Las Unspoken rules o más “oficialmente” conocidas como Unwritten rules son reglas que tiene la comunidad de capas sobre como se comportan, no es un acuerdo formal, por eso las palabras unspoken=implícitas, sin mencionar, y unwritten=orales, sin escribir, tácitas. Aunque no son leyes formales el código tácito es respetado tanto por héroes como villanos.

submitted by master_x_2k to Parahumanos [link] [comments]


2018.06.08 14:39 ImViTo Vivir en Caracas es como jugar Buscaminas. Por Ivan Zambrano

Vivir en Caracas es como jugar Buscaminas. Nunca sabes dónde te va a estallar el tablero, la ciudad. Ese día fue en la entrada de José Félix Ribas (Petare), uno de los barrios más peligrosos de una de las ciudades más peligrosas del mundo. Un caucho se le espichó al mototaxista que me estaba llevando al barrio 24 de Marzo, el lugar en el que Chino y Nacho habían grabado el videoclip de “Me voy enamorando”. A diferencia de ellos, yo andaba sin escoltas y sin equipo de producción. Libreta en mano, un bolígrafo terco y un estómago refunfuñando por almuerzo, iba dispuesto a escribir una nota para El Nacional acerca de ese punto ciego de la ciudad que dos estrellas del reggaetón pusieron en el mapa. Ya el barrio 24 de Marzo no solo aparecería en las páginas de sucesos, sino también en las de espectáculos. Eso, si lograba llegar. El hambre se me quitó cuando nos accidentamos en la boca del lobo. Como suele pasar en esos casos de riesgo extremo, yo entré en una calma envidiable para cualquier aprendiz de profesor de yoga de Los Palos Grandes. Mientras el motorizado remendaba el caucho como podía y yo cuadraba cómo llegar a la pauta, se nos paró una Bera vinotinto al lado. Yo confié en que tigre no come tigre y que entre colegas motorizados no se iban a malograr. -¿Para dónde vas, chamo?- me preguntó el tipo cuya mirada no me dejaba adivinar si era héroe o villano. -Al 24 de Marzo, pana- le contesté metido en personaje. -¿Qué hora es?- y ahí dije “este quiere el reloj”. Solo a mí se me ocurría sacar el Casio ese día. En lo que me lo estoy quitando me pone cara de confusión. -No, viejo. Dame la hora para ver si me da chance de llevarte, que tengo que estar a las 2 en Agua Salud. Yo salí de la hipnosis paranoica. -Las 12:45, pana. -Vente, pues. Preferí que nos devolviéramos a la sede de El Nacional y repautar la cita con los vecinos del barrio que iba a entrevistar. Cuando me bajé de la moto y le iba a pagar al tipo, descubrí que el Karma estaba juguetón ese día: se me había caído el efectivo (sí, había efectivo todavía) porque lo cargaba en el bolsillo de atrás. No había terminado de pasar el susto de quedar como un mala paga, cuando el motorizado me dice: -Dame el celular. -¿Cómo? -Que me des el celular- cuando me dispongo a sacar mi S3 Mini del bolsillo, el tipo interrumpe. -El número de celular, pana. Te paso los datos y me transfieres. El Buscaminas no reventó de nuevo ese día y registré a “Armando Mototaxi” (nombre ficticio) en el celular. Desde ese día, Armando siempre está a un “epa” de distancia. Se convirtió en mi mototaxista de confianza, el que me acompañaba a Coche, a Altamira, La Candelaria, El Cafetal, Palo Verde, Mariche y todas las vocales de Caracas. El que me pegó el “mano” y el “beta”. El cómplice con el que recorro desde hace 3 años una ciudad con costras de asfalto, cicatrices y heridas abiertas e infectadas de chavismo. Ser el parrillero de la moto te da cierta paz porque el caos se ve borroso a 120 kilómetros por hora. Las colas fuera del mercado se ven más cortas, los basureros no parecen cafetines de la miseria. Todo te pasa por los lados sin tener que moverte.
La semana pasada la moto Bera vinotinto no estaba estacionada en su puesto. En su lugar había un par de palomas picoteando migajas de pan sobre la acera. Ya eran casi las 9:30 de la mañana y yo todavìa no habìa podido salir a la oficina por estar esperando a Armando, el único mototaxista de la zona que entendía el problema de la escasez de efectivo y aceptaba transferencias en bancarias. “Si es de Banesco a Banesco, yo también la acepto, mano”, me contestó Adonay. ”Pero no te vayas a lacrear. Deposítame antes de las 5:00 pm que voy a ver si completo para comprar unos verdes”. Mototaxistas dolarizados y con poder adquisitivo. Siempre sospeché que se convertirían en los amos de la ciudad. Yo tenía que ir a la oficina, probablemente a ganar en un mes lo que se hace Adonay en un día. El título universitario no pasa por el punto de venta. El moto-santero no había terminado de encender la moto cuando ya yo estaba montado en la parillera. Grave error. Se oyó un frenazo en seco detrás de nosotros y se bajó Armando de la Bera vinotinto. “¿De verdad te vas a ir con él?”, me dijo con dolor y arrechera. La escena parecía de telenovela urbana. Faltaba que dejara caer el casco en cámara lenta y que el sonido del choque contra el asfalto fuera la onomatopeya de su corazón roto. “¿Por qué no me llamaste?”, siguió la pataleta. Los compañeros de la cooperativa estallaron en carcajadas de Radio Rochela con aquel ataque de celos.”Ja weno”, dijeron en coro los motorizados.Yo lo miré con cara de confusión, más una sonrisa de “¿qué-coño-está-pasando?”. No me quise arriesgar. No quería averiguar cómo podría ser la venganza de un mototaxista que se sintió traicionado porque me fui con otro. Pero él tiene que saber que yo no creo en la “motogamia”. Bajé la guardia. -¿Ya comiste? -No, rey. -Toma. De la bolsa de plástico finita y azul saqué una arepa con tortilla de salchichón que hizo mi mamà. Los chalequeadores se quedaron mudos mientras le lambuceaban la arepa a Armando. -Gracias, papi. -Marico, deja de llamarme de distinta forma cada vez que respondes. -Papá, es que no recuerdo tu nombre. -Qué bolas, Armando. Iván. -Ja Weno. Tú no te debes saber mi apellido. -Claro que sì me lo sé. -Seguro me tienes guardado que si “Armando Mototaxi” -Deja la mariquera. Tú me avisas si vamos a darnos los besos, pa’ cepillarme.
Todo era en broma…
-Pa’ que tu veas que no hay culebra, te acepto la arepa como pago y te dejo al frente al Cubo Negro en menos de 5 minutos. -Armando, no vayas a ir corriendo. Que uno te dice que anda apurado y activas el teletransportador de la moto. Uno llega hediondo a gasolina. -JAJAJAJA Yo te presto un perfume de “Dolchegavana” que cargo en el koala si te vienes conmigo, pues. -Plomo-
Estuvo callado todo el camino. El silencio era tan frío como la brisa que te cachetea en plena autopista, lugar favorito para que Armando inicie una conversación y no se le entienda nada. -Voy an dsdjfsjgdf -¿Cómo? -Vferggrhtyh -No te escucho, hay mucho viento.
Por fin, llegamos…
-¿Te busco a las 5:00 de la tarde? -Dale. ¿La carrera de regreso en cuánto sale? -Pa’ tu casa te sale igual en 250. Pero si vas para Campo Claro a comer arepa frita conmigo, te sale gratis. -Te digo que sí de una porque estás involucrando comida.
A las 5 me estaba esperando con sus lentes tipo Ray-ban tapa amarilla y mi casco en la mano. Llegamos al local de arepas fritas (recomendadísimo) .Yo pedí una de carne mechada y él una reina pepeada. -Están burda de buenas esas bichas- le dije. -No tan buena como la arepa que me hizo la suegra- Me soltó.
Yo quedé con el mordisco a mitad de camino.
-Ay, Armando. ¿Tú eres marico? -Viste que no te sabes mi apellido. Yo soy Armando Ramírez*, “Cara e’ curda” ¿te acuerdas?. Yo estudié bachillerato contigo en el Dulce Nombre de Jesús y te chalequeba porque eras burda de pato. - Y ahora el que nada en la laguna eres tú. Muchacho marico- le contestè. -Mano, disculpa los malos ratos. De verdad me ponìa chimbo. No te dije que era yo cuando te hice la primera carrera por eso. Aunque tú me transferiste y ni cuenta de diste. -Tranquilo, Armando.Yo ni me acordaba de eso. ¿Tu familia está clara? -Mano. Yo vivo en casa de mi tía y mi primo es CICPC.¿Tú sabes el beta que revienta en el rancho si se enteran que me gustan los tipos? A los maricos del barrio los tienen a monte. -¿Qué difícil, no? Cargar ese peso, esa doble vida. Yo era igual que tú, solo que yo si era burda de mariquito y se me “notaba”. Y fíjate que tú te la has dado de malo conmigo, porque te rechazabas a ti mismo. -Esta vaina no juega carrito. Yo creía que se me iba a pasar, pero no. ¿No hay tratamiento hormonal o algo para quedarse siendo tipo? -Armando, los maricos también somos tipos. ¿Tú quieres ser mujer?. -No. La pinga. Sería burda de fea. Prefiero quedarme con mi pipí que así cojo más. -¿Y a quién te agarraste tú? -A Orlandito. ¿Tas claro? -¿Orlandito también es gay? -Coño, pero no le digas que lo sapié. -Qué fuerte jajajajaja -Pero ahora voy por un flaco que le gusta comer en Arturo’s.
Le contesté en seco: -Armando. Te lo digo claro. Yo no te meto a ti ni con güevo prestado. Mosca si me estás echando los perros, porque les escondo la Perrarina. -jajajaja qué becerro. ¿Panas, pues? -Panas somos. -Y maricos también. -Verga. Tú más que yo. Definitivamente.
Nos reímos: -Solo te diré que te sinceres lo antes posible. La vida es corta, y en Caracas aún más. -Acá literalmente vivimos como perros. -Y por eso calculamos los años como años de perros.
Durante el viaje se puso intenso. -Qué loco que en realidad se llama Santiago. Yo creì que era mujer. -¿Quién? -Caracas. -¡Ey!¡Más respeto! Santiago de León de Caracas.
Vivir en Caracas es como jugar Buscaminas. Te explotan realidades en la cara cuando menos te lo esperas. Los huecos sigilosos, el asfalto levantado, los semáforos dañados, los postes ciegos, el viento hediondo a nostalgia, a suspiro de llanero enamorado, la humedad del llanto de una madre en Maiquetía. Caracas, el reino de la empanada de carne mechada y de la arepa frita con hueco. La ciudad marica-homofóbica. La tarima de tierra en la que nació una historia de amor unidireccional frustrada por mí. La Caracas con cara de mujer bonita. La Caracas con la espalda del Ávila. La ciudad transgénero. La aldea que te termina sacando del closet (de todos), una y otra vez.
submitted by ImViTo to vzla [link] [comments]


2018.06.03 23:45 YupiGamer Ramza Mercenario

Rareza: 5★ - 6★ Oficio: Escudero Rol: Daño Fisico, Tanque Adquisición: Invocación Insólita Limitadas: No Exclusivas: No Origen: FFT Género: Masculino Raza: Humano No. 561, 562 Maestro Fiel: Japa Mala
"Un joven que aparece en historias sobre las piedras sagradas conocidas como auracitas en el mundo lejano de Ivalice. Ramza es el menor de la prestigiosa Casa Beoulve y abandonó su familia y sus lazos militares al ver lo mal que trataban a la gente común. Tras renunciar al apellido Beoulve, acabó por adoptar el apellido de soltera de su madre y se unió a un grupo de mercenarios liderado por un antiguo caballero, Gaffgarion. Sin embargo, esto acabó convirtiéndose en un nuevo enfrentamiento con su familia, la Casa Beoulve, puesto que Gaffgarion intentaría secuestrar a la princesa Ovelia."
 
 

Estadísticas

Estadisticas

Rareza HP PM ATQ DEF MAG ESP Golpes Cristales Exp. Patrón de crecimiento
5★ 2787 121 113 103 92 90 3 4 6
6★ 3624 158 147 134 120 117 3 4 6

Aumento máximo de estadísticas

Rareza HP MP ATQ DEF MAG ESP
5★ 300 50 20 20 20 20
6★ 450 75 30 30 30 30
 
 
 

Habilidades

Especial

ACTIVAS
Rareza mínima Nivel Icono Nombre Efecto Golpes PM
5★ 1 - Pedrada Daño Fijo (500) a un enemigo 1 0
5★ 1 - Alentar Aumenta el ATQ/MAG por 3 turnos a un aliado - 12
5★ 51 - Rompearma Daño físico (x1.8) a un enemigo. Reduce el ataque del enemigo en un 40% por 5 turnos 1 12
6★ 61 - Rompemente Daño físico (x1.8) a un enemigo. Reduce la magia del enemigo en un 40% por 5 turnos 1 12
6★ 91 - Espada justiciera Daño físico x2.5 ignorando un 25% de la DEF a un enemigo 8 45
 
PASIVAS
Rareza mínima Nivel Icono Nombre Efecto
5★ 11 - Contraplacaje Probabilidad de contraatacar ataques fisicos (30%) con ataque basico
5★ 21 - DEF +20% Incrementa la DEF (20%)
5★ 21 - ESP +20% Incrementa el ESP (20%)
5★ 23 - Hereje Marcado Incrementa la MAG (50%) cuando esta equipado con túnicas
5★ 41 - MAG +20% Incrementa la MAG (20%)
5★ 41 - PM +20% Incrementa el PM (20%)
5★ 80 - AutoRefrescar Regenera PM (5%) por turno
6★ 1 - Linaje noble Probabilidad de proteger a un aliado (75%) con mitigacion de daño (50%)
6★ 31 - HP +20% Incrementa la HP (20%)
6★ 71 - Último de los Beoulve Incrementa la DEF (50%) cuando esta equipado con un casco
6★ 71 - Orgullo de guerrero Incrementa el ATK (50%) cuando esta equipado con un sombrero
6★ 81 - ATQ +20% Incrementa el ATQ (20%)
6★ 85 - Justicia verdadera Incrementa la DEF/ESP (15%) cuando esta equipado con un escudo ligero
6★ 100 - Héroe verdadero Incrementa la resistencia (100%) a todos los estados alterados
 

Magia

Rareza mínima Nivel Icono Nombre Efecto Golpes PM
5★ 1 - Cura+ Recupera la VIT (400 HP, 3x)de todos los aliados - 7
5★ 1 - Esna+ Cura veneno, ceguera, sueño, silencio, parálisis y confusión a todos los aliados - 21
5★ 80 - Artema Daño Parcial Absoluto mágico (2.8x) a todos los enemigos 1 60
5★ 80 - Lázaro Resucita a un aliado K.O. y recupera su VIT (100%) - 12
 
 
 

Encantamientos:

(Lo copié y pegue de lo que ya hiciste anteriormente, solo para tener todo en uno)
Nombre Nivel Descripción Gil Tipo T1 T2 T3 T4 T5
Heroe verdadero Base +100% Resistencia a todos los estados alterados - - - - - - -
Heroe verdadero +1 +100% Resistencia a todos los estados alterados + Inmunidad al Encanto 500,000 Verde 20 15 10 4 2
Heroe verdadero +2 +100% Resistencia a todos los estados alterados + Inmunidad al Encanto + 15% Resistencia a todos los elementos 500,000 Verde 30 23 15 8 2
Hereje Marcado Base +50% MAG cuando equipa túnica - - - - - - -
Hereje Marcado +1 +50% MAG/SPR cuando equipa túnica 250,000 Técnico 15 8 5 1 -
Hereje Marcado +2 +50% MAG/SPR cuando equipa túnica +50% ATQ/DEF cuando equipa una armadura Ligera/Pesada 250,000 Técnico 23 12 8 2 1
Justicia verdadera Base +15% DEF/ESP cuando equipa un escudo ligero - - - - - - -
Justicia verdadera +1 +15% DEF/ESP cuando equipa un escudo ligero/pesado 250,000 Guardián 15 8 5 1 -
Justicia verdadera +2 +30% DEF/ESP cuando equipa un escudo ligero/pesado + 20% HP 250,000 Guardián 23 12 8 2 1
Pedrada Base ST 400 de daño - - - - - - -
Pedrada +1 AoE 1000 de daño + 2 turnos de 100% provocación + aumento en 20 PM el costo 250,000 Guardián 15 10 8 2 1
Pedrada +2 AoE 2500 de daño + 3 turnos de 100% provocación + 40% de reducción de daño a sí mismo + aumento en 10 PM el costo 250,000 Guardián 23 15 12 4 1
Hoja justiciera Base 250% ST 8 golpes de daño físico + ignora el 25% de la DEF - - - - - - -
Hoja justiciera +1 300% ST 8 golpes de daño físico + ignora el 25% de la DEF 500,000 Negro 20 15 10 4 1
Hoja justiciera +2 300% ST 8 golpes de daño físico + ignora el 25% de la DEF + ST 3 turnos de -45% reducción ATQ/MAG, cambia Weapon Break/Mind Break a Weapon Break+2/Mind Break+2 500,000 Negro 30 23 15 8 2

Skill cambiadas/Desbloquedas

Nombre Descripción
Rompearma+2 180% ST 1 golpe de daño físico + ST 5 turnos de -60% reducción de ATQ
Rompemente+2 180% ST 1 golpe de daño físico + ST 5 turnos de -60% reducción de MAG
 
 

Estallido Límite

Rareza Nombre Nivel Efecto Golpes Costo
5★ Hoja Artema Base Daño físico (x2.5) ignorando DEF (50%) todos los enemigos. Remueve los efectos de los enemigos 1 14
5★ Hoja Artema Máximo Daño físico (x3.45) ignorando DEF (50%) todos los enemigos. Remueve los efectos de los enemigos 1 14
6★ Hoja Artema Base Daño físico (x2.7) ignorando DEF (50%) todos los enemigos. Remueve los efectos de los enemigos 1 14
6★ Hoja Artema Máximo Daño físico (x3.9) ignorando DEF (50%) todos los enemigos. Remueve los efectos de los enemigos 1 14
 

Citas

Historia de Fondo

5★ Un joven que aparece en historias sobre las piedras sagradas conocidas como auracitas en el mundo lejano de Ivalice. Ramza es el menor de la prestigiosa Casa Beoulve y abandonó su familia y sus lazos militares al ver lo mal que trataban a la gente común. Tras renunciar al apellido Beoulve, acabó por adoptar el apellido de soltera de su madre y se unió a un grupo de mercenarios liderado por un antiguo caballero, Gaffgarion. Sin embargo, esto acabó convirtiéndose en un nuevo enfrentamiento con su familia, la Casa Beoulve, puesto que Gaffgarion intentaría secuestrar a la princesa Ovelia
6★ Un joven que aparece en historias sobre las piedras sagradas conocidas como auracitas en el mundo lejano de Ivalice. Ramza se unió al grupo de mercenarios de Gaffgarion y, por tanto, se vio envuelto en sus planes para secuestrar a la princesa Ovelia. Al cabo de un tiempo, se enteró de que su hermano Dycedarg ha estado utilizando la guerra para ganar una mayor influencia política, por lo que decide enfrentarse a él para preservar la justicia. Aunque Ramza está decidido a evitar que la guerra siga yendo a más, la apariencia de la mística auracita solo sirve para conducir a Ramza al clamor de la batalla.

Fusión

5★ Que tanta gente tenga que morir y sufrir por capricho de unos pocos...Es imperdonable.
6★ Nunca dejaré de empuñar mi espada en defensa de la gente.

Despertar

5★ ¡No volveré a permitir que se sacrifique a los débiles!

Invocación

6★ Yo también iré. No seré una carga para ti.

Maestro Fiel

Tengo amigos. Amigos con la misma determinación que yo. Te considero uno de esos amigos. 
 

Reviews de Usuarios

 

Notas

Estilo de juego

Ramza tiene una variación: Ramza Mercenario

Trivia

Protagonista princial de Final Fantasy Tactics y su remake, Final Fantasy Tactics: War of the Lions.
submitted by YupiGamer to FFBraveExviusES [link] [comments]


2018.05.20 05:04 Tomas-E I´ve started a book. I would like if some spanish or latin reader gave me their opinion with the hook

recently i´ve started writing sonething and i would like to know your opinions on the hook. im Argentinian so im most comfortable writing in spanish. I would be really happy if any spanish or latin reader was kind enough to give me some critique
pd: if this is not the right sub let me know were can i go.
Soñadores
Capítulo 1
Daniel caminaba. No iba lento, pero tampoco rápido. Solamente caminaba, mirando como las calles y los edificios lentamente se iban poblando a medida pasaba el tiempo. Algún oficinista apurado trotaba para llegar rápido a algún lugar, alguna madre retando a su hijo por despertarse tarde. Pero el miraba como el fondo se perdía en una niebla densa, o la cima de los rascacielos se doblaban para regresar a la tierra.
El seguía caminando, entro en algún café sin nombre y pidió lo primero que vio: un café de sopa. Después de unos segundos lo tenía en la mano. Un vaso de cristal llevaba lo que se podía describir como una innecesaria combinación entre un perfecto café negro y una combinación de diversos caldos. Decepcionado, Daniel camino hasta la pared y empezó a caminar sobre ella en dirección a las mesas más cercanas. Se sentó sobre una ubicada perfectamente a noventa grados del suelo. Igual nada parecía afectarle, pues Daniel se mantenía perfectamente recto sobre su silla.
– No sé porque acepté a hacer esto.
Lentamente Daniel saco una pequeña libreta del aire.
– Siempre es lo mismo. Formas surreales, gente apurada, restos de lo que comió anoche. – mientras hablaba, iba anotando lo que había visto en esa sesión. –que bien que me pago adelantada la hora. Prestó atención al lugar. Paredes blancas, patrón constante para el suelo, los empleados con uniforme negro.
– Otro para el archivo… Lentamente arranco la página sobre la que estaba escribiendo y soltó la libreta para que flotara libremente. Se paró y fijo la vista para delante: una persona cansada por la falta de un tiempo que claramente le sobraba, sobrecargada por sus propios méritos y con un mal ciclo de sueño.
Despertó.
– Dos cucharas sobre la taza, media rodaja de pan a medio comer y tres alfileres formando un triángulo. Siempre tenía que decirlo, no quería ser un soñador por toda la eternidad. Se sacó su casco y empezó a anotar lo que ya había anotado en el sueño, mientras esperaba que la cliente despertara.
– Buenos días señora Sosa. Espero que haya aprovechado este descanso. No tendrá que pagarme ningún extra pues me ha sido relativamente fácil diagnosticarla. Usted no tiene nada malo con su sueño, en realidad le diría que probablemente esto es solo un síntoma de su actual rutina. La señora, de no más de 35 años, entraba en razones mientras escuchaba a Daniel. Se retiró su casco y se sentó sobre diván en el que estaba recostada.
– Disculpe señor…?
– Daniel Pereyra
– Bueno, señor Pereyra… Vine para que me arregle. En una semana me harán el somnium. Si llego y me ven con cosas como estas, me podrían despedir. Tengo suerte que uno de mis jefes me aviso de la próxima revisión. Esa fue mi única ayuda, y si usted solo me dice que es culpa de “mi rutina” esa ayuda se desvanecerá con la carta de despido.
– Mire señora, hace tiempo que hago esto, Usted soló es víctima de un mal ciclo de sueño, mesclado con un muy mal manejo de su tiempo. Si pudo hacer esta cita y pagar por adelantado, significa que usted tiene los recursos y el tiempo para buscar una cura mágica. Me lamenta ser la persona que tenga que decirle que reorganice sus recursos en una, si bien más difícil, efectiva solución.
– Y usted quien se cree para decirme eso. Mirando su espacio de… trabajo… me doy cuenta que usted no es tampoco una de las personas más organizadas. Quiero que sepa que si mi carrera se ve perjudicada por su falta de acción…
– ¿Cree que a su hijo le gustaría que dijese eso?
– ¿Me ha investigado? No sé cómo lo ha hecho, pero estese seguro que esto lo va a perjudicar.
No era la primera persona quien decía eso. Más de uno pasaba por su estudio buscando una cura mágica para todos sus problemas. Pensaban que el sueño era magia. No lo es.
Rápida y decidida, La mujer se paró del diván en dirección a la puerta. Siempre usaban el mismo camino. Primero por la derecha de la mesa, luego por la izquierda del sillón, y salían cerrando con furia la puerta al exterior detrás de ellos. Otro pequeño seguro por si Daniel seguía soñando.
De repente Daniel se encontró solo. Solo con el casco. Le habría encantado ser la persona a la que se le hubiera ocurrido hacer el aparato. Pero no. Como él le decía: “El casco”, o como muchos otros, “ALMOHADA”, era un simple aparato que permitía el completo control de los sueños de una persona, lo que nadie había imaginado era que se conectaban más ALMOHADAS permitía la conexión mental entre las personas, dentro de los sueños.
Dejo el casco a un lado. Estaba solo en la pequeña casa que había comprado. Lejos de todo. Lejos de todos. Escribió el informe del cliente rápidamente: “Otro más que viene con las mismas cualidades e ideas. Cree que soñar es todo, perdiéndose en un mundo donde realidad e imaginación se confunden. Otro más que no encontró lo que buscaba”.
Se levantó de su escritorio, entre la mugre que tenía ese lugar. No era todos los días que alguien venía para una sesión y menos que alguien pagara por adelantado, ahorrándole el dolor de cabeza de discutir el precio cuando los sacaba a los 15 minutos, después de ver de nuevo el sueño de alguien más. Ya sabía a donde ir.
Se movía lento. No había razón para ir rápido. Veía el papel tapiz verde que decoraba el estudio, o el suelo oscuro, perfecto para ocultar a alguien que mirara a simple vista todas las pequeñas cosas colocadas en lugares específicos. El resto de la casa no era tampoco gran cosa. Tomo una pequeña puerta disimulada en el papel tapiz con dirección a la cocina. Una heladera, un horno y lugar para guardar lo poco que tuviera que no fuera congelado. Luego entro a su habitación, donde se puso rápidamente una ropa mejor que la remera gastada y el jogging agujereado que tenia puesto.
Regreso a la cocina y se dirigió al exterior.
submitted by Tomas-E to Newbwriters [link] [comments]


2018.05.19 01:35 KoboGlo Shitpostômetro - Comentários com mais downvotes desde o início do ano

Continuando minha série de posts. 1 2 3 4 5 6 7
Gostaria de reunir tudo em um único post e evitar fazer spam, mas isso não é possível por conta do limite de caracteres dos comentários.
Clicando no usuário você vai para o post. Fica minhas desculpas aos usuários de smartphone.
Autor Comentário Downvotes
Hurancan Essa sim é uma morte triste. Mas a mídia é até os likes do reddit vão só pra politica morta. -106
popaninja O Facebook é para lá -----> -104
Hurancan Não li alem do diferentão porque acho que nada mais pode ser relevante depois disso. Só acho que ele era uma pessoa menos propícia a ser envolvida com corrupção. TLDR: não enche o saco. Só expressei minha opinião, não precisa concordar. -93
senorbond Ou você è racista ou não è. Não existe um meio termo. -85
DevilSanji To com nem um pouco de dó desse cara, a youtuber copiou script ok, mas palavras não podem ser patenteadas, senão a Michelle Obama poderia processar a Melania Trump por copiar o discurso dela.Ele recebe dinheiro da Crunchyroll pra falar bem de anime btw, sujo falando de mau lavado. -81
Edificil Bico? Não tinha carteira assinada? ...Hue.. -78
givemethelow5 Não tenho pena de milhonario. -75
hermeneze To sem paciência, bora Tl;DR:- Óbvio que é verdade, que o estado - militares - mandaram matar pessoas, ÓBVIO QUE É VERDADE- O contexto histórico disso é que estávamos em GUERRA, sim, GUERRA: tinha gente explodindo as coisas, armados, querendo derrubar o governo e implantar uma ditadura comunista ft Dilma, Lulão e outros...- GUERRA não é bonitinho, e a efetividade do tribunal internacional e suas RECOMENDAÇÕES são frequentemente violadas: tem tortura, tem assassinatos políticos, tem agentes secretos, tem a porra toda...- O regime militar foi o melhor que poderíamos ter tido a época, e sem ele hoje seríamos uma Coréia do Norte, sem exageros.- O fato da esquerda querer usar isso como arma política só pode ser combatido com muito estudo e compreensão do período histórico.- Obrigado aos militares por garantirem que hoje eu esteja usando o reddit ;') -72
Magic_Music_Box Fake news -70
LeonidasPF2 A desembargadora pode não ter apresentado fontess, mas para ser bem sincero, nenhum dos sites que 'corrigiu' as afirmações realmente as corrigiu. Foi mais uma discussão 'no, you'. -68
[deleted] [removed] -68
senorbond Brasil não è racista? Faz-me rir... -63
[deleted] Rapaz, se não foi problema emocional, o seu amigo faleceu, sinto pela sinceridade mas não há outra alternativa. Se fosse sequestro já teriam ligado. Devo presumir que você já tentou ligar para o cel dele. -63
BrasilsModsAreNazis kkkkkkkkkkkkSó lembrando que faltou o /s. -61
Anderwilson Já olhou pra venezuela? A gente ia estar tão bem quanto eles -58
Hambr Pessoas que bebem, fumam e usam drogas, deveriam ser proibidas de terem filhos. -57
LordMugs Ela não fez nada de muito errado. Apenas trouxe o conteudo para o público brasileiro. Fez isso de uma forma merda copiando algumas frases ao inves de muda-las mas fora isso fez apenas o que a maior parte dos youtubers br fazem. -57
[deleted] [deleted] -55
Applecake14 É ingênuo quem achava que o resultado seria outro. Isso só mostra como o judiciário foi, até suas últimas instâncias, cooptado pela histeria antipetista nesse país, vinda de uma classe média raivosa manipulada por uma elite que odeia negros e pobres e jamais admitiu todas as conquistas sociais nos governos petistas: pobre andando de avião? Não! Negros na universidade pública estudando com meu filho? Jamais! Minha empregada doméstica recebendo os mesmos direitos que qualquer outro trabalhador? Nem pensar!Sabemos que, ao longo da história, todos que ousaram defender os pobres foram vítimas das maiores injustiças. Essa mesma direita golpista, suposta defensora da moral cristã, mas que esquece que Jesus foi o primeiro que morreu em nome dos pobres, jamais aturou a democracia, porque sabem que não vencem quando o povo está no poder. Os grandes empresários, a imprensa e forças imperialistas acabam com todos que propõem um projeto de desenvolvimento minimamente austero. Levaram Getúlio ao suicídio, derrubaram João Goulart, e realizaram um novo golpe de Estado contra a primeira mulher presidenta. [...] -55
c4vitesse Que surpresa, a Folha concordando com alguém de esquerda. Se fosse o Dória concordando, essa matéria teria alguma relevância.Em tempo, já que ele estava certo vamos instituir o limite de 20km/h e reduzir de vez todos os acidentes de trânsito.Afinal, que uma velocidade menor vai gerar um acidente de gravidade menor é simples aplicação da fórmula F=m.aA questãor é se esse é o caminho que queremos seguir para resolver o problema. Se o Brasil tem um dos trânsitos mais mortais do mundo, garanto que é por aspectos muito mais profundos que limites de velocidades (os quais, diga-se de passagem, já são baixos por aqui se comparado com o exterior). -54
JudicialApe Enquanto isso nao fazem ideia de quem atirou no ônibus do Lula, quem matou a vereadora, quem deu tiro no acampamento em Curitiba e por aí vai. Tá serto! -54
MrNoronha Então esse é o preço de uma vida, alguns celulares e carteiras? Sua vida deve ser bem bosta pra você dar um valor desses. -53
[deleted] > Xingando a imprensa que publica, acusando-a de perseguição ou se contorcendo para defender seu ídolo.Xingar a imprensa e denunciar fake news é normal, o que não é normal é querer calar a imprensa quando ela fala a verdade. Isso é privilégio dos comunistas. EDIT: Essas notícias sobre os imóveis de Bolsonaro são claramente fake news. Pode ler os artigos de cabo a rabo e você vai ver que eles tomaram todas as precauções para não acusa-lo falsamente de crime, pois caso o fizessem seriam processados por calúnia. Eles sabem perfeitamente que não há crime nenhum, porém ambos os artigos foram escritos em tom de denúncia. Maledicência -- não a mentira -- é o que define fake news.[...] -52
rocharox Pais sem lei. Elege mais ladrões e vagabundos de esquerda, quem sabe melhora -51
submitted by KoboGlo to brasil [link] [comments]


La 'nueva normalidad' de las citas para Extranjería: meses ...