Rosa Cupido buscar

Clara (1) (trabajar) para una agencia matrimonial. Sus amigos (2) (decir) que Clara es como Cupido y también que (3) (tener) que trabajar menos y buscarse novio porque últimamente se (4) (encontrar) un poco sola. Yo (5) (reconocer) que a veces (6) (pensar) más en los demás que en mí misma y que (7) (deber) salir más. A través de muchas de las páginas y Apps para conocer gente que existen hoy en día por Internet, podemos compartir nuestras aficiones con otras personas, entablando así una bonita amistad o incluso ligar.. Sin necesidad de buscar demasiado, seguro que tienes ya algún amigo al que hayas escuchado decir que ha conocido a una u otra persona a través de estas páginas de contactos para ligar. Cupido nunca disparó su flecha. Publicado el 29 enero, 2015; por Juan Repulles; en El mundo de los olores, Ingredientes de perfumes, Perfumes a medida; Seguro que conoces la leyenda de Cupido y Psique. Cupido descubrió el amor un segundo antes de disparar su flecha. Buy Old Stickers. Cromo panrico bimbo pantera rosa panrico - gana tu camiseta cupido. Lot 215775021 5/05/2015 A Cupido Dios del Amor, Oraciones, Oraciones para Encontrar el Amor Verdadero, Para Encontrar a Tu Alma Gemela, Para Pedir un Amor ¡Oh! Cupido, Dios alado, Dios veloz gracioso que repartes amor, lanzando tus flechas a la raza humana Por favor, escucha la súplica de est... Rosemberg: A las mujer no la maltrates ni con el pétalo de una rosa . Hombre, 69 anos, Cuauht, Distrito Federal, Mexico Latino Dating Site - Meet Latino singles on Amigos.com! Meet Latino singles - Sign up today to browse single Latino women and single Latino men - Browse single Latino pics FREE. Amigos.com - Start dating Latino singles today! Etiquetas: cupido, maldito cupido, atim cupido, cupido 2013, cupido fpta, cupido gorda, cupido playz, serie cupido, cupido fallo, cupido pecho, mito de cupido, línea cupido, carta a cupido, parodia cupido, despido a cupido, cupido in my mind, estupido cupido, programa cupido, cupido compilado, cupido capitulo 1, estúpido cupido, o meu cupido é gari, historia de cupido, cupido veio de fuzil ... Buscar Menú. Rosa cupido Publicado el: diciembre 3, 2019. Escrito por: milton. Espiritista, Parapsicóloga, Mentalista. Dueña de todos los caminos y conocimientos, abro y cierro puertas por medio de siete espíritus de la magia blanca y roja, hago posible lo imposible. Juego de Vestir a la Pantera Rosa, Sin Halo No Entran, Pantera Rosa Aventuras Oceanica, Codigo Rojo, Cupido de Oro, Rojo Rosa y Cupido online gratis.

-Poesias- (Livro : Ouro Acrético/Minha autoria)

2018.10.05 02:41 DrkSrk -Poesias- (Livro : Ouro Acrético/Minha autoria)

Oceano
Lago límpido
Hábito pouco apreciativo
Ouvinte aceito,criança plena
Sagrada janela de sonhos tema.

Estruturação de uma mente de poucas memórias
Sendo as tais nada além de bons sonhos
Talvez pesadelos numa cortina de fumo e fogo
Razoávelmente sem emoção alguma
Um Diático Ascítrico Sintético Indigno
Também uma vingança de pouco objetivo
Um Cinético energético caótico Místico
Reação violenta ao que persigo
A Moeda tem dois lados mas as Fatias de uma maçã
Contém ainda mais faces desconhecidas num turbilhão
Avermelhado de variáveis e sintetização
O Magnum Opus de um grande Ser Sensação.
De Poucos Fazem-se muitos
E notas não lhes são necessárias
Uma Oração,um sacrilégio silenciado pelas bocas do vento
Maleficência e eficiência em olhos que não enxergam
Ao meu Ouvir,Pois o ver não me é permitido.
Mente,pois,de suas inebriantes propostas
E Sua língua está pregada a suas próprias palavras
Num Fruto De razões Sobrepostas
Término De um domínio de Pregações Severas
E serpenteante Venenosa Obrigação As Tuas Costas.
De quem é a culpa daqueles que não podem ouvir lamentos?
E Talvez não escutam murmúrios lançados a brasa ardente.
Paraíso Perdido de pouca ternura e Banalização
Ouvir Inconsequente,Chorar Sem Olhos,Comer Sem Boca
Um Tato Sem Mãos,Ou O Paladar Sem língua
Conteúdos de um apologético Mistério
A qual se convém a Poucos e jamais aos que testificam
Sapientes subservientes sementes No Plano Cemitério
Mande as mãos que escrevem a fornalha
Então Devorem as cinzas de sua própria falha
Mortificando-se ao justificar erros cometidos por mãos e
O Homem imperfeito nada presente
Retas numa folha de papel sem cantos
Insuperável erradicação fatalista e cataclísmica do
Absurdo fantástico ao que venera-lhe a Mente
Senão o coração A Que Pouco Bate em uma existência Crítica.

P e r o l a s A o s V e n t o s
S e F a z e m S e n t i r
E m o ç õ e s E M o m e n t o s
P a r a R e f l e t i r

Mente perturbada de poucas memórias
Então conturbada com poucas histórias
Nada compara com poucas vitórias
Também maltratada com lágrimas inglórias
E mesmo assim,mente como mente.
Para tudo e para todos deixou de existir
E seu passo frenético de nada se fez
Rotações aceleradas de olhos cínicos
Tomadas por algo apercebível,clínico
Uma manhã,um sonho de enfim se foi
Rota mística de lugar algum
Balões vermelhos que não fazem sorrir
Acrítico,acrílico,acético,Acscendente
Dominós caindo num sonho inconsequente
A fim de que possas enfim,fechar os olhos e.... dormir.

Homem De Poucas Palavras, a um pertenço e Sozinho estou.
Heliocêntricamente Abdicado de meu brilho
Livre Das Amarras Eletrônicas do Martírio
Ambivalente Ator.
E como Metálico,Me comporto em padrões Conhecidos
Agitado Por Imãs Que me põem em linha.
Como Um gênio,Crio Halos Em Meus Tecidos.
Mas Posso Ser Ametal,E não Obedecer as ordens que Continha.
Por Linhas vejo passar um período de tempo
E cada Grupo De Ossos de minha coluna é Alinhado a disposição
Numerado Em Memórias que me trazem a tona,lhes contemplo
Ao que Atomicamente Me Destilei Da raiva E retomei uma nova posição
Sinteticamente colaborado,feito sob medida,incontável
De Muitos Elementos,Balanceado
Ao que Minha valência significa Primeiro,estável
E De vários átomos Posso Me Fazer em liga atado.
Do Raio Que Convêm da tempestade,me Faço Atomico
E Meu Ser,De Alcalino,Se convêm nobre.
Ionificado,Posso Me Tornar Comico
Ser Denso Como ouro,chumbo,ou até mesmo conduzir como Cobre.

Saboreie o retorno a tua ruína
Angustiante procrastinação que o adocica
Nexo ao que prescrito és
Gravado em tenras rochas o faz eterno
Um retorno a alucinação coletiva
E do eterno o material se evidencia.
Numerosas falhas estritas em seu corpo
Escritas na margem do desgosto
Gema dilapidada e escura como a matriz de um segredo
Rota de erros,esculpida de temor e de abominação
O erro do homem se marginaliza numa escada de sangue negro.

As sete horas,o fogo queimou a todos
Mas as chamas saíram de suas bocas
Navios afundaram no álcool em palavras roucas
E o espírito incandescente avaliou-se de fogo
Silencio ecoou pelas florestas pelas bocas queimadas daqueles
Impios,peões de si mesmos ao que afagava-se a balbúrdia
Ao que caíram suas múltiplas cabeças com a espada da angústia
Com o horror que inflamava apartir deles
Olhos sangrando
Gosto rústico de aço e arame
Nomes supondo
Os olhos rutilantes
Sacrilégio ao gosto de rum e aspartame
Tempo que jamais andou durante a passagem
Incendiados por si mesmos,mortos por si mesmos a sua viagem
Conscientes de sua falha,com o arame a volta de seus pescoços
Ao tempo o tempo anda,ao que vivenciam,compostos.

O tempo onde as folhas caem ao chão
Um momento,assopradas pelo vento da unificação
Tanto eu como o destino sabemos desta data
O dia mais importante de minha jornada
No papel está escrito que devo ser como as folhas
Oceano desesperado,de múltiplas escolhas

Achado como aquele que insiste
Homem de miseria num algo que não existe
Lago de minha memoria que persiste
Incomensuravel falha a que caíste

oxɘlʇɘЯ oxɘn mɘƧ oxɘnoɔƨiᗡ oxɘvnoƆ

"Eu sou como fumaça,e passo pelos vãos de teus dedos.
intragável,escapo pelos furos dos potes onde tu me prendes...
improvável,que me catives ao que deixas aberturas por onde eu possa
passar... mas mesmo assim,mutualmente.....
neste enorme jogo de gato e rato ao que tentas me obter,ao que escapo de tuas mãos... somos um e partilhamos da mesma vontade.....
de ter um ao outro,juntos em uma eternidade."

-Réquiem Para o Meticuloso Capitão-
O capitão navega pelos lençóis de água,Desafiando a maré
Tentando buscar e saber ou entender o que é e porque é
O horizonte é equiparável ao pontilhar de sua bússola
Triunfante e exato num oceano de emoção lúcida
O Engatilhar das âncoras, anuncia o destino então alcançado
Torrencialidade em tempestades secas de areia de todo o lado
O Sol então o cumprimenta com severidade em seu calor
Tua alucinação no deserto mostrará quem deve ser a teu valor
O Deserto o chicoteia com ondas de calor escaldante
Tão somente calor enverga aos olhos o pontilhado do horizonte
O seu barco não existe,castigado pelas areias do tempo
Tampouco ao chapéu e âncoras,rasgadas da ilusão pelo vento

O sonhador em sua partida,lembrou-se dos
Segredos que foram enterrados nas nuvens
Orientação que fora feita com líquens
Natureza sólida ao seu redor
Há de haver algo maior e melhor?
Ao que o mundo é belo a tudo o que vê
Do que contêm-se nas gotas de chuva a previsão,prevê
O tempo que sempre andou e sempre irá andar
Regras para um ardor que jamais cessará

Querubins adornam tuas vestes de maneira impronunciável
Uma alva vestimenta perfeita,sob medida volúvel,palpável
E em caminhar-te ao local destinado,as pedras se movem
Ruas se tornam retas e aos velhos se entoa que são jovens
Um ser cujo destino é agradar aos outros,e jamais a si
Bom grado é o que lhe move e gratificação não busca em ti
Inapto ao grande banquete,do lado de fora remanesce
Mas não importa,pois a tudo tem,ao que convêm a ter vem e tem ao que merece

Câncer de suas indústrias que não cessam
Ao tomar vantagem da produção que almejam
Não se importando com o quanto matam
Cerrando os olhos a indiferença que exalam
E ao vapor do trem,as batidas dos carros
Reacendem as brasas dos malditos cigarros
Indicando descaso com a própria vida
Ganhando as custas de gente sofrida
E com muito desgosto
Na palidez do rosto
O que mata não é pessoas,mas o que elas criam,composto

Entretenho-lhe com entrelinhas da alma
Sobriamente apagadas,repulso a calma
Pelos dedos me esvai a vida
E pela mão me esvai a caneta tingida
Louca,vermelha de sangue ao escrever
Horas e palavras sem sentido ao alvorecer
O ponto do fim já vem depressa.
Do tempo me reserva pouco
O vazio do coração me agracia,oco
Psiquê mexida como as notícias que abalam sua vida
Linha retorcida ao que me espera somente o repouso
Alva e com foice afiada e polida
No pescoço pousa e corta a mim,tem bom uso
O tempo não preza,de levar ao que tudo de novo começa.

Obrigações de ouvir sonhos
Barras de ferro não fecham prisão
Riachos não escorrem por canos de diferentes tamanhos
Indiferença ao ouvir minha atenuante razão
Graças a ele podemos ser
Ao ouvir as gotas de orvalho caírem ao relevo
Coração batendo para que haja o florescer
Ao amor que jamais se esvairá com que escrevo
Obrigação é ser,lutar por,viver e assim então,renascer.

Desejo cegar meus olhos para jamais ver
Ensurdecer meus ouvidos para não ouvir
Saciar minha sede de saber palavras de auto preservação
E assim sustentar
Jogos de dualidade ao que a raiva toma a noite
O dia sendo coberto pela macia seda do tecelão.

Rosas sombrias de beleza inigualável
O sonho ambíguo e inseparável
Sensação única e inexorável
Ao manto de pétalas inexplorável
Sagrados gracejos e som inaudível
No lago de seus olhos pesquei
E fisguei a mais bela das rosas de verão
Ganância tê-la só para mim então
Rasurando minha mente com sonhos que nunca serão
A rosa negra que plantou em meu coração
Será lembrança das coisas que virão.

Azul royal brilho salgado
Zumbido angustiado com o gosto de sal
Um mar ríspido de orgulho e mágoa
Languidos a carcaça esmirrada da falha
Royal,imperador absoluto
Oceano impoluto de escolha e resoluto
Yahtzee cruzado,pouco se sabe ao que lhe atravessava
Ao que o mundo que ninguém contava
Labaredas escondidas a sua boca ao que nada falava.
Maestria na obra - supra sumo
Indignado ao conteúdo que consumo
Sonho que teço em minha teia e resumo
Trabalho ao que pouco anseava o amo
Indico com minhas flechas não o cupido mas o sonhador
Com passos lentos presumo e anseio pelo que vem ser,horror
O mundo de caos e linho ao que as flechas apontam a mirar o marcador
Soberano tecido do céu
O véu que cobre o seu rosto intocável
Berílio pó,chumbo corante
E da noite se faz as cinzas cortantes
Retas que não são se tornam,surreal implacável
Amarelo ouro que entorna,e cessa ao que transforma
No mundo,o ideal
O sonho cranial.
Ao que tecem as aranhas
O que encanta as entranhas
Que os ossos não tornem a voltar ao pó de que surgiram
Uma ambientação que não volte a ser principiada no que resumira
E que se tornara e vira.
Os olhos de conhaque brilharam fraco
Imperador e imperatriz,
Mestre e matriz
Príncipe e princesa,rivais por um triz
E os sonhos mirrados são concertados
Retas e linhas são de volta traçados
Ao que nada e tudo se tornam em um
Da dor que tudo sabe se torna sábio de nenhum
Orador da dor
Realidade impossibilitada de existir no ardor
Dera a mim a mão sombria
E a minha face tornara breve o tecido sonhador,e do tecelão que ainda iria
Realizar sua obra,o magnum opus que se tornaria
A realidade que iria vir,e que seria
Adorada e imprescindível
Ordem nesta casa de injustos
Roedores de pés justos
Dentes rasurados ao que malabares robustos
Emaranhados rútilos
Muitas regras ao que o azul royal dera aos seres sustos

Escrevo por poesia pois é minha maneira única
Semblante não o tenho e contemplo do templo a túnica
Corro de vozes e gemidos em onda sônica
Roo minhas unhas em vertigem crônica
E minhas palavras tornam se verso e música,sinfônica
Variações de uma ambientação disposta a ser,harmônica
Ouço a voz retocar me os ouvidos com audição clínica.

Diga-me o que não sei
Da dúvida se faz rei
Dormente nas mãos alguém
De cãibra se faz ser ok.

As engrenagens tem só uma função
Bater e funcionar como um coração
Cordas e válvulas em acordo entrarão
De certo compondo e terminando,sua nobre função.

Eu falo mais por aqui
Uma convivência sozinha e impróspera é tudo o que tenho.
Falo por mim
Ao que meus hobbies não me ajudam a afastar a solidão
Lá do fundo da psiquê a pioram
O que resta de mim então
Mas o que tenho além de suspiros
Ao que meus braços sequer me obedecem
Indo a ser aplacados por um ser invisível
Só me consome por dentro ao que não me apetece
Por
Outros já dei a voz
Roer o céu de estrelas dentro de uma casca de noz
Aqui é meu descanso e destino
Que ficará aqui comigo para sempre,vespertino
Um emblema do sonho quebrado
Ignóbil e mirrado,atado ao desprezado

Procure as você mesmo
Resuma a busca você mesmo
Oculte-se de si mesmo
Cure a ti mesmo
Una se ao mesmo
Resuma a procura pelo mesmo
E encontrará o motivo de ser o mesmo

Ele coordena a vida por parte
Languidamente admira seus livros e arte
E observa os reinos em seu estandarte.

No que deveria sentir me grato. ao que entende que
Algo morrera,preso a máquina
O que se tornara um andarilho de múltiplas facetas
Que sonhos almeja em sua vitrine
Um doce sossego
E um poeril sóbriamente juvenil?
Realizo a mim a escolha que fiz ao sustentar assim o ego
Ver o mundo como eu vejo não é fácil
Eu é que me ato a natureza a que respiro
Ruidosa mente de pouco cria muito.
Olho para ti e lembro deles.
Porém.... o que é?
O o segredo extasiante me põe a prova
Roo as unhas do saber em apreensão
Do que se faz?
O que busca?
Segredos e respostas talvez muito óbvios
Ouvi a sua história
Lhe agradaria ouvir a minha?

Eu me pergunto
Um dia poderão desejos serem realizados?
Tamanha crença nos leva a lugares nunca antes vistos
Ao que muralhas não nos separam dos sonhos.
Lindo ao que o impossível é derrubado e se troca pelo
Verdadeiro.
Eu sei o que busco e espero que um dia...
Zeros tornem se algo novamente e eu possa sonhar como você.

Muitas letras possuo,muita história guardo
Em minhas inúmeras andanças
Morros subi,estradas percorri
Ouvi histórias e as guardei na lembrança
Rios atravessei com meu maquinário
Impios derrotei com meus diálogos
A mim se percorre o dom
Sábio de guardar a memória dos seres em claro e bom tom.

Andava em zona de guerra.
Não havia ninguém nela senão soldados.
Andava com flores.
E eles com armas.
De tanta luta e sangue,o mundo tornou-se sem graça ou vida
E agora,ando com armas em meio as flores
Do contrário não viveria para ver o pôr do sol.

Alguma Vez já lhe disseram que até o futuro tem fim?
Na beira do espaço eu aviso estrelas de sua direção.
Atualmente há mais poeira do que estrelas. talvez assim
Linguagem louca,pare de entoar esta canção
Indico aos fogos e faço fatos
Tato se torna inexplicável num mundo exato
Imito e limito ao prático
Cacos de céu plástico
O Minério Eu desfaço com olhar analítico

Lenda brilhante inalcançável
Um sonhador preso a seu próprio amor a terra.
Ao que busca girar,se equiparar ao astro rei amável

Na escuridão do tecido,o berço de prata não mente ou erra
O turbilhão de estrelas ao sonho escurecido não é afável
Voam,cintilantes,ao destino final,sem paz ou guerra
A torno da majestade dos céus,de brilho emulável.

A natureza dos sábios a trouxe a mim em busca de resposta.

Não sabia o porque queria saber.
As linhas de seu martírio,sobrepostas
Também escondiam feridas incuráveis do viver.
Uma vez,um sábio me disse
Razão nenhuma encontrará nas coisas do ser
E somente ao sentir o universo como sentisse
Zumbidos de fundo,encontraria assim o que procura obter
A não ser que seja para ganho próprio

Da água não vem óleo,transformação não vem só por querer
O sonho do homem não se convêm a si,sóbrio
Somente sendo livre das amarras de si poderá então crer.

Somente abrindo os seus olhos e aspirando o que pode alcançar
A vida então poderá lhe ser tragável
Boa sabedoria que se possa realizar
Indagando por acontecimentos causados por gente afável
O sonho não morre,sendo sustentado pela coluna da vida a laçar
Somente assim o sábio encontrará o fim de sua jornada proposta.

Liso como o papel do qual compõe-se a obra
Escamoso como a pele de uma venenosa cobra
Se tiro do resto nada sobra
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2015.07.04 21:06 Lixus46 NO SE DICE GUEY,SE DICE GAY,así Gay!

Entre 1907 y 1917,ANTONIO MACHADO,escribe CAMPOS DE CASTILLA. En el RETRATO que hace de sí,habla del "gay trinar",alégre trino. Para que no tengais que buscar en su antología ,os invito a leerlo.
Mi infancia son recuerdos de un patio de Sevilla, y un huerto claro donde madura el limonero; mi juventud, veinte años en tierras de Castilla; mi historia, algunos casos que recordar no quiero.
Ni un seductor Mañara, ni un Bradomín he sido —ya conocéis mi torpe aliño indumentario—, más recibí la flecha que me asignó Cupido, y amé cuanto ellas puedan tener de hospitalario.
Hay en mis venas gotas de sangre jacobina, pero mi verso brota de manantial sereno; y, más que un hombre al uso que sabe su doctrina, soy, en el buen sentido de la palabra, bueno.
Adoro la hermosura, y en la moderna estética corté las viejas rosas del huerto de Ronsard; mas no amo los afeites de la actual cosmética, ni soy un ave de esas del nuevo gay-trinar.
Desdeño las romanzas de los tenores huecos y el coro de los grillos que cantan a la luna. A distinguir me paro las voces de los ecos, y escucho solamente, entre las voces, una.
¿Soy clásico o romántico? No sé. Dejar quisiera mi verso, como deja el capitán su espada: famosa por la mano viril que la blandiera, no por el docto oficio del forjador preciada.
Converso con el hombre que siempre va conmigo —quien habla solo espera hablar a Dios un día—; mi soliloquio es plática con ese buen amigo que me enseñó el secreto de la filantropía.
Y al cabo, nada os debo; debéisme cuanto he escrito. A mi trabajo acudo, con mi dinero pago el traje que me cubre y la mansión que habito, el pan que me alimenta y el lecho en donde yago.
Y cuando llegue el día del último vïaje, y esté al partir la nave que nunca ha de tornar, me encontraréis a bordo ligero de equipaje, casi desnudo, como los hijos de la mar.
COMENTARIO DE TEXTO SOBRE EL POEMA
Este poema pertenece al poeta Antonio Machado. Este poema RETRATO que pertenece al poema numero XCVII del libro Campos de Castilla escrito entre los años 1907-1917. Retrata claramente las características principales de este libro que son por ejemplo la descripción, las reflexiones o la decadencia de España.
En este poema el narrador esta en primera persona y representa el mismo Antonio Machado que el relata estos versos desde el más profundo corazón. Machado nos explica como fue su infancia, luego más tarde lo que seria su juventud y lo que él predice de lo que le pasará en el futuro que concluye que será la muerte, esto lo retrata muy bien en la última estrofa donde relata su muerte de forma metafórica.
Podemos considerar que este poema esta dividido en tres partes, las de las tres etapas de su vida. En las dos primeras estrofas nos relata su pasado y sus recuerdos de la niñez de su ciudad natal Sevilla, también su juventud vivida en las tierras de Castilla en realidad su historia y cosas que no quiere recordar como sus desamores. En la segunda parte que va desde el tercer verso hasta el octavo donde explica el presente y se intenta definir sobre que tipo de persona es. Luego en el último verso podemos encontrar de forma metafórica como relata su futura muerte.
En realidad esta historia gira entorno una idea central que seria todo lo que hace referencia al retrato de Machado de cómo a sido su vida lo que esta siendo ahora mismo y que clase de persona es. Lo que podíamos entender como unos subtemas sería lo que hace referencia al pasado, presente y futuro de la vida de Machado y reflejando las distintas épocas de España en las diferentes partes de su vida.
En este poema aparece solo un personaje principal que es Machado, que se auto refleja como un hombre solitario y con algunos desamores en la época de su juventud. Nombra a un amigo suyo y algunos personajes famosos de la época como Mañara y Bradomín.
La historia se sitúa en Sevilla, lo sabemos por la primera frase de la primera estrofa “Mi infancia son recuerdos de un patio de Sevilla”. También nos habla de su juventud en Castilla en la primera estrofa en el verso tres “mi juventud, veinte años en tierra Castilla”. También deducimos si leemos su biografía que Machado también vive en Madrid, París donde tubo amistad con Rubén Darío un escritor del Modernismo, también Soria donde trabajo como profesor en un instituto de francés donde se enamora de una alumna que finalmente se casa con ella.
Por lo que hace al tiempo externo de la acción, trascurre entre el final del siglo XIX y el principio del siglo XX ya que Machado nació en 1875 y murió 1939. Mirando las fechas se sobrentiende que debe transcurrir en esta época ya que retrata su vida propia y no la de ningún personaje inventado o histórico del pasado ni del futuro.
Por lo que hace a la coherencia del texto este poema tiene nueve estrofas con cuatro versos cada una y cada verso tiene catorce sílabas, es de arte mayor y de rima consonante. El primer verso rima con el tercero “Sevilla-Castilla”, el segundo con el cuarto “limonero-quiero”, el quinto con el séptimo “sido-Cupido”, el sexto con el octavo “indumentario-hospitalario” y así sucesivamente podemos decir que hace la siguiente métrica ABAB, CDCD, EFEF…
Al ser un poema podemos encontrar varias figuras literarias como por ejemplo varios Hiperbatones (alteración del orden de los elementos de una frase), versos: 4 “mi historia, algunos casos que recordar no quiero”, 5 “ni un seductor Mañara, ni un Bradomín he sido”, 8 “y amé cuanto ellas pueden tener de hospitalario”, 19 “a distinguir me paro las voces de los ecos” y en el 21 “¿Soy clásico o romántico? No sé. Dejar quisiera.”. También podemos encontrar algunas Antítesis (contraposición significativa de palabras o frases) en los versos: 9-10 “Hay en mis venas… manantial sereno” y en el verso 27 “mi soloquio es plática con este buen amigo”.También encontramos Metáforas en los versos: 15 “mas no amo los afeites de la actual cosmética” y tambien en los cuatro últimos versos que son una metáfora de su vida “Y cuando llegue el día del último viaje,… casi desnudo, como los hijos de la mar”. Para finalizar las figuras literarias tenemos la Comparación (se comparan dos realidades por su semejanza o desemejanza mediante las partículas como, tal, igual que…) en los versos: 16 “ ni soy un ave de esas del nuevo gay-trinar”, 17 “ Desdeño las romanzas de los tenores huecos” y el 18 “ y el coro de grillos que cantan a la luna”.
Por lo que hace al registro lo podemos caracterizar como culto ya que es un poema con muchas figuras literarias.
También hay que decir que en este poema aparecen algunos personajes de la de épocas pasadas como Mañara (Miguel Mañara nació en Sevilla, el 3 de marzo de 1627, hijo de una destacada familia, constituida por oriundos de Córcega, hizo buenas obras.), Bradomín (Hombre conocido como un Don Juan).
En mi opinión este poema al tener la ocasión de trabajar-lo a fondo mediante un comentario de texto, me ha gustado porque al leerlo y analizar-lo a fondo he podido comprender las cosas que muchas veces nos quieren decir los poemas y no las vemos por falta de fijación y de atención. Me ha gustado la manera en que Machado refleja su vida primero desde la infancia en Sevilla, pasando por sus amores de juventud hasta llegar a los días en que se encuentra y se hace preguntas sobre como a sido su vida si a valido la pena o no y si ha sido una persona de buenas obras, hasta nos relata sus pensamientos de cómo será su muerte eso si con un tono irónico mediante la metáfora.
Recomiendo leer este poema a las personas que les guste Machado y aquellas que viven aisladas del mundo pensando en los bienes materiales para que se den cuenta de la vida que había en esa España que parecía que nunca podría avanzaría hasta después de la dictadura.
15 RESPUESTAS A “RETRATO”
6t0 año A de esc nº2 (uruguay) Treinta y Tres. agosto 27, 2009 en 1:55 pm Responder Este poema nos gusto mucho porque habla de su infancia y de la amistad que tenia con sus amigos y familiares.Tambien el amor de su vida es el poema XCVII.
Alejandra mayo 27, 2010 en 5:57 pm Responder creo que donde habla de la estructura, esta confundido, habla de versos, y en realidad es estrofas. Por lo demas perfecto.
txetxe febrero 16, 2013 en 9:21 pm Responder a que te refieres?, señala la zona de la que estás hablando. Gracias.
Elinha1995 diciembre 15, 2010 en 8:46 pm Responder Muy bonito, me ha ayudado mucho a hacer un comentario de texto.
Pepa junio 12, 2011 en 11:42 am Responder Sirve para hacer los trabajos del cole me gusta
raigdefoc febrero 16, 2013 en 9:48 pm Responder Es un trabajo de bachillerato ;)
ivon agosto 6, 2011 en 5:11 am Responder esta cool osea very good oh yes the speak the niñez lo max ok
Anaa :) octubre 3, 2011 en 4:06 pm Responder
Si os gusta no os perdáis esto para adentraros en el poema :) Un comentario excelente
natasa marzo 12, 2012 en 10:35 pm Responder ¿Me podrías decir que es mañara y bradomin? Es un poema muy bonito http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif?m=1336659725g
manuel febrero 28, 2014 en 11:05 pm Responder Miguel de Manara y el Conde de Bradomin figura imaginara, tipo Don Juan, creada por Valle Inclan.
sdfgdfhgh julio 20, 2012 en 8:39 pm Responder siiiiiiiii me gusta
Marisol diciembre 20, 2012 en 2:36 am Responder Me ha gustado. Lo he elegido para leerlo en un recital de poesía sobre el autor.
Mjjjej5 abril 6, 2013 en 4:56 pm Responder Como poema me gusta, pero quien lo escribió tiene muchas faltas de ortografía, algo que en un comentario de texto no debe de haber. Por lo demás está muy bien, me ha ayudado mucho.
manuel febrero 28, 2014 en 11:02 pm Responder Magnífico poema en el que se refleja la profundidad del autor.
antonia abril 8, 2014 en 10:53 am Responder cual es el subtema??
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